A festa finalmente acabou por volta das 4h da manhã. A república estava destruída: copos virados, garrafas vazias, cinzeiros lotados, chão grudento de bebida derramada e restos de comida. A maioria dos convidados já tinha ido embora. Apenas os cinco negões do time titular continuavam na sala, esparramados nos sofás e poltronas, suados, exaustos e ainda com aquela energia dominante.
Leonardo estava ajoelhado no meio da sala, limpando a bagunça toda, demoraria o dia inteiro.
Kauan, o pivô imenso, espreguiçou-se no sofá grande, tirando os tênis Nike surrados do treino e da festa. O cheiro forte de suor de pé imediatamente invadiu a sala.
— Ei, putinha branca — chamou ele com voz rouca e cansada, mas ainda autoritária. — Vem cá. A festa acabou, mas o serviço não. Vem limpar os pés dos seus donos.
Leonardo engoliu em seco, o rosto queimando de nova humilhação. Ele já tinha bebido mijo na frente de estranhos, tinha sido arrombado no quintal, e agora isso...
— Kauan... por favor... — murmurou baixinho, voz rouca de tanto chupar pau a noite toda.
Tiago deu uma risada baixa e cruel, já tirando os próprios tênis.
— "Por favor" nada, viadinho. Você é nossa empregadinha agora. Vem com a língua. Quero sentir essa boquinha de puta lavando o suor do meu pé.
Leonardo engatinhou até o centro do círculo que os cinco formaram. O cheiro era intenso: suor concentrado de pés que passaram o dia no tênis, dançaram na festa e foderam ele. Um odor forte, azedo, almiscarado e masculino.
Kauan levantou o pé enorme, tamanho 46, planta suada e brilhando, e plantou diretamente no rosto de Leonardo.
— Começa por mim. Lambe. Entre os dedos também. Quero ver essa língua trabalhando direito.