Usando uma linda calcinha




Tudo começou com uma mensagem simples no app, num fim de tarde de sexta-feira. Eu estava entediado, rolando o feed, quando vi o perfil dele: “Leo, 34, versátil/top dominante. Gosta de putaria sem limite. Procuro alguém que aguente jogo pesado e queira experimentar.” A foto mostrava um cara moreno, corpo definido, pau grosso numa semi-ereção. Respondi quase sem pensar: “Sou muito aberto a tentar coisas novas. Topo quase tudo.”
A conversa esquentou rápido. Ele era direto, sem enrolação.
— Gosto de ver o parceiro de calcinha. Você tem?
— Tenho uma fio dental rosa que uso escondido.
— Perfeito. Quero você usando ela. E hoje vou te comer devagar no começo… mas depois vou destruir esse cu. Topa?
— Topo.
Marcamos para o dia seguinte, sábado à tarde, no apartamento dele. Passei a manhã ansioso, depilando tudo, escolhendo a calcinha mais safada que tinha — fio dental rosa choque, quase transparente na frente, com um lacinho atrás. Coloquei por baixo de uma calça jeans simples e uma camiseta. Quando cheguei no prédio, meu coração batia forte. Toquei o interfone. Ele atendeu com a voz grave: “Suba, putinha.”
A porta abriu e lá estava ele, só de short preto, peito largo, olhar predador. Me puxou pra dentro pelo braço, fechou a porta e me prensou contra a parede. O beijo veio imediato, agressivo, língua invadindo minha boca enquanto a mão dele descia e apertava minha bunda por cima da calça.
— Tira a roupa. Quero ver a calcinha.
Obedeci tremendo de excitação. Fiquei só com a fio dental rosa. Meu pau já estava semi-duro, marcando o tecido fino. Leo sorriu, passando o dedo no lacinho atrás.
— Linda. Hoje você vai ser minha putinha completa. Sem pressa no começo. Quero te preparar direito.
Ele me levou pro quarto. A cama era grande, lençóis pretos, espelho grande na parede lateral. Me mandou deitar de bruços, empinando o rabo. Fiquei assim, exposto, a calcinha fio enfiada entre as nádegas. Leo tirou o short. O pau dele era mesmo grosso, pesado, já meio duro. Ele subiu na cama atrás de mim.
Primeiro vieram as mãos. Ele massageou minhas coxas, subiu pras nádegas, abriu bem e ficou admirando.
— Que cu bonito… lisinho, apertado ainda. Hoje ele vai virar uma boceta.
Começou devagar. Beijos nas costas, descendo pela coluna. Depois mordidas leves nas nádegas. E então senti o hálito quente bem no meio. Ele afastou o fio dental pro lado e soprou de leve. Arrepiei inteiro.
Leo não tinha pressa. Espalmou as duas mãos nas minhas nádegas, abriu bem e deu uma lambida longa, lenta, desde o períneo até o final da rachadura. Gemi baixo. Ele repetiu, mais firme. A língua quente, molhada, pressionando o buraco fechado. Ele circulou devagar, saboreando, depois deu uma chupada forte bem no centro.
— Porra… que delícia — murmurei, empinando mais.
Ele riu contra minha pele.
— Ainda nem comecei, vadia.
Aí ele realmente devorou. A boca inteira se colou no meu cu. Língua dura invadindo, girando, entrando e saindo. O som era obsceno — molhado, guloso, ele chupando, lambendo, babando tudo. Ele segurava minhas nádegas abertas com força, dedos cravados na carne, enquanto a língua fodía meu buraco cada vez mais fundo. Eu rebolava contra a cara dele, gemendo sem controle.
— Isso… come meu cu… enfia a língua bem fundo… me faz sua putinha…
Ele grunhia de satisfação, vibrando contra mim. Cuspiu direto no buraco, depois enfiou dois dedos junto com a língua, abrindo, explorando. Meu cu piscava, relaxando aos poucos. Ele alternava: chupava forte, depois lambia devagar, depois enfiava a língua o máximo que conseguia, fodendo meu interior. A saliva escorria pelas minhas bolas, molhando a calcinha. Meu pau estava duro pra caralho, latejando preso no tecido rosa.
Fiquei uns bons vinte minutos assim, só sendo devorado. Ele me virou de lado, levantou uma perna minha e continuou comendo meu cu naquela posição, depois me colocou de quatro de novo. Eu estava babando no travesseiro, o rabo empinado, gemendo como uma piranha barata.
Quando ele sentiu que eu estava bem molhado e aberto, levantou o rosto, boca brilhando de saliva.
— Tá pronto pra mais, né? Olha como esse cu tá piscando pedindo pau.
Ele pegou um frasco de lubrificante e um vibrador grosso, preto, de uns 18cm com base larga. Passou lubrificante generosamente no meu cu e no brinquedo. Primeiro enfiou um dedo, depois dois, girando, abrindo. Depois veio o vibrador. Ele ligou no modo baixo e foi enfiando devagar enquanto eu gemia alto.
— Isso… engole ele todo, putinha.
Quando o vibrador estava bem fundo, pressionando meu rabo, Leo subiu atrás de mim. Segurou o pau grosso e esfregou a cabeça na entrada, ao lado do vibrador. Eu tremi.
— Vai devagar primeiro… — pedi, voz rouca.
— Relaxa. Vou te abrir direitinho.
Ele empurrou. Senti a cabeça grossa forçando ao lado do vibrador. Meu cu esticou ao limite, ardendo gostoso. Gemi alto, mordei o travesseiro. Ele foi paciente no começo, entrando centímetro por centímetro, até que os dois estavam bem fundo dentro de mim — o pau quente dele e o vibrador frio e rígido.
— Caralho… que cu guloso. Tá levando os dois como uma puta profissional.
Ele começou a mexer devagar. Primeiro só o quadril, depois começou a mexer o vibrador também com a mão. Os dois se movendo juntos, esfregando minhas paredes, pressionando o fundo de meu cu sem parar. Eu estava no céu e no inferno ao mesmo tempo — dor gostosa misturada com prazer insano.
Leo aumentou o ritmo. Os tapas começaram. Estalados fortes nas nádegas, marcando a pele. Cada tapa fazia meu cu apertar em volta dos dois paus.
— Rebola, vadia. Mostra pra mim como você gosta de ser arrombada.
Eu rebolava como uma desesperada, empinando, pedindo mais. O quarto encheu de som de carne batendo, gemidos, o barulho molhado do lubrificante. Meu pau babava dentro da calcinha, o fio dental completamente encharcado.
Ele me virou de lado, depois de costas, sem nunca tirar os dois de dentro. Em todas as posições ele mantinha o ritmo, socando fundo, girando o vibrador. Eu já não conseguia formar frases, só gemidos e súplicas:
— Mais forte… me arromba… sou sua putinha… usa meu cu…
Depois de uns bons minutos nessa intensidade, ele sentiu que eu estava perto. Tirou o vibrador, mandou com voz rouca:
— Bate punheta. Quero ver você gozar com meu pau enterrado no seu cu.
Minha mão voou pro pau. Masturbei rápido, desesperado, enquanto ele socava fundo. O orgasmo veio como uma explosão. Gozei jatos grossos, fortes, molhando a calcinha, a barriga, o lençol. Meu cu apertava o pau dele ritmicamente, ordenhando. Leo gemeu alto, aumentou a velocidade e gozou logo depois — porra quente jorrando fundo, enchendo meu interior.
Ficamos um tempo assim, ele ainda dentro de mim, ofegantes. Ele tirou devagar, e eu senti o cu aberto, latejando, escorrendo porra e lubrificante. Me virei, olhei pra ele com cara de quem tinha sido completamente destruído.
Leo sorriu, passando o dedo na minha entrada sensível.

