Dinho e os pedreiros

Leônidas não consegue passar direto pela obra. Sempre que caminha por ali, seus passos desaceleram. O ritmo diminui, o quadril ganha um molejo discreto e os olhos vão direto para os três pedreiros. Ele desfila na calçada, sustentando o olhar na esperança de que eles percebam o seu interesse.

?Seu foco se divide entre os braços musculosos, cobertos de poeira e suor, e os pelos grossos que descem pelo peito e somem na cintura das calças de brim. Mas o que realmente prende sua atenção é o volume marcado nos shorts gastos. Ele seca cada uma das malas com os olhos enquanto caminha devagar.

?Até que a coragem fala mais alto. Ele para na calçada e puxa assunto:

— O que é que vocês estão reformando aí?

?Um dos homens, com os braços fortes e calejados apoiados numa ferramenta, responde:

— Vai ser uma casa de aluguel. E aqui na frente uma loja de conveniência.

?Leônidas aproveita a abertura, sem conseguir disfarçar o interesse:

— Nossa, mas com esse calor todo... Como é que vocês aguentam trabalhar pesado assim?

?Os pedreiros param para descansar. Enquanto conversam sobre a rotina e o sol quente, a intimidade do ambiente de trabalho transborda. Um deles, sem o menor pudor, enfia a mão grossa por dentro do short e dá uma coçada demorada, ajeitando o volume para o lado. O outro, logo em seguida, faz o mesmo, apertando com força por cima do tecido grosso da bermuda.

?Os pelos dos braços deles brilham com o suor sob o sol. Leônidas fica completamente hipnotizado. O movimento bruto e natural daquelas mãos descendo até as calças deixa o homem sem ar, totalmente preso à cena.

?Leônidas, conhecido como Dinho entre os íntimos, não consegue parar de imaginar o que aqueles homens escondem sob o brim — o formato pesado, a pele salgada pelo dia de trabalho, o cheiro forte de macho misturado a suor e poeira. Seus olhos voltam o tempo todo para os músculos definidos, brilhando sob o sol do meio-dia.

?Foi então que um dos pedreiros, o mais alto, de barriga firme, diz:

— Vou dar uma mijada aqui atrás, rapidinho.

?Ele se afasta alguns passos, indo para o canto da obra, perto de uma parede inacabada. Dinho vira o corpo discretamente, fingindo olhar o movimento da rua, mas com o ouvido atento. O som vem nítido: o jato forte e pesado batendo no chão de terra batida e entulho. Um barulho longo, contínuo, de quem segurou a vontade a manhã inteira. Dinho sente o próprio corpo reagir imediatamente dentro da calça, uma quentura subindo pelas pernas. Ele imagina a cena no canto escuro da parede, o calor daquele momento, a pele úmida. Queria estar ali perto, vendo de perto a bruteza daquela rotina.

?Quando o pedreiro volta, ajeitando o cós do short com a mão grande e cheia de calos, Dinho já está visivelmente perturbado, mudando o peso de uma perna para a outra para disfarçar o volume na calça.

?— Tá tudo bem aí, cara? — pergunta um dos outros, o mais moreno, de barba por fazer, com um sorrisinho de canto de boca. Ele também leva a mão à bermuda, ajeitando o tecido de forma descarada, percebendo o embaraço do visitante.

?Dinho respira fundo, o rosto corado pelo calor e pela vergonha, e decide arriscar:

— Tá calor demais... Vocês tão suados. Deve ser difícil trabalhar no pesado assim, né? Com esse cansaço todo... acumulado.

?Ele deixa o olhar descer novamente pelas pernas cobertas de poeira dos homens. Os três pedreiros trocam um olhar rápido, cúmplice. O mais moreno ri baixo, passando a mão cheia de terra pela barriga suada e descendo os dedos até a borda do short.

?— Cansa mesmo — responde ele, segurando o tecido com firmeza, num gesto que quebra qualquer formalidade. — Quer ver como é o trabalho de perto, Dinho?

