?Cheguei perto sem fazer barulho e joguei a mão na coxa dele, dando aquela apertada. O cara nem piscou, só abriu mais as pernas e largou o espaço ali para mim. Abaixei a cabeça e recomecei o serviço, sabendo que não dava para ter pressa se eu quisesse fazer ele entregar tudo. Grudei a boca na cabeça do pau dele, usando a língua para circular a uretra, dando pequenas sugadas rítmicas, sem soltar. Ao mesmo tempo, enfiei a mão por trás. Meus dedos já estavam ensopados de suor e saliva, então foi fácil. Enrolei o primeiro dedo no cu dele, forcei um pouco e foi. Logo depois já empurrei o segundo e o terceiro, fudendo o buraquinho dele, enfiando e tirando os três dedos bem fundo.
?Mas eu não estava só enfiando e tirando; comecei a curvar os dedos ali dentro, pressionando a parede anterior, bem onde fica a próstata, massageando com força. No começo, ele só deu um estalo com a língua e tentou segurar. Mas eu mantive o ritmo, sem dar trégua. Passaram-se cinco minutos, depois dez, e o cenário mudou. A fricção dos meus dedos lá dentro começou a mandar um sinal confuso para o cérebro dele. A próstata começou a inchar de tanto estímulo, e aquela massagem contínua começou a pressionar diretamente o canal da bexiga.
?O duplo estímulo deixou o cara louco. Ele começou a se contorcer na maca, jogando o quadril para cima e soltando uns gemidos abafados, enquanto o pau dele ia bombando de sangue dentro da minha boca até virar uma pedra. Uma rola monstro de uns 22 centímetros, cheia de veia pulando e com a cabeça roxa, completamente inchada. A voz dele já saía arrastada, o peito subindo e descendo numa velocidade assustadora:
?— Cara... para um pouco... — ele murmurou, tentando afastar o quadril. — Tá me dando... uma vontade absurda de... porra, não vai dar.
?— Aguenta — falei, soltando o pau dele só por um segundo, antes de voltar a sugar com mais força, fazendo um vácuo pesado na cabeça da rola.
?As mãos dele, que antes estavam soltas, agora agarravam as próprias coxas, os nós dos dedos ficando brancos de tanto aperto. O conflito na cabeça dele era nítido: o corpo pedia para relaxar e soltar tudo pelo prazer do estímulo, mas o cérebro tentava travar o rabo para não passar aquela vergonha ali na minha frente. Foram mais uns cinco minutos de pura tortura psicológica e física para ele. Eu não dava sossego. Toda vez que sentia que o cu dele ia fechar para tentar segurar o mijo, eu forçava os três dedos um pouco mais fundo, massageando o ponto exato que desarmava a resistência dele. O pau dele latejava tanto que parecia que ia rasgar, babando sem parar. O suor dele pingava na maca, misturado com o vapor da sauna.
?— Eu vou mijar! Caralho, eu vou mijar na tua boca, para! — ele gritou, o desespero tomando conta da voz, o quadril dando uns trancos involuntários para cima, tentando fugir dos meus dedos.
?— É para mijar mesmo — murmurei contra a pele dele, voltando a lacrar os meus lábios ao redor da cabeça do pau, deixando a garganta aberta e preparada.
?A linha de defesa dele quebrou de vez. O cu dele deu aquela última piscada violenta, prendendo meus dedos com uma força absurda, e logo em seguida relaxou por completo, como se uma represa estivesse caindo. A barriga dele ficou dura como pedra, os músculos do abdômen saltando para fora com o esforço que o próprio corpo fazia para expelir tudo.
?E aí não teve mais volta. O primeiro jato veio com uma pressão brutal, explodindo fervendo direto no fundo da minha garganta. Um líquido quente para caralho, salgado, amarelo-escuro, que encheu a minha boca num piscar de olhos. Eu não afastei. Grudei os lábios na base da cabeça do pau dele, lacrando tudo para não perder uma gota, e comecei a engolir com força. Minha garganta trabalhava rápido, num ritmo frenético, engolindo aquele mijo fervendo que descia queimando pelo meu peito e ia direto para o estômago, me dando um tesão bizarro.
?— Porra... tô mijando... — ele soltou um gemido grosso, meio assustado, sem conseguir segurar o fluxo.
