Bruno sequestrado pra ser torturado na punheta

O Sequestro de Bruno
A noite estava quente e silenciosa. Bruno caminhava sozinho por uma rua estreita e mal iluminada, voltando para casa após o treino. Ele era um homem de 27 anos, corpo atlético e definido, peito largo, braços fortes e pernas musculosas de quem corria e malhava regularmente. A camiseta preta justa grudava na pele suada, e o short de nylon marcava o volume entre as coxas. Ele olhava o celular, fones no ouvido, completamente distraído.
De repente, tudo aconteceu muito rápido.
Uma van preta parou bruscamente ao seu lado, portas laterais abrindo com um ruído metálico abafado. Duas figuras fortes surgiram das sombras. Bruno mal teve tempo de reagir. Um deles, alto e de ombros largos, agarrou-o por trás, passando um braço grosso e musculoso ao redor do seu pescoço num mata-leão firme, apertando o suficiente para restringir o ar sem sufocá-lo completamente. O segundo homem, um pouco mais baixo mas igualmente forte, segurou seus braços com rapidez, torcendo-os para trás.
— Que porr—! — Bruno começou a gritar, mas a pressão no pescoço transformou o som num grunhido abafado.
Ele se debateu com força, músculos tensionados, cotovelos tentando acertar os agressores. O corpo quente e suado se contorcia, os tênis arrastando no asfalto. Sentiu o cheiro forte de suor masculino vindo do braço que o prendia — um odor azedo, denso, de homem que estava ativo há horas. O tecido escuro das roupas dos sequestradores roçava contra sua pele, mas ele não conseguia ver nenhum rosto. Ambos usavam máscaras pretas que cobriam completamente a cabeça, com apenas fendas estreitas para os olhos.
O segundo homem pressionou um pano com cheiro doce e químico contra o nariz e a boca de Bruno. Ele prendeu a respiração o máximo possível, o coração disparado, pernas chutando o ar. Mas o oxigênio acabou e ele inalou contra a vontade. A tontura veio rápida, pesada, fazendo seus movimentos ficarem lentos e descoordenados.
Eles o arrastaram para dentro da van. O corpo de Bruno foi jogado no chão metálico frio. As portas se fecharam com um baque seco e a van começou a se mover suavemente, sem pressa.
Dentro do espaço escuro e confinado, o ar estava quente, carregado com o cheiro dos dois homens — suor, couro e um leve aroma metálico. Bruno, ainda semi-consciente, sentia o metal gelado contra a pele quente das costas. Mãos fortes e ásperas trabalharam rápido.
Primeiro, amarraram seus pulsos com corda grossa atrás das costas, apertando o suficiente para deixar a pele avermelhada. Depois, puxaram a camiseta para cima e a tiraram completamente, expondo o peito largo, os mamilos escuros e o abdômen definido brilhando de suor. O ar frio da van soprou sobre a pele nua, arrepiando-o.
Em seguida, puxaram o short e a cueca para baixo num único movimento. O tecido deslizou pelas coxas grossas e musculosas, passando pelos joelhos até os pés. O pau de Bruno, grosso e pesado, caiu livre entre as pernas, mole e exposto. Tiraram também os tênis e as meias, deixando-o completamente nu no chão da van.
Bruno gemeu baixo, a cabeça girando, o corpo pesado e mole pela substância que havia inalado. Uma venda preta grossa foi colocada sobre seus olhos, mergulhando-o na escuridão total. Uma mordaça de bola foi enfiada entre seus dentes, a tira apertada atrás da cabeça. O gosto de borracha encheu sua boca.
Um dos sequestradores segurou sua cabeça erguida. Ouviu o som de líquido sendo derramado num copo plástico. O segundo homem tirou a mordaça apenas o suficiente para encostar o copo nos lábios de Bruno.
— Bebe — ordenou uma voz rouca e baixa, distorcida, impossível de identificar.
Bruno tentou virar o rosto, mas mãos firmes seguraram sua mandíbula. O líquido foi derramado devagar em sua boca. Água morna com um gosto ligeiramente amargo e químico. Ele engasgou, tossiu, mas a maior parte desceu pela garganta. Eles continuaram derramando até o copo ficar vazio, forçando-o a engolir tudo.