?O apelido sai da boca do pedreiro com uma intimidade inesperada. Dinho sente as pernas vacilarem. O cheiro de suor masculino e cimento molhado enche o ar, e a conversa ao redor parece sumir.

?Ele dá um passo para dentro do terreno da obra, o coração batendo na garganta:

— Quero... quero ver como tá ficando por dentro.

?O pedreiro mais moreno, que se chama Marcos, abre um sorriso malicioso e coloca a mão pesada, áspera, nas costas de Dinho, guiando-o para além do tapume, como se fosse mostrar a estrutura da construção.

?— Vem cá, então. Vamos ali nos fundos que a estrutura tá mais adiantada.

?Enquanto caminham devagar pela área cheia de tijolos empilhados, a mão calejada de Marcos desce lentamente pelas costas de Dinho, espalhando o calor da palma até parar bem em cima da bunda. No início parece apenas um toque para direcionar o caminho, mas logo os dedos grossos apertam a carne por cima do tecido fino da calça, apertando com vontade. Dinho solta um suspiro curto, prendendo o ar. A mão de Marcos é extremamente quente, rústica, e não tem pressa — ele aperta, sente o formato e aperta novamente, testando a maciez do corpo do menino.

?Os outros dois vêm logo atrás, fechando o espaço. O mais alto, que tinha ido ao canto da obra, chama-se João. O terceiro, de braços fortes e pele marcada pelo sol, é Roberto.

?Eles levam Dinho para os fundos da construção, atrás de uma parede alta de tijolos cinzentos, ainda sem reboco, bem ao lado de uma pilha enorme de sacos de cimento empilhados até o teto. Dali de trás, ninguém que passa pela calçada ou pela rua consegue enxergar absolutamente nada. Estão completamente isolados do mundo exterior.

?Assim que ficam protegidos pela sombra da parede, João vai direto ao ponto, sem rodeios:

— Tá na hora de parar de só olhar o trabalho dos outros e começar a ajudar, putinha.

?Ele abre o botão estalado da bermuda de brim, puxa o zíper de metal para baixo com um estalo seco e se liberta do tecido. João mostra a rigidez do corpo, a pele morena marcada pelo elástico, o abdômen travado pelo esforço diário. O formato é impressionante, rústico, com veias saltadas que correm pela extensão da pele e uma base grossa. O saco é pesado, coberto de pelos escuros e desalinhados, pendendo entre as coxas grossas.

?— Trabalha um pouco, viadinho. É pra isso que você ficou rondando a nossa calçada, não foi?

?Dinho desaba de joelhos na hora, sem se importar com a poeira cinzenta que suja suas calças ou os pedaços de reboco no chão. O próprio corpo dele responde com força, o tecido da calça esticado ao limite. Ele abre a boca, o queixo tremendo de nervoso, e João segura o topo da sua cabeça com os dedos compridos, enterrando a mão nos cabelos dele e puxando-o para frente com firmeza. Dinho sente o impacto do corpo do homem contra o seu rosto, a pele salgada e quente batendo direto no fundo da boca. Ele engasga no primeiro movimento — a rigidez bruta bate na garganta, bloqueando o ar por um segundo. Lágrimas instintivas brotam nos cantos dos seus olhos enquanto ele tenta respirar de forma curta pelo nariz, a saliva correndo pelos cantos dos lábios já nos primeiros segundos.

?— Isso... engole tudo, menino. Sente o peso do trabalho — diz João entre dentes, mantendo a mão firme na nuca de Dinho, controlando o ritmo, forçando movimentos curtos e profundos que fazem o pescoço do jovem estalar.

?Marcos se aproxima pelo lado esquerdo, já livre das amarras da bermuda. O corpo dele é ainda mais robusto, com o abdômen marcado pelo esforço de carregar peso e uma veia calitrosa que cruza a lateral da coxa. Ele se posiciona bem ao lado da bochecha de Dinho, encostando a pele quente e suada contra a orelha do garoto. Marcos bate de leve com o próprio corpo no rosto de Dinho, deixando um rastro de suor na pele dele, enquanto João continua ditando o ritmo na boca.