Depois do primeiro round, ele não me deixou descansar muito. Me mandou ficar de quatro de novo, rabo pra cima. Começou tudo de novo com a boca. Dessa vez ainda mais guloso, porque meu cu já estava sensível, inchado, cheio da porra dele. Ele chupava, lambia a mistura de lubrificante e sêmen que escorria, enfiando a língua fundo e gemendo de prazer.
— Adoro cu de putinha depois de gozada… tem gosto de safadeza.
Me deixou louco de novo com a boca e dedos. Depois repetiu o processo: vibrador + pau, mas agora mais rápido, mais bruto. Os tapas eram mais fortes. Ele me chamava de todos os nomes — piranha, vadia, buraco, puta do cu — e eu respondia rebolando, pedindo mais.
. Eu rebolava desesperado, pau roçando na barriga dele, gemendo alto. Gozei pela segunda vez sem nem tocar no pau, só da pressão dentro do cu.
Quando finalmente terminamos, horas depois, eu mal conseguia andar. O cu latejava, aberto, sensível. A calcinha estava destruída, molhada de porra, lubrificante e minha própria porra. Leo me deu um beijo na testa e falou baixinho:
— Na próxima semana quero você aqui de novo… e já vou chamar o amigo. Prepara esse cu pra levar dois paus de verdade.
Saí do apartamento com as pernas tremendo, marcas roxas de dedos e tapas na bunda, o cu ardendo a cada passo. No caminho pra casa, já sabia que ia aceitar. Eu queria mais. Queria ser a piranha completa que ele imaginava.
Desde aquele dia, toda vez que converso com alguém novo no app, eu coloco no perfil: “Muito aberto a experiências. Topo dupla, tripla, calcinha, tapas, uso total. Se eu hesitar, pode me dar um tapa na cara pra me lembrar do lugar.”
E toda noite, quando bato punheta, lembro do calor da boca dele devorando meu cu, da sensação insana de ser esticado pelos dois monstros, do gosto de submissão e do prazer de me entregar completamente.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Usando uma linda calcinha

Codigo do conto:
265527

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
27/06/2026

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