— Isso… bebe tudo — murmurou a mesma voz baixa.
A mordaça foi recolocada. Bruno sentiu o líquido descer quente pelo estômago. Não sabia o que era, mas um calor estranho começou a se espalhar lentamente pelo seu corpo, especialmente na virilha. Seu pau, ainda mole, deu um leve pulsar involuntário contra a coxa.
A van seguia em movimento constante. O chão metálico frio contra sua pele nua, o ronco baixo do motor, a respiração pesada dos dois sequestradores mascarados ao redor. Bruno, completamente nu, amarrado, vendado e amordaçado, sentia cada curva da estrada no corpo exposto. O calor do Viagra diluído começava a subir, fazendo seu pau inchar devagar, ficando semi-duro apesar da situação, traidor contra sua vontade.
Um dos homens passou a mão grande e áspera pelo peito dele, sentindo os músculos, descendo pela barriga, parando logo acima do pau que agora endurecia lentamente. Não falou nada. Apenas observava.
A viagem continuava na escuridão. Bruno respirava pesado pelo nariz, o corpo nu tremendo levemente — parte de medo, parte do efeito crescente da droga que circulava em seu sangue, deixando seu pau cada vez mais duro e latejante, completamente exposto no chão frio da van.
A van parou com um leve solavanco. O motor foi desligado e o silêncio repentino deixou Bruno ainda mais alerta, o coração martelando no peito. Ainda completamente nu, vendado, amordaçado e com os pulsos amarrados atrás das costas, ele sentia o corpo quente e suado colado no chão metálico frio da van. Seu pau latejava duro, inchado pelo efeito do Viagra que haviam forçado ele a beber. A ereção era quase dolorosa, latejante, completamente contra sua vontade.
As portas da van abriram. Mãos fortes o agarraram pelos braços e o puxaram para fora. Seus pés descalços tocaram chão de concreto frio e irregular. O ar era mais úmido e frio, com cheiro de mofo, concreto úmido e algo metálico. Eles o arrastaram alguns metros, seus joelhos batendo contra o chão quando tropeçava. Bruno tentava resistir, mas o corpo ainda estava fraco pela substância inalada e o Viagra deixava suas pernas trêmulas.
Eles o forçaram a sentar numa cadeira de madeira pesada e sólida. Os dois sequestradores trabalharam em silêncio. Desamarraram seus pulsos apenas por segundos para prender cada braço nas laterais da cadeira, usando tiras grossas de couro que apertavam firme contra a pele. As pernas foram abertas e amarradas nos pés da cadeira, deixando-as bem separadas, expondo completamente seu pau duro e as bolas pesadas. O peito largo subia e descia rápido, suor escorrendo pela barriga.
A mordaça foi retirada por um momento, mas antes que Bruno pudesse falar, uma das mãos pressionou um copo contra seus lábios novamente, forçando mais alguns goles de água. Depois, a mordaça voltou, bem apertada.
Um dos homens se posicionou à frente. Bruno sentiu mãos grandes e quentes envolverem seu pau duro. A palma áspera deslizou devagar pela extensão toda, apertando levemente a cabeça inchada. Ele gemeu abafado contra a mordaça, o corpo tensionando. A outra mão segurou as bolas, massageando devagar enquanto os dedos subiam e desciam pelo eixo latejante.
A punheta começou lenta, ritmada. Polegar passando sobre a glande sensível a cada subida, espalhando o pré-gozo que escorria abundante. Bruno respirava pesado pelo nariz, o pau pulsando forte na mão desconhecida. O prazer era intenso, forçado, o Viagra deixando tudo amplificado. Os movimentos aceleraram. A mão subia e descia com mais firmeza, apertando a cabeça a cada passagem.
Ele tentou segurar, resistir, mas o orgasmo veio forte. O corpo de Bruno arqueou na cadeira, músculos tensionados, e jatos grossos de porra começaram a sair. O sêmen quente espirrou alto no peito e na barriga, escorrendo em fios grossos pela pele suada. Ele gemeu alto contra a mordaça, o pau pulsando violentamente enquanto esvaziava.
Mas a mão não parou.