?— Abre mais, deixa espaço para os dois, putinha. Hoje o serviço aqui é em dobro.

?João recua apenas o suficiente para que Marcos consiga alinhar o corpo. Dinho, com os olhos vermelhos e cheios de água, sente a pressão dupla contra os lábios. Os dois homens se movem juntos, forçando a entrada ao mesmo tempo. O espaço é mínimo, a pele de um roça na do outro, esticando os cantos da boca de Dinho até o limite do suportável. Ele emite sons abafados, ruídos molhados de sufocamento, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no peito da sua camisa, mas as mãos dos pedreiros nas suas bochechas e na sua nuca não dão margem para recuo. Eles empurram com paciência de quem assenta tijolo, centímetro por centímetro, preenchendo cada espaço da boca do viadinho, que se esforça para sugar o máximo que consegue enquanto engasga.

?Roberto, posicionado logo atrás, não perde tempo. Ele segura o cós da calça de Dinho junto com a cueca e puxa tudo para baixo de uma vez só, prendendo o tecido nos tornozelos do garoto. A bunda clara de Dinho fica totalmente exposta na penumbra da obra — redonda, firme, contrastando com a poeira do chão, as nádegas contraídas pelo susto. Roberto levanta a mão pesada e desfere um tapa estalado, forte, fazendo a carne tremer e deixando a marca vermelha dos seus dedos marcada na pele clara na mesma hora.

?— Olha que beleza de bundinha de viado... limpinha, pedindo o ferro da obra.

?Ele enfia os dedos polegares no meio das nádegas de Dinho, abrindo a carne com força calejada, expondo a intimidade do garoto por completo. Roberto junta um bocado de saliva na boca e cospe direto no meio do rego de Dinho. A saliva espessa escorre devagar, brilhando sob a luz fraca que passa pelas frestas dos tijolos, descendo até a entrada estreita. Na frente, alheios ao que acontece atrás, João e Marcos continuam o movimento compassado, dividindo a boca do menino, entrando e saindo em sincronia, enchendo o rosto dele de marcas úmidas e suor.

?Dinho está completamente rendido, os joelhos ardendo no chão de cimento, a boca totalmente ocupada e esticada pelos dois homens, o peito subindo e descendo num ritmo frenético enquanto Roberto, atrás, continua a espalhar a saliva com a palma da mão, preparando o terreno com movimentos circulares e brutos.

?Roberto se ajoelha logo atrás de Dinho, apoiando os joelhos calejados na terra. Ele firma as duas mãos nos quadris do garoto, cravando os dedos na pele com força para ele não sair do lugar, e apoia o próprio peso contra a entrada estreita. Dinho, ainda com a boca totalmente bloqueada por João e Marcos, sente a ponta da pressão firme e implacável na retaguarda.

?— Vai sentir o tamanho do pedreiro agora, viadinho — rosna Roberto no ouvido dele.

?Ele empurra o corpo para a frente com firmeza. A rigidez do homem força a barreira, vencendo a resistência milímetro por milímetro. Dinho tenta soltar um grito de dor, uma reação desesperada ao sentir a carne sendo esticada como nunca foi antes, mas o som morre na sua própria garganta, transformando-se em um gemido agudo, sufocado e rouco, abafado pelos corpos de João e Marcos. Roberto continua o avanço lento, constante, ignorando o tremor do corpo do garoto. A largura do homem abre caminho, laceando as paredes internas de Dinho, que nunca tinha experimentado algo tão maciço. Quando alcança a metade, Roberto segura os ossos do quadril de Dinho com as duas mãos e dá um impulso seco, enterrando-se por completo até bater com o corpo na bunda do garoto.

