O que irei contar aconteceu ontem, é um relato curto mas foi tão excitante que tive que registrar. Eu larguei o meu namorado tirando um cochilo em casa e saí pra comprar cigarro, umas oito e meia da noite de sábado, moro numa cidade pequena ao lado de uma maior, com turismo e tudo, então sábados, ela fica vazia, todos indo pra cidade badalada ao lado. Mas muitos turistas alugam casa aqui, por ser mais barato ou por não conseguir alugar na outra por já estar cheia. O posto ficava só umas três quadras. A rua estava completamente vazia — nem um carro, só o silêncio da noite e o farol amarelado de alguns carros distantes. O ar fresco batia no rosto. Passo por um rapaz. Uns 23 anos, cabelo comprido liso caindo até os ombros, óculos de armação fina, bigode e cavanhaque bem feitos. Mão enfiada dentro da calça, claramente se tocando. Olho bastante. Quando olho pra trás, ele está me olhando também — meio de lado, a mão ainda lá dentro, sem vergonha nenhuma. O olhar dele por trás dos óculos é direto, faminto. Resolvo voltar. Ele percebe. Continua andando, mais devagar agora, e entra num terreno baldio. Eu sigo. Tem uma construção pequena, meio abandonada, muro baixo. Ele some por trás do muro. Quando chego, ele já está com o pau de fora — 18 centímetros grossos, veias saltadas, a cabeça larga e brilhante na luz fraca da rua. O cabelo longo balança um pouco quando ele vira o rosto pra mim, os óculos refletindo o pouco de luz. Não penso duas vezes. Caio de joelhos e abro a boca. Agradeço mentalmente por ter tomado banho antes de sair e o cu estar limpo. Enfio aquele pau de 18 cm até o fundo da garganta de uma vez. Engasgo forte, a saliva escorre pelo queixo, os olhos lacrimejam. Ele segura meu cabelo e empurra mais fundo, gemendo baixo enquanto eu engasgo de novo, a garganta se contraindo ao redor da cabeça grossa. Chupo com vontade, sentindo o gosto dele, a veia latejando na língua, engasgando toda vez que ele força até o fundo. A mão dele na minha nuca me guia, mas sem pressa demais — ele gosta de me ouvir engasgar. Depois de um tempo ele me puxa pra cima. Me vira de frente pro muro, me levanta um pouco e me encosta na parede fria. Puxa minha calça e a cueca de uma vez só até as coxas. O frio acertando minha bunda, fazendo a pele arrepiar na hora. Ele cospe na mão, passa no buraco, empurra um dedo novamente, depois dois, abrindo com cuidado mas sem demora. Quando está satisfeito, posiciona a cabeça larga daquele pau de 18 cm ali. Empurra. O primeiro centímetro arde pra caralho. Eu mordo o próprio braço. Ele continua, centímetro por centímetro, esticando meu cu com força, a dor quente e intensa se espalhando. Gemidos baixos escapam mesmo com o braço na boca. Quando ele enfia tudo de uma vez, a dor aperta forte, o cu queima, e eu quase grito. Ele segura minha cintura e começa a foder meu cu com estocadas firmes, profundas, o corpo batendo no meu. O muro arranha minha pele, o cheiro de terra e mato mistura com o cheiro dele. Enquanto ele me fode, eu desço a mão e começo a bater punheta em mim mesmo com força. Os dedos escorregam no meu pau babado, eu esfrego rápido, apertando, gemendo contra o braço. Cada estocada dele no meu cu combina com o movimento da minha mão. A dor da rola grossa entrando e saindo mistura com o prazer de me tocar. Ele geme no meu ouvido, uma mão apertando meu peito por cima da blusa, a outra segurando meu quadril. Eu bato punheta mais rápido, o corpo tremendo, o cu queimando gostoso a cada empurrão fundo daqueles 18 cm. Quando sinto ele engrossar ainda mais e o ritmo ficar irregular, ele puxa quase tudo pra fora e enfia de uma vez, gozando fundo dentro do meu cu, quente, em jatos. Continua empurrando devagar enquanto esvazia, respirando pesado contra meu pescoço. Eu continuo batendo até gozar também, espirrando porra contra o muro, o corpo se contraindo em volta do pau dele ainda dentro de mim. Ficamos assim um instante, ele ainda dentro, os dois ofegantes. Depois ele sai devagar. Eu puxo a calça de volta, sinto o líquido dele escorrendo um pouco. Olho pra ele — o cabelo comprido bagunçado, os óculos um pouco tortos, o bigode e o cavanhaque brilhando de suor. Ele sorri de canto, ainda meio ofegante. — Volta aí qualquer hora — murmura. Eu só aceno com a cabeça, arrumo a roupa e saio do terreno. Caminho pela rua ainda completamente vazia até o posto, compro o cigarro e fumo o melhor cigarro da minha vida no caminho de volta pra casa. Com as pernas um pouco moles, o cu latejando e doendo gostoso, e o namorado ainda dormindo no sofá, sem fazer a menor ideia.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.