Brasil X Haiti e o viadinho




Era sexta-feira à noite e eu tinha a maior TV da rua. Os três vizinhos apareceram sem aviso: Rodrigo, Paulo e Marcelo, trazendo uma caixa de cerveja gelada e já bem animados.
Rodrigo, o mais velho e grandalhão — 1,90m, barriga de chope, braços grossos e peludos —, entrou primeiro e deu um tapa forte nas minhas costas.
— Porra, viadinho, vamos ver o jogo aqui. Você tem a tela gigante, seu putinho.
Paulo, moreno, musculoso, cara de malandro, uns 30 e poucos anos, e Marcelo, o mais novo, magro mas com pau grande, se jogaram no sofá. Eu, tímido como sempre, só concordei baixinho.
Rodrigo olhou pra mim com aquele sorriso safado:
— Escuta aqui, seu viadinho de merda. O combinado é o seguinte: se o Brasil perder, você apanha e leva rola. Se empatar, leva rola. Se ganhar… também leva rola, apanha e tem o cu destruído. Entendeu, sua cadela?
Eu engoli em seco, coração acelerado, e fiz que sim com a cabeça. Os três riram alto.
O jogo começou. Quando Raphinha teve o gol anulado por impedimento, Rodrigo abriu a bermuda jeans, baixou só até as coxas e puxou o pau grosso, pesado, uns 20cm, veioso, cabeça grande e roxa, cheiro forte de suor masculino.
— Vem cá, viadinho. Preciso de uma boquinha pra dar sorte, porra.
Eu ajoelhei na frente dele. Ele segurou minha cabeça com força e enfiou o pau semi-duro na minha boca. O gosto salgado e azedo invadiu tudo. Ele fodeu devagar, segurando meus cabelos.
— Chupa gostoso, seu viado nojento. Engole até o fundo. Isso… gluck gluck… boa puta.
Eu chupava, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando. Quando Matheus Cunha fez o primeiro gol, Rodrigo meteu fundo, segurou minha cabeça contra a virilha e gozou na minha garganta, enchendo minha boca de porra grossa, quente e salgada. Engoli tossindo, parte escorrendo pelo canto da boca.
— Engole tudo, sua cadela. Primeira porra da noite.
Pouco depois, Paulo me chamou, baixando a bermuda preta até os joelhos, pau moreno, bem grosso na base, uns 18cm.
— Tô com vontade de mijar. Abre essa boca de privada, viadinho.
Eu abri. Ele mirou e soltou um jato forte, quente e amarelo direto na minha boca. O gosto era intenso: salgado, amargo, com fundo de cerveja. Eu engolia em goles grandes, “glub… glub… glub…”, parte escorrendo pelo queixo e molhando minha camisa. Ele mijou até esvaziar, sacudiu o pau na minha cara e mandou:
— Lambe as últimas gotas, seu porco.
Fui obrigado a buscar mais cerveja na cozinha. Quando voltei com as latas geladas, Marcelo me chamou. Ele baixou a bermuda e tirou o pau longo, fino mas comprido, uns 22cm.
— Chupa enquanto eu bebo, viadinho.
Eu chupei devagar, engasgando quando ele empurrava até o fundo. Ele gozou na minha boca antes do segundo gol, me fazendo engolir tudo.
No segundo gol de Cunha, Rodrigo me chamou novamente. Eu chupei o pau dele com vontade, baba escorrendo, até ele gozar pela segunda vez na minha garganta. Depois Paulo mandou eu buscar mais cerveja. Quando voltei, ele me fez ajoelhar de novo:
— Abre a boca. Tá com sede, né, sua puta?
Outro jato quente de mijo encheu minha boca. Engoli desesperado, tossindo, lágrimas escorrendo enquanto o gosto forte tomava conta.
Marcelo filmava rindo:
— Olha essa vadia engolindo mijo de macho durante a Copa. Que puta barata.
Antes do intervalo, Vini Jr. fez o terceiro gol. Eu já estava quase o tempo todo de joelhos, boca inchada, queixo e peito molhados de baba, porra e mijo. Fui buscar mais uma rodada de cerveja. Quando voltei, Rodrigo me puxou:
— Chupa de novo, viadinho. Pra comemorar o 3 a 0.
Eu chupei o pau grosso dele, engasgando, enquanto Paulo mijava na minha boca aberta ao mesmo tempo (alternando). O gosto misturado de porra e mijo estava impregnado na minha língua.
No segundo tempo, o Brasil diminuiu o ritmo, mas eles continuaram me usando sem parar. Eu chupava um por um, engolia porra, depois abria a boca pra receber mijo quente. Fui buscar cerveja várias vezes, sempre voltando de joelhos pra servir eles com a boca.
Paulo me humilhava:
— Isso, viadinho da TV grande… virando privada de macho enquanto o Brasil ganha. Abre mais essa boca de puta.
Marcelo dava tapas na minha cara enquanto eu chupava:
— Olha pra TV, seu viado. Enquanto o Brasil faz gol, você engole mijo. Que nojo.
Cada tapa deixava minha bochecha vermelha e ardendo.