?Dinho desaba um pouco mais para a frente, quase tocando o peito no chão sujo, com os braços tremendo para segurar o próprio peso. Lágrimas grossas lavam a poeira do seu rosto enquanto Roberto começa a ditar o ritmo atrás — ele puxa o corpo quase todo para fora e empurra de volta com força, no fundo, fazendo um barulho estalado de pele com pele que ecoa naquele canto escuro da construção.

?João e Marcos controlam a frente. Eles revezam a boca de Dinho com precisão. Quando um puxa o corpo para trás para respirar, o outro avança imediatamente até o limite, mantendo a garganta do menino sempre ocupada, sem dar tempo para ele recuperar o fôlego. Dinho tosse, engasga com o suor e a saliva que se misturam, mas está preso entre os três.

?O revezamento segue pesado por vários minutos. Roberto mantém o ritmo firme no cu de Dinho até cansar os braços, saindo em seguida para dar lugar a João. João, que tem a estrutura ainda mais robusta, assume a traseira sem dar trégua, empurrando com a brutalidade de quem bate estaca. Marcos assume o controle da cabeça de Dinho, segurando os cabelos do menino com força e usando a boca dele sem qualquer delicadeza. A cada troca, o corpo de Dinho vai cedendo mais, a musculatura lá atrás vai ficando relaxada, mais dócil ao tamanho dos homens, aceitando o impacto profundo que chacoalha suas pernas. O menino está entregue, a pele cheia de marcas de dedos escuros de poeira, os joelhos esfolados, mas os pedreiros continuam o trabalho sem interrupção.

?Depois de muito tempo de esforço contínuo, João se afasta um pouco, senta-se de costas em cima de três sacos de cimento empilhados que servem de banco e puxa Dinho pelos braços, forçando-o a virar de frente.

?— Senta aqui, putinha. Faz o trabalho pesado agora.

?Dinho, com as articulações moles e sem forças, apoia os pés no chão de terra e se posiciona por cima das pernas de João. A ponta pesada do homem pressiona a entrada já visivelmente aberta e marcada pelo esforço anterior. Dinho vai descendo o próprio corpo devagar, soltando o peso aos poucos. Centímetro por centímetro, a rigidez de João vai sumindo dentro dele, preenchendo o garoto por completo. Dinho solta um gemido longo, a voz sumindo na garganta, sentindo a sensação de estar totalmente tomado. João firma as mãos grandes na cintura fina do menino e começa a ditar o movimento, puxando-o para baixo e empurrando-o para cima, num ritmo vertical e pesado.

?É nesse momento que Marcos se aproxima por trás de Dinho, aproveitando a posição exposta. Ele cospe na própria palma da mão, esfrega a umidade ao longo do próprio corpo e apoia a extremidade bem ao lado de onde João já está inserido. Dinho arregala os olhos, sentindo o volume duplo pressionar a pele sensível da entrada.

?— Não… por favor… vai rasgar… — consegue murmurar Dinho, com a voz falhando pelo cansaço e pelo choro.

?— Segura o choro, viadinho. Aguenta o tranco — responde Marcos, empurrando o corpo com força total.

?A segunda rigidez força passagem no mesmo espaço, esmagando-se contra a primeira. Dinho solta um grito agudo, audível, uma nota de dor pura quando o tecido cede ao limite extremo e os dois volumes entram juntos, lado a lado. A penetração dupla é violenta, esticando a pele de Dinho de forma absurda. Marcos empurra devagar, mas com uma pressão contínua, ignorando a resistência, até que os dois corpos estejam completamente inseridos, dividindo o mesmo espaço no fundo do menino. O buraco de Dinho está esticado ao máximo, as bordas vermelhas e sofridas, totalmente tomado pela largura dos dois pedreiros que se movem esmagando o interior do garoto.

