Jefferson, o cara q trabalha comigo




Jefferson começou discreto.
No início eram só os olhares. Rápidos demais pra serem inocentes, demorados demais pra serem ignorados. Eu fingia que não via, mas sentia cada vez que ele passava pela minha mesa, como se estivesse medindo o quanto eu aguentava.
“Tá gostoso hoje, hein?”, ele soltou numa terça-feira qualquer, apoiado no balcão da copa com aquele meio sorriso safado. “Ou você sempre fica assim quando eu tô por perto?”
Eu ri sem graça e baixei os olhos pro computador. Ele sabia exatamente o efeito que causava.
Depois vieram os toques “acidentais”. A mão firme no meu ombro quando passava atrás da cadeira. O braço roçando no meu na copa. E, cada vez mais, as encoxadas disfarçadas: ele se apertava “sem querer” contra minha bunda quando fingia pegar algo no armário ou quando o corredor ficava apertado. O volume dele encostando, quente e pesado, por dois ou três segundos a mais do que seria normal. Nunca o suficiente pra alguém notar. Só o suficiente pra me deixar duro e desconcentrado o resto do dia.
E o pior: ele sabia. Sabia e adorava.
Com o tempo, Jefferson ficou mais direto. Aparecia do meu lado sem motivo, inventando desculpas só pra ficar perto.
“Você fica nervoso fácil assim mesmo ou é porque tá pensando na minha pica?”, perguntou baixinho uma vez, perto o suficiente pra eu sentir o calor do hálito no meu pescoço.
Eu quase derrubei o mouse. Ele riu baixo, satisfeito.
“Relaxa, cara. Tô brincando… mais ou menos.”
Eu comecei a chegar no escritório já com o corpo alerta, esperando o momento em que ele ia aparecer. Uma frase. Um olhar. Uma daquelas encoxadas que ele fazia questão de prolongar.
Naquela sexta-feira o escritório estava quase vazio. Ele se aproximou por trás enquanto eu estava concentrado na tela. Não falou nada de cara. Só encostou o corpo todo — o peito nas minhas costas, o quadril encaixando devagar contra minha bunda, o pau semi-duro roçando com intenção disfarçada de “acidente”.
“Você evita olhar pra mim agora…”, murmurou no meu ouvido, voz rouca. “Mas quando olha, fica com essa cara de quem quer sentar gostoso.”
Meu coração martelava. Tentei virar a cadeira, mas ele não saiu do lugar, mantendo a pressão leve e provocante por mais um segundo antes de finalmente recuar.
“Calma, vai… ninguém viu.” Ele deu aquele sorriso de canto, ajustando discretamente a calça. “Por enquanto.”
Jefferson se afastou como se nada tivesse acontecido, me deixando ali, respiração curta, pau latejando dentro da calça e a cabeça cheia de pensamentos que eu não queria admitir.