Continuou masturbando o pau sensível logo após o gozo. Bruno se contorceu, o prazer virando imediatamente uma sensação insuportável, como fogo correndo pelas veias. Ele gritou abafado, o corpo tentando se afastar, mas as amarras seguravam firme. A mão deslizava rápida, lubrificada pela porra que acabara de sair, apertando a cabeça vermelha e inchada.
— Mmmph! — o som saiu desesperado pela mordaça.
Um dos sequestradores pegou um pano macio embebido em óleo morno. Pressionou o tecido encharcado diretamente contra a cabeça do pau de Bruno, esfregando em círculos lentos e firmes. O óleo quente tornava tudo escorregadio, brilhante, amplificando cada toque. A sensação era insana — quente, lisa, intensa demais no ponto mais sensível.
Bruno gritava contra a mordaça, o corpo se debatendo na cadeira. A segunda mão voltou a masturbar o eixo enquanto o pano continuava esfregando a glande. O prazer doloroso subia em ondas. Ele gozou novamente, um orgasmo seco e torturante, apenas alguns fios fracos de porra saindo enquanto seu corpo convulsionava.
Ainda assim, as mãos não pararam.
Agora ambas as mãos estavam lambuzadas de lubrificante grosso e óleo, deslizando pelo pau hipersensível. Uma concentrada na cabeça, apertando e girando a palma aberta sobre a glande. A outra masturbava o eixo inteiro com movimentos rápidos e implacáveis. O som molhado, obsceno, ecoava no lugar.
Bruno gritava sem parar, o som abafado saindo rouco pela mordaça. A sensação era como choques elétricos percorrendo todo o corpo — da ponta do pau até a barriga, subindo pela espinha, fazendo os músculos das coxas tremerem violentamente. Cada toque enviava uma corrente dolorosa de prazer excessivo. Lágrimas escorriam por baixo da venda. Seu pau estava vermelho, inchado, brilhando de lubrificante e óleo.
Ele sentia o mijo subindo, a pressão na bexiga ficando insuportável por causa da estimulação constante. O corpo lutava, mas as mãos não davam trégua. Os dedos apertavam, deslizavam, torciam levemente a cabeça sensível.
De repente, Bruno urrou contra a mordaça. Um jato forte e quente de mijo escapou do pau, subindo alto e caindo sobre seu próprio peito e barriga. Depois outro jato, e mais outro. Os sequestradores continuaram masturbando enquanto ele mijava, forçando os jatos a saírem irregulares, misturando com o lubrificante. O mijo quente escorria pelo pau, pelas bolas, encharcando a cadeira e o chão.
Eles não pararam. As mãos lambuzadas continuaram a tortura, apertando a glande, deslizando rápido pelo eixo molhado de mijo e lubrificante. Bruno mijava sem controle, jatos longos e fortes saindo enquanto gritava, o corpo inteiro tremendo como se estivesse levando choques. O cheiro forte de urina encheu o ar.
Só depois de vários minutos, quando o pau dele já havia soltado praticamente todo o mijo que tinha na bexiga, formando uma grande poça no chão, as mãos finalmente diminuíram o ritmo e pararam.
Bruno ficou ali, ofegante, corpo mole contra as amarras, pau ainda semi-duro e extremamente sensível pulsando no ar, coberto de porra, óleo, lubrificante e mijo. O peito subia e descia rápido, suor e urina escorrendo pela pele. A venda ainda firme nos olhos, impedindo que visse qualquer coisa.
Um dos sequestradores passou a mão molhada no peito dele, espalhando o líquido, e soltou uma risada baixa.
—Bom garoto—ele ouviu.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


263289 - Leonardo e os 5 negoes : submissão e pés - Categoria: Gays - Votos: 2
263196 - Sérgio e Beto, encoxadas no futebol. - Categoria: Gays - Votos: 4
263125 - Juninho na república - Categoria: Gays - Votos: 6
262892 - Leonardo e os 5 negões - Categoria: Gays - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico thiagop

Nome do conto:
Bruno sequestrado pra ser torturado na punheta

Codigo do conto:
263276

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/05/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0