Luan caminhava rebolando devagar pela rua deserta, sentindo o jeans justo e surrado marcar cada curva do seu corpo. O tecido grosso estava completamente enfiado entre as nádegas grandes e empinadas, deixando quase toda a bunda redonda à mostra, com as bordas do jeans marcando a carne macia de forma obscena a cada passo. Ao dobrar a esquina, ele viu o homem sentado sobre uns papelões amassados embaixo de uma marquise velha. Era um sujeito forte, de barba crespa e grisalha, vestindo uma calça jeans gasta e rasgada nos joelhos. Quando Luan passou bem na frente dele, o homem ergueu os olhos pesados e estendeu a mão calejada. — E aí, meu jovem... Tem uns trocados aí pra ajudar a comprar uma marmita? Qualquer coisa ajuda, por favor. Luan parou imediatamente, sentindo o coração acelerar de tesão. Em vez de pegar o dinheiro de forma normal, ele se inclinou todo para frente, empinando exageradamente a bunda gigante bem na direção do rosto do homem. O jeans ficou ainda mais enfiado no rego, destacando cada detalhe da carne farta e macia. Ele demorou bastante tateando o bolso, rebolando de leve de propósito. O homem congelou, olhando fixamente para aquela bunda exposta a poucos centímetros do seu nariz. — Caralho, loirinho... Que raba gostosa é essa? Você quer matar um trabalhador, é? — murmurou o homem com a voz rouca, soltando um riso baixo e impressionado. Luan olhou por cima do ombro com um sorriso safado e entregou as moedas. — Gostou do que viu? Se quiser, pode chegar mais perto... — provocou, a voz baixa e manhosa. O homem guardou o dinheiro rápido e, sem perder tempo, abriu o zíper da calça. Puxou para fora um pau grosso, pesado, com veias marcadas e um cheiro forte, bruto, de quem vivia na rua. Luan sentiu a boca encher de água. Ele se ajoelhou ali mesmo no papelão sujo, sem se importar com o desconforto. Segurou a base da rola com as duas mãos e aproximou o rosto. Primeiro, cheirou profundamente, depois começou a lamber devagar, passando a língua quente por toda a extensão, desde as bolas pesadas e peludas até a cabeça grossa. O gosto salgado e forte só o deixava mais louco. — Deixa eu limpar bem pra você... — sussurrou Luan antes de abrir a boca e engolir o pau. Ele chupou com fome, descendo o máximo que conseguia, sentindo a grossura forçando sua garganta. Lágrimas começaram a se formar nos cantos dos olhos enquanto ele forçava mais fundo, engasgando, babando copiosamente pela chinela toda. Mesmo assim, não parava. Subia e descia a cabeça com ritmo, chupando com força, fazendo barulhos molhados e obscenos. A rola ficava cada vez mais dura e latejante dentro da sua boca quente. Luan chorava de verdade agora — lágrimas grossas escorrendo pelo rosto enquanto ele se esforçava para engolir mais fundo, o nariz encostando nos pelos pubianos suados do homem. Ele tossia, engasgava, mas voltava com mais vontade, lambendo, chupando as bolas, passando a língua na cabeça inchada e voltando a engolir até o limite. O pau brilhava inteiro, coberto de saliva grossa que escorria pelo queixo de Luan. O homem gemeu rouco, segurando a cabeça loira com as mãos pesadas, fudendo a boca dele com estocadas curtas e brutas. — Porra, garoto... você chupa melhor que muitas puta da rua... Depois de longos minutos de boquete intenso, o homem puxou Luan pelos cabelos, virando-o de costas com urgência. Puxou o jeans dele para baixo com força até os joelhos, expondo completamente a bunda branca e grande. Sem qualquer lubrificante ou preparação, cuspiu na própria mão, passou rapidamente na rola e se posicionou. — Segura aí, loirinho... Empurrou com toda a força. A cabeça grossa forçou a entrada estreita e o pau inteiro afundou de uma vez, rasgando caminho por dentro de Luan. A dor foi brutal. Luan mordeu o próprio braço com força para não gritar, os olhos enchendo de lágrimas novamente enquanto o corpo tremia inteiro. Parecia que estava sendo partido ao meio. O homem não deu trégua: segurou o quadril macio com mãos firmes e começou a meter com estocadas pesadas, brutais, fazendo a bunda de Luan balançar violentamente a cada pancada. — Ahh... caralho... — Luan choramingava baixinho, lágrimas escorrendo sem parar, o corpo todo suado apesar do frio da noite. O som de carne batendo contra carne ecoava baixo sob a marquise. O homem metia sem piedade, tirando quase tudo e enfiando até o talo, as bolas pesadas batendo contra as de Luan. A dor inicial foi lentamente se misturando com um prazer doentio e profundo. — Me... me chama de Luana... por favor... — pediu Luan, a voz embargada de tesão e sofrimento. O homem soltou uma risada rouca e deu um tapa forte na bunda, deixando a marca vermelha. — Então toma, Luana! Toma essa rola grossa, sua puta de rua! — rosnou, acelerando o ritmo, metendo ainda mais fundo e mais forte. Ele fodeu Luan de quatro por um bom tempo, alternando tapas estalados nas nádegas que iam ficando cada vez mais vermelhas. Depois, puxou o garoto pelos braços, deitando-o de costas sobre os papelões. Jogou as pernas de Luan por cima dos ombros largos e voltou a penetrá-lo com tudo. Nessa posição, o pau entrava ainda mais fundo, batendo direto na próstata. Luan arregalou os olhos, a boca aberta num gemido silencioso, chorando e babando de prazer. Cada estocada fazia seu corpo sacudir, a bunda grande batendo contra o papelão sujo. O homem metia com força animal, suado, rosnando palavrões enquanto sentia o cu apertado de Luan massagear sua rola inteira. — Tá gostando, Luana? Tá sentindo o pau do mendigo te arrombar? — grunhia ele, acelerando ainda mais. Luan só conseguia gemer e chorar, completamente entregue, o próprio pau duro babando pré-gozo na barriga. O prazer era tão intenso que ele gozou primeiro, jorrando sem nem tocar no pau, o corpo convulsionando enquanto o homem continuava metendo sem parar. Pouco depois, o homem deu umas últimas estocadas profundas e grossas e gozou violentamente dentro de Luan, enchendo-o até transbordar. Ficou ali, enterrado até o fim, ofegando contra o pescoço do loiro. Os dois ficaram em silêncio por um momento, apenas o som da respiração pesada preenchendo o espaço escuro sob a marquise.
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