Alguns dias depois daquela sexta-feira, Jefferson apareceu no meio da tarde com uma xícara de café na mão. O escritório estava movimentado o suficiente pra ninguém prestar atenção nele caminhando até minha mesa.
“Trouxe um pretinho pra você”, disse ele, colocando a xícara ao lado do meu teclado com aquele sorriso safado de quem escondeu algo. “Bem forte, do jeito que você gosta.”
Eu levantei a sobrancelha, desconfiado. O café estava quente, preto, com aquele cheiro forte habitual. Mas tinha algo diferente no jeito como ele me olhava — os olhos brilhando com malícia, quase desafiando.
“Bebe logo, vai esfriar”, murmurou, inclinando-se um pouco sobre a mesa como se estivesse só conversando sobre trabalho. “Coloquei um ingrediente especial hoje. Só pra você.”
Meu estômago deu um nó. Ele percebeu minha hesitação e baixou a voz ainda mais, quase um sussurro:
“É porra minha, cara. Fresquinha. Bati uma rapidinha no banheiro pensando nessa sua cara de safado e botei tudo aqui dentro. Misturei bem pra você não perceber logo de cara.”
Senti o rosto queimar. Olhei ao redor — ninguém estava olhando. Jefferson só ficou ali, apoiado na borda da mesa, o volume na calça discretamente ajustado enquanto esperava.
Fiquei olhando para a xícara por quase um minuto inteiro. O vapor subia devagar, o cheiro forte de café preto enchendo minhas narinas. Meu coração batia tão forte que parecia que todo o escritório ia ouvir. Jefferson estava sentado duas mesas à frente, fingindo trabalhar, mas eu sabia que ele olhava de canto de olho, esperando.
Engoli em seco.
“Porra…”, murmurei pra mim mesmo, quase sem voz.
Levantei a xícara devagar, como se fosse algo normal. O líquido ainda estava quente. Dei o primeiro gole pequeno, testando. O gosto era de café forte… mas tinha um fundo diferente. Levemente salgado, cremoso, uma textura sutil que se misturava ao amargo. Meu estômago revirou de vergonha e excitação ao mesmo tempo.
Jefferson sorriu discretamente do outro lado, mordendo o lábio inferior como quem aprova.
Forcei o segundo gole, maior. O sabor dele estava mais presente agora — quente, viscoso em alguns pontos que não tinham se misturado completamente. Eu sabia exatamente o que era. Porra dele. Fresca. Ainda com o gosto dele. Engoli devagar, sentindo o líquido descer pela garganta enquanto imaginava ele no banheiro, batendo uma pensando em mim, gozando dentro da xícara.
Meu pau endureceu dentro da calça, latejando contra o tecido. Tentei disfarçar, apertando as pernas por baixo da mesa.
Terceiro gole. Quarto. Eu bebia devagar, quase ritualisticamente, sentindo cada gole carregar o gosto dele pra dentro de mim. O calor do café descia pro estômago, e junto com ele vinha uma sensação quente, humilhante e viciante de submissão. Ele tinha gozado ali pra mim. E eu estava tomando tudo.
Quando terminei a xícara, lambi discretamente o fundo com a língua, tirando o restinho mais grosso que ficou grudado. Meu rosto estava queimando. Jefferson se levantou casualmente, passou atrás da minha cadeira e fez questão de dar uma encoxada firme dessa vez — o pau quase duro pressionando bem no meio da minha bunda por uns bons três segundos.
“Bom garoto”, sussurrou no meu ouvido, voz rouca e satisfeita. “Engoliu tudinho, né? Aposto que tá com meu leitinho quentinho na barriga agora. Daqui a pouco vai sentir ele trabalhando.”
Ele deu uma risadinha baixa e se afastou, me deixando ali, pau latejando, boca com o gosto dele ainda presente e a cabeça completamente bagunçada pelo resto da tarde.
O expediente finalmente acabou. A maioria das luzes já estava apagada e o escritório quase deserto quando eu me levantei, com as pernas ainda um pouco fracas pelo resto da tarde. O gosto dele ainda estava grudado na minha garganta desde o café. Fui direto pro banheiro dos fundos, o mais afastado, torcendo pra ficar sozinho.
Mal tranquei a porta da cabine e ouvi passos atrás de mim. Jefferson entrou logo em seguida, rápido e silencioso. O clique da porta principal do banheiro sendo trancada ecoou.
“Finalmente”, ele rosnou baixo, já abrindo o cinto enquanto se aproximava. “O dia inteiro te vendo engolir minha porra no café… você acha que eu ia te deixar ir embora assim?”
Antes que eu pudesse responder, ele me empurrou contra a parede da cabine, abriu o zíper e puxou o pau pra fora — grosso, pesado, meio sujo do dia inteiro de trabalho, com um cheiro forte de suor, mijo residual e tesão acumulado. A cabeça estava brilhando, ligeiramente pegajosa, com um leve gosto azedo quando ele bateu contra meus lábios.
“ Abre a boca.”
Eu mal tive tempo de obedecer. Jefferson meteu fundo de uma vez, socando até bater no fundo da minha garganta sem dó. Soltei um som abafado, engasgado, mas ele não parou. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com força bruta, quadril batendo contra meu rosto.
“Caralho… isso… engole essa pica suja toda, porra”, grunhiu ele, voz rouca e baixa, cheia de tesão. “Você passou o dia todo com meu leitinho na barriga, agora vai limpar o resto direto da fonte.”
Ele não dava espaço pra respirar. Socava fundo e rápido, as bolas suadas batendo no meu queixo, saliva escorrendo pelo meu queixo enquanto ele usava minha boca sem piedade. Cada estocada era mais bruta que a anterior, o pau inchado pulsando contra minha língua, deixando aquele gosto forte e salgado impregnado.
“Olha pra mim enquanto eu te fodo a boca”, ordenou, puxando meu cabelo pra cima. Seus olhos estavam escuros, satisfeitos, dominantes. “Isso… exatamente assim. Boquinha de puta feita pra limpar meu pau sujo.”
O som molhado e obsceno ecoava no banheiro vazio. Ele acelerou, gemendo baixo, enfiando até o saco e segurando lá por segundos, sufocando-me com o pau antes de puxar só o suficiente pra eu tomar ar e meter de novo.
“Vou gozar… e você vai engolir tudo de novo, entendeu?”
Com um grunhido rouco, Jefferson enterrou fundo pela última vez e gozou forte, jatos grossos e quentes descendo direto pela minha garganta. Ele ficou lá, pulsando, esvaziando tudo enquanto eu engolia desesperadamente, lágrimas escorrendo dos olhos.
Só quando terminou ele puxou o pau devagar, batendo a cabeça ainda sensível e suja contra minha língua e meus lábios, esfregando o resto de porra e saliva no meu rosto.
“Bom garoto… limpou tudinho.” Ele sorriu sacana, guardando o pau ainda meio duro. “Amanhã tem mais. E da próxima vez talvez eu não pare no banheiro.”
Jefferson saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido, me deixando ajoelhado no chão, boca inchada, rosto molhado e o gosto forte dele dominando tudo.
A sexta-feira tinha sido o ápice, mas a segunda-feira começou com um vazio estranho. Passei a manhã inteira olhando de canto de olho para a mesa vazia de Jefferson. O corpo, que já tinha se acostumado a operar em estado de alerta máximo, esperando o calor do hálito dele ou uma encoxada no corredor, começou a entrar em uma espécie de abstinência tensa. Ele não foi trabalhar. Não mandou mensagem. O gosto dele parecia ter sumido da minha boca, mas a cabeça continuava presa naquele banheiro.

