O celular queimava na minha mão a cada nova notificação que iluminava a tela no escuro do quarto. O moleque era novo, lindo, com aquele rosto perfeito de quem sabe exatamente o impacto que causa, e o papo no aplicativo foi escalando numa velocidade que me deixou tonto. ?As mensagens dele eram diretas, sem rodeios, carregadas de uma audácia que me acendia por dentro. “Quero te ver hoje à noite”, ele mandou, emendando logo em seguida com o que realmente queria: “Mas tem que ser do meu jeito. Quero armar a câmera do celular e filmar enquanto mijo todinho na sua boca”. ?Na hora, meu estômago deu um nó. O tesão subiu pesado, mas o cagaço foi junto. “Você tá louco? E se esse vídeo vaza? Nem fodendo, morro de medo disso parar na internet”, respondi, com os dedos quase tremendo no teclado. Ele visualizou na hora. A resposta veio em áudio, com aquela voz grave, super calma e cheia de marra: “Relaxa, bicho. Jura que você tá com medo disso? O vídeo é só meu, um fetiche que eu quero guardar para assistir sozinho quando estiver duro em casa. Fica entre a gente, prometo por tudo”. ?Eu ainda tentei resistir, argumentando que era perigoso, mas ele sabia jogar. Mandou uma foto de visualização única do pau dele, já meio duro sob a cueca, e completou: “Vai arregar agora? Vai ser inesquecível, só aceita”. A mistura da insistence dele, a promessa de sigilo e a imagem daquela simetria perfeita quebraram qualquer barreira. O tesão venceu o medo. Digitei apenas um “Tá bom, onde?” e ele mandou a localização do parque. ?O ponto de encontro foi o banheiro do lugar, tarde da noite, no breu. O silêncio do espaço era quebrado apenas pelo barulho dos nossos passos ecoando no azulejo. Quando entramos na cabine escura e a tranca bateu, o clima mudou. Ele não perdeu tempo: sacou o celular, acendeu a câmera e, com a outra mão, libertou o pau da calça. Era enorme, grosso, com as veias saltadas e uma cabeça robusta que já brilhava no topo, completamente rígido. ?Ele segurou o meu cabelo com força, me obrigando a ajoelhar no chão frio do banheiro. Sem aviso ou preliminar, ele guiou aquela peça gigante e socou direto na minha boca. Entrou tudo de uma vez, batendo seco no fundo da minha garganta. O impacto foi tão violento que meu corpo reagiu na hora: uma ânsia forte travou o meu peito, e os meus olhos começaram a lacrimejar instantaneamente, as lágrimas escorrendo quentes pelas minhas bochechas. ?Ele começou um vaivém agressivo e sem pausas. A cada estocada profunda, a cabeça do pau dele esbarrava no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar e produzir aquele som abafado, sufocado. Minha boca não conseguia dar conta de tanta espessura; a saliva começou a engrossar rapidamente, transbordando pelos cantos dos lábios e escorrendo pelo meu queixo, me deixando completamente babado enquanto o som úmido da carne batendo contra o meu rosto ecoava na cabine. Ele gemia baixinho, hipnotizado pela própria imagem na tela, até que travou o quadril com força contra a minha cara. Senti o jato grosso e quente de porra disparar direto na minha garganta. A quantidade era tanta que o sêmen denso recheou a minha boca, me fazendo engasgar feio com o gosto forte e a textura viscosa, lutando para engolir tudo enquanto ele empurrava o pau ainda mais fundo para derramar até a última gota. ?Eu ainda tentava recuperar o fôlego, com os lábios anestesiados e o queixo brilhando de saliva e sêmen, quando ele deu um passo para trás para mudar o ângulo da gravação. Olhando pelo visor do celular, ele esticou o braço, posicionando a lente bem de cima. ?"Inclina a cabeça para trás. Mais. Deixa o celular pegar bem o seu rosto", ele mandou com a voz rouca, autoritário. ?Eu obedeci, forçando o pescoço para trás, deixando a boca bem aberta e escancarada em direção ao teto. Ele mirou a ponta do pau bem no centro dos meus lábios e liberou o fluxo. O jato veio firme, forte e muito quente. Uma quantidade absurda de urina dourada e fumegante começou a jorrar, batendo com força direto no fundo da minha boca. ?O som do mijo batendo na cavidade era úmido e contínuo, misturando-se com os barulhos sôfregos que eu fazia para tentar dar conta daquele volume. O gosto forte e o calor intenso tomaram conta de tudo. Conforme o líquido subia e inundava a minha boca, o cheiro e o sabor pesado me deram uma forte ânsia de vômito. Meu corpo inteiro tencionou, o estômago subiu até o peito e uma contração forte na garganta quase me fez pôr tudo para fora. Mas eu me forcei a aguentar, lutando contra o próprio reflexo de rejeição, movido pelo tesão absurdo daquela humilhação. ?Comecei a dar goles rápidos, desesperados e compassados para vencer a náusea. Glub, glub, glub... Cada gole forçado fazia meus olhos arderem ainda mais, sentindo aquela onda quente e espessa descer rasgando pelo pescoço. O mijo continuava vindo em abundância, enchendo as minhas bochechas a ponto de quase transbordar, mas mantive o foco absoluto em dominar o estômago e não deixar nada escapar. Concentrei cada músculo para funcionar como o receptáculo perfeito que ele queria filmar. Engoli toda aquela quantidade imensa, lutando contra o nojo e o prazer, limpando os restos com a língua antes de finalmente fechar os lábios, exausto e trêmulo. ?Ele olhou para a tela do celular, com um sorriso enorme de satisfação, claramente radiante com o filme que tinha acabado de produzir. Se despediu rindo, orgulhoso da performance. ?A ficha só caiu de verdade uns dias depois. Navegando pela internet, acabei caindo no perfil do OnlyFans dele. O choque foi imediato. O vídeo estava lá, público, em alta definição. E o título que ele escolheu para a minha entrega total foi o soco mais pesado: ?“A cadela de boca de privada”.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.