Quando o juiz apitou o fim do jogo — Brasil 3 x 0 Haiti —, os três se levantaram com sorrisos cruéis.
— Agora sim, viadinho. Hora de pagar de verdade, sua puta.
Eles mandaram eu tirar toda a roupa. Fiquei completamente pelado na sala, corpo liso, bunda pequena e lisinha, sem um pelo, branca e exposta. Eles só baixaram as bermudas até os joelhos ou coxas, paus pra fora, camisas ainda vestidas.
Me jogaram de quatro no chão da sala. Paulo cuspiu grosso no meu cu e enfiou o pau moreno e grosso de uma vez. Eu berrei alto:
— Aaaaiii porra! Tá muito grosso… tá rasgando meu cu!
Ele segurou meus quadris e meteu forte, estocando fundo, bolas batendo na minha bunda lisinha. Cada estocada fazia um som molhado. Rodrigo se ajoelhou na frente, segurou meu cabelo e enfiou o pau grande na minha boca, fodendo minha garganta enquanto dava tapas fortes na minha cara, deixando as bochechas vermelhas e marcadas.
— Toma rola na boca e no cu, seu viado nojento! Chora mais, porra!
Depois de vários minutos, trocaram. Rodrigo cuspiu no meu cu já aberto e enfiou o pau maior, metendo sem dó. Eu chorei alto, lágrimas caindo no chão:
— Para… tá doendo muito… meu cu… aaaaiii!
Ele metia com força, abrindo meu buraco lisinho, esticando tudo, dando tapas estalados na minha bunda que ficava vermelha e marcada com as mãos dele.
Então veio o pior. Paulo deitou no sofá, me puxou por cima dele e me empalou no pau grosso. Eu desci devagar, gemendo e chorando. Rodrigo se posicionou atrás, cuspiu bastante e forçou o segundo pau no meu cu já ocupado.
— Não… por favor… vai rasgar… eu não aguento dois! — berrei, lágrimas jorrando.
Ele forçou mesmo assim. Meu cu esticou ao limite absurdo ao redor das duas rolas grossas. A dor era lancinante. Eu chorei e solucei alto, corpo tremendo inteiro, enquanto eles começavam a meter alternadamente e depois juntos, abrindo meu buraco sem piedade. Meu cu piscava vermelho, inchado, escorrendo lubrificante e porra.
— Isso, viado! Toma DP no cu lisinho! Chora mais, sua puta barata! — gritavam, dando tapas fortes na minha bunda e na cara.
Marcelo enfiou o pau longo na minha boca, os três me usando ao mesmo tempo. Eles me foderam por quase uma hora, trocando posições: me viraram de lado no sofá, uma perna pra cima, metendo fundo; me colocaram de costas com as pernas abertas; me fizeram sentar no pau de um enquanto o outro metia por trás, me empalando sem parar.
Eu berrava, chorava e soluçava a cada estocada dupla, o corpo todo tremendo, bunda lisinha toda vermelha e marcada de tapas. Eles gozaram várias vezes dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Depois me fizeram lamber os paus sujos, chupar os bagos peludos e lamber o suor da virilha deles.
No final, eu estava caído no chão, pelado, bunda vermelha e escancarada, escorrendo porra dos três, rosto inchado de tapas, melado de mijo, porra e baba, chorando baixinho.
Rodrigo deu um último tapa forte na minha bunda marcada:
— Boa puta da Copa, viadinho. Na próxima partida a gente volta pra destruir mais ainda esse cu lisinho.
Eles saíram rindo, deixando a sala cheirando a macho, cerveja e sexo.
Eu fiquei lá, destruído, dolorido e completamente usado.

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Comentários


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passivo10 Comentou em 20/06/2026

Hummm..delícia!! No próximo jogo posso te ajudar a ser a privada e a putinha deles...podem até levar mais uns machos

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thiagop Comentou em 20/06/2026

Adimy, é tão real qto roteiro de filme pornô...

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adimy- Comentou em 20/06/2026

Parece ficção essa história como vou deixar pessoas mesmo que eu conheço invadir minha casa assim e não fazer nada E ainda ser abusado dessa forma Pra ca ba

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olavandre53 Comentou em 20/06/2026

Tu és marmita de torcedor, isso sim.




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Ficha do conto

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thiagop

Nome do conto:
Brasil X Haiti e o viadinho

Codigo do conto:
264882

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/06/2026

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4

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