?Voltei para casa exausto, com o peso do silêncio me esmagando. Tirei os sapatos, joguei a mochila no sofá e, antes mesmo que pudesse acender a luz da sala, a campainha tocou.

?Três toques curtos, firmes. Sabia exatamente quem era antes mesmo de abrir.

?Quando destranquei a porta, Jefferson entrou sem pedir licença. Ele não vestia a roupa social do escritório; estava de calça jeans escura, jaqueta de couro e tinha aquele mesmo olhar pesado que usou no banheiro. Ele bateu a porta atrás de si, trancou-a e me empurrou contra a madeira, segurando meu queixo com uma das mãos.

?— Achou que eu tinha sumido, né? — murmurou, o polegar apertando minha bochecha com força, forçando minha boca a abrir de leve. — Passei o dia pensando em você trancado naquela porcaria de escritório, com o rabo piscando, esperando por mim.

?Eu mal conseguia respirar, o coração batendo na garganta. Ele soltou meu rosto, meteu a mão no bolso da jaqueta e tirou um pedaço de tecido minúsculo, de renda preta. Jogou contra o meu peito.

?— Vai pro banheiro. Toma um banho decente e bota isso. Quero você saindo de lá parecendo a puta que você provou que é. Anda.

?Segurei o tecido fino entre os dedos, o rosto queimando de vergonha. Olhei para ele, tentando decifrar se havia algum espaço para hesitação, mas os olhos dele só mostravam comando.