?Para completar o cerco, Roberto se aproxima pela frente, segura Dinho pelas bochechas com uma das mãos, apertando os dentes dele, e enfia o próprio corpo na boca do jovem, silenciando o choro e os protestos de uma vez. Dinho derrama lágrimas abundantes, que escorrem pelo nariz e se misturam à saliva no corpo de Roberto. O corpo inteiro do garoto treme pela dor e pela sobrecarga de sentidos, mas os três homens continuam o movimento alternado e bruto: os dois embaixo se movem juntos, ora um subindo e o outro descendo, ora os dois estocando juntos até o fundo, enquanto o da frente foca em usar a garganta do menino, batendo com firmeza contra o queixo dele.

?Eles usam o corpo do menino sem pressa e sem qualquer piedade, como se estivessem batendo massa de cimento. João e Marcos fofocam baixo entre as estocadas, rindo do estado do viadinho, mudando o ângulo do quadril para alargar ainda mais o espaço. Roberto fode a boca com força, controlando a respiração de Dinho. O corpo do jovem está completamente entregue, os músculos moles, os braços largados ao lado do corpo, apenas balançando com o impacto dos movimentos dos homens, os olhos fixos no teto de telhas de amianto da obra, chorando baixinho enquanto recebe a carga pesada dos três trabalhadores.

?Continuam naquele ritmo bruto até que o corpo de Dinho parece não responder a mais nada — as pernas totalmente frouxas, o olhar perdido no vazio, as marcas da obra espalhadas pela pele e a boca exausta, completamente dominada pelo cansaço do dia.