?E não parava mais. O segundo jato veio com ainda mais força, estufando minhas bochechas. Engoli fazendo barulho, o gosto forte tomando conta de tudo, enquanto meus três dedos continuavam enterrados no cu dele, sentindo as paredes internas piscarem e darem espasmos violentos a cada bombada que a bexiga dele dava. Dá para ver os gomos do abdômen dele travados, duros, fazendo força para esvaziar tudo em mim.
?Foi mais de três minutos daquele mijo, jato atrás de jato. Eu me sentia uma verdadeira privada humana, bebendo tudo com uma fome insana, adorando o peso quente que ia se acumulando na minha barriga. Teve uma hora que a pressão foi tanta que o mijo começou a escorrer pelo canto da minha boca, mas eu deu uma sugada violenta para dentro de uma vez, limpando o queixo e engolindo o resto. Meu próprio pau estava tão duro que já estava babando pré-gozo puro no chão da sauna.
?Quando o fluxo começou a morrer, os jatos viraram um fiozinho fraco e morno. Eu suguei até o fim, enfiando a ponta da língua bem na uretra dele para puxar até a última gota de mijo dali de dentro. Só aí soltei. O cara desabou na maca, mole, com o peito subindo e descendo rápido, completamente nocauteado de tanto prazer.
?Levantei a cabeça devagar, com a boca brilhando e o queixo babado. Dei a última engolida e sussurreu bem perto dele:
?— Bebi tudinho. Não sobrou nada.
?O cara abriu os olhos, com a cara vermelha de vergonha e tesão, olhando para magnetismomigo sem acreditar.
?— Caralho... você engoliu mesmo tudo?
?Não dei tempo para conversa. Peguei ele pelo quadril e virei o cara de bruços na marra, deixando aquela bunda morena e forte empinada bem na minha direção. O cu dele estava bem vermelho e completamente escancarado por causa dos meus três dedos. Cuspi um monte na palma da mão, passei na minha rola que estava estalando de dura e mirei bem na entrada daquele buraco relaxado.
?Empurrei com tudo de uma vez só.
?Meu pau entrou inteiro, enterrando até as bolas naquele cu quente e macio de uma lapada só. O cara soltou um grito alto, um "Ahhh!" que ecoou nas paredes de azulejo da sauna, e cravou as unhas no estofado da maca. Era carne com carne colando com força. Sem esperar ele acostumar, comecei a foder com vontade, dando estocadas brutais e ritmadas.
?O som daquela foda era alto, um barulho molhado de pele batendo na bunda dele a cada entrada, misturado com o som do vapor da sauna. Eu segurava a cintura dele com as duas mãos, enterrando os dedos na carne, e puxava o quadril dele contra o meu com força total. A cada estocada funda que eu dava, sentia o peso do mijo dele balançando na minha barriga, o que me deixava ainda mais tarado. O cu dele era apertado e parecia uma esponja quente, sugando e espremendo meu pau inteiro toda vez que eu entrava.
?— Isso... me fode, caralho... fode meu cu! — ele começou a berrar, jogando a bunda para trás para receber o pau ainda mais fundo.
?A foda virou uma carnificina. Eu já não tinha mais pena. Metia com raiva, o pau entrando e saindo todo babado, estocando direto na próstata dele. O cara enterrava a cara no braço, chorando de tesão e gemendo sem parar, com as pernas tremendo todas. Eu puxei o cabelo dele para trás, deixando o pescoço dele exposto, e continuei socando forte, sem parar o ritmo por nada. O calor ali dentro estava derretendo a gente, o suor escorrendo dos nossos corpos e deixando a foda ainda mais escorregadia e barulhenta.
?Sentindo que o rabo dele estava piscando desesperado ao redor do meu pau, acelerei ao máximo, dando as últimas estocadas, as mais violentas, enfiando tudo o que eu tinha. O cara deu um último grito totalmente descontrolado quando eu cheguei no limite. Travei meu quadril colado na bunda dele e gozei. Foi uma explosão de jatos grossos e quentes, despejando uma quantidade absurda de porra bem no fundo do cu dele. O cara desabou desmaiado para a frente enquanto o cu dele continuava dando espasmos, tentando engolir o resto do meu sêmen que inundava tudo ali dentro.