?— Não me faz esperar — ele avisou, sentando-se no meu sofá e esticando as pernas, observando cada movimento meu enquanto eu caminhava, estático e completamente dominado, em direção ao banheiro.
Saí do banheiro minutos depois, o corpo ainda úmido do banho quente, a pele arrepiada pelo contraste com o ar da sala. A calcinha de renda preta mal cobria meu pau, que já começava a inchar de vergonha e expectativa. O tecido fino entrava entre as nádegas, marcando cada curva de um jeito que me fazia sentir exposto, ridículo e absurdamente excitado. Parei na entrada da sala, sem saber o que fazer com as mãos.
Jefferson estava largado no sofá, jaqueta aberta, pernas bem abertas. Seus olhos subiram devagar pelo meu corpo, como se estivesse avaliando uma mercadoria. O canto da boca se ergueu num sorriso lento, perigoso.
— Porra… olha só pra você — murmurou, quase para si mesmo. — Tomou banho direitinho, né? Se lavou todo pra mim. Vem cá.
Caminhei até ele com as pernas trêmulas. Assim que cheguei perto o suficiente, Jefferson me puxou pelo pulso e me fez ajoelhar entre suas coxas. O cheiro dele — suor do dia, couro da jaqueta e algo mais cru — me invadiu.
Ele abriu o botão da calça jeans sem pressa, baixou o zíper e puxou o pau pra fora. Estava pesado, meio sujo do dia, a cabeça brilhando com uma leve umidade. Segurou a base com uma mão e, com a outra, agarrou meu cabelo.
— Abre.
Não esperei um segundo comando. Assim que meus lábios se abriram, ele empurrou o quadril pra cima, enfiando o pau fundo na minha boca. Não foi gentil. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a socar, usando minha garganta como se fosse um objeto feito exatamente para aquilo.
— Isso… engole tudo, caralho — rosnou, a voz baixa e rouca. — Passou o dia inteiro no escritório vazio, sentindo falta dessa pica, né? Agora vai limpar ela bem limpinha.
O ritmo era brutal. Cada estocada batia no fundo da minha garganta, fazendo meus olhos lacrimejarem. Saliva escorria pelo queixo, pingando na calcinha. Jefferson não parava, alternando entre socar fundo e manter o pau lá, sufocando-me por longos segundos enquanto me olhava nos olhos.
— Olha pra mim enquanto chupa. Quero ver essa cara de puta desesperada.
Depois de longos minutos me usando assim, ele me puxou pelo cabelo, me virou de costas e me jogou de bruços no sofá. Puxou a calcinha pro lado sem tirar, cuspiu no meu cu e pressionou a cabeça do pau contra a entrada.
— Você se lavou todo aqui… que bonitinho — zombou, voz carregada de desprezo excitado. — Agora aguenta.
Entrou devagar no começo, só pra sentir minha resistência, depois meteu fundo com uma estocada única. Soltei um gemido abafado contra a almofada. Jefferson não deu tempo de me acostumar. Segurou meus quadris e começou a foder com força, batendo fundo, o som molhado e obsceno enchendo a sala.
— Esse cu é meu agora — grunhiu, inclinando-se sobre mim, o peito colado nas minhas costas. — Toda vez que você sentar no escritório, vai lembrar que eu te arrombei.
Ele alternava: socava meu cu com violência controlada, depois puxava pra fora, enfiava na minha boca de novo, fazia eu chupar o gosto do meu próprio cu, e voltava a me foder. Virou-me de lado, de frente com as pernas pra cima, sempre mantendo o controle absoluto. A calcinha de renda estava toda molhada, torcida, marcando minha humilhação.
Jefferson gozou primeiro na minha garganta, segurando minha cabeça firme enquanto esvaziava. Depois, sem dar descanso, me virou novamente e meteu de novo no cu, fodendo até gozar uma segunda vez bem fundo, gemendo baixo contra meu pescoço.
Quando finalmente saiu de dentro de mim, eu estava destruído — corpo mole, cu latejando, boca inchada, a calcinha suja de porra e saliva. Jefferson se levantou, guardou o pau e olhou pra mim com satisfação.
— Amanhã você vai pro trabalho assim… sentindo meu leite escorrendo. E vai sorrir pra todo mundo como se nada tivesse acontecido.
Ele pegou a jaqueta e caminhou até a porta, parando só para olhar pra trás uma última vez.
— Descansa, putinha. Você vai precisar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Jefferson, o cara q trabalha comigo

Codigo do conto:
265385

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/06/2026

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