O ritmo na penumbra da obra fica ainda mais pesado. O calor ali dentro está sufocando, e o cheiro de suor masculino e terra toma conta de todo o espaço atrás da parede de tijolos. Os três pedreiros começam a arfar mais forte, os movimentos ficando mais rápidos e brutos, mostrando que o serviço está chegando ao fim. O corpo de Dinho apenas chacoalha com o impacto, completamente entregue ao cansaço e ao prazer bruto daqueles homens.
?Marcos e João, que continuam esmagando juntos o cu de Dinho na penetração dupla, aceleram as estocadas de forma violenta. O barulho de carne batendo com força contra as nádegas do menino ecoa rápido no ambiente.
?— Segura o rojão, viadinho, que tá vindo! — rosna Marcos entre dentes, cravando as unhas sujas de cimento nos quadris de Dinho.
?Roberto, que está na frente usando a boca do garoto, segura o cabelo de Dinho com força total, dando as últimas bicadas profundas, enfiando a rola até o limite da garganta. De repente, o corpo de Roberto trava. Ele solta um rosnado alto, a barriga musculosa contraindo com força, e começa a descarregar um jato quente e grosso direto no fundo da boca de Dinho. A porra vem em jatos fortes, enchendo a cavidade do menino. Sem dar tempo para ele respirar, João puxa a rola do cu de Dinho com um estalo molhado e avança para a frente, empurrando o membro também para dentro da boca do garoto, dividindo o espaço com o sêmen que já escorria. João despeja sua carga com força, uma porra grossa e abundante que se mistura com a de Roberto, inundando a boca, o queixo e o peito de Dinho. O menino engole o que consegue no desespero, os olhos revirando de tanta exaustão.
?Enquanto isso, atrás, Marcos fica sozinho no cu arrombado de Dinho. Com as duas mãos firmes na cintura do garoto, ele dá três estocadas brutais, afundando a rola inteira, até o talo, e trava o corpo com as veias do pescoço saltadas.
?— Toma tudo, putinha! É o seu pagamento! — grita Marcos, despejando uma quantidade absurda de porra quente lá dentro.
?Ele pulsa forte, injetando jatos e mais jatos de sêmen direto no fundo do intestino de Dinho. O cu do menino, completamente laceado e aberto pelo esforço dos três, recebe toda aquela carga leitosa. Quando Marcos finalmente se puxa para trás, o cano dele sai estalando, e uma quantidade enorme de porra começa a escorrer e pingar do buraco vermelho e arrombado de Dinho, sujando o chão de terra da obra.
?Dinho desaba de lado nos sacos de cimento, o corpo mole, mole, tremendo da cabeça aos pés. Ele tenta recuperar o fôlego com a boca semiaberta, deixando o resto do sêmen dos dois pedreiros escorrer pelo canto dos lábios inchados, enquanto sente o cu latejar, completamente cheio e transbordando a porra quente de Marcos.
Os três homens dão um passo para trás, respirando fundo enquanto limpam o suor da testa com as costas das mãos calejadas. Eles olham para Dinho, que continua caído de lado em cima dos sacos de cimento, completamente mole, com a boca e o queixo ainda sujos da porra que escorreu, e o cu vermelho latejando, transbordando o sêmen quente.
?Marcos dá uma risada alta, debochada, e cutuca João com o cotovelo:
— Olha o estado do bicho. Tá desmanchado no chão.
?— Ficou limpinho pro serviço — diz Roberto, rindo junto e ajeitando a bermuda, mas sem fechar o zíper. — Mas a obra ainda tá suja. Falta dar o acabamento no viadinho.
?João abre um sorriso safado e dá um passo à frente, parando bem acima da cabeça de Dinho. Ele segura o próprio pau, que ainda está meio grosso e acordado pelo calor do momento, e mira direto no rosto do menino.
?— Abre a boquinha de novo, putinha. Bebe mais um pouco do suor do trabalhador.
?Antes que Dinho consiga reagir ou se afastar, João solta o jato. O mijo vem forte, quente e amarelo, batendo direto na bochecha e correndo para dentro da boca semiaberta de Dinho. O garoto engasga com o gosto forte e salgado, tentando fechar os lábios, mas o jato bate com força, lavando o sêmen que estava seco na sua pele. Ele é obrigado a engolir alguns goles do mijo quente para não sufocar, enquanto o resto escorre pelo pescoço, encharcando os cabelos e a camisa.
?Marcos e Roberto não ficam atrás. Vendo a cena, os dois começam a rir alto, uma risada grossa que ecoa no fundo da obra, e se aproximam para participar.
?— Deixa eu batizar as costas dele — diz Marcos, rindo alto.
?Os dois se posicionam e soltam os jatos ao mesmo tempo. Agora são três jatos cruzados de mijo morno caindo em cima de Dinho. A urina dos pedreiros, concentrada pelo dia inteiro de trabalho pesado no sol, é escura e tem um cheiro forte de macho. O mijo bate nas costas brancas do menino, desce pelas nádegas arrombadas e se mistura com a porra que ainda escorria dali, criando uma poça pastosa e suja no chão de terra batida e poeira de cimento.
?Dinho fecha os olhos com força, sentindo o calor do mijo cobrir seu corpo inteiro, da cabeça aos pés. Ele não tem forças para levantar, apenas aceita o banho dos três homens, ouvindo o som alto do líquido batendo na sua pele e as risadas descaradas deles. O cheiro forte toma conta de todo o ambiente.
?Quando as bacias finalmente esvaziam, os pedreiros dão as últimas sacudidas, rindo alto do estrago. Dinho fica ali jogado, completamente ensopado, exalando o cheiro da urina e do sêmen dos três, todo sujo de poeira grudada no corpo molhado, enquanto os homens começam, finalmente, a puxar os zíperes das bermudas de brim, satisfeitos com o final do serviço.


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Comentários


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sátiro Comentou em 14/07/2026

Votado. Nada melhor do que ser currado por machos roludos, pentelhudos, sacudos e brutos, que tem fodem sem dó até te deixarem todo arregaçado, arrombado e dolorido, sujo de cuspe, porra e mijo, que é como eles marcam sua propriedade. Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram, não importa o que seja tem que aguentar tudo e implorar por mais. A dor passa e o tesão só aumenta, sem dor sem tesão e nada melhor do que ter o cu cheio de porra, cuspe e mijo deles e na cara e boca também.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dinho e os pedreiros

Codigo do conto:
267187

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/07/2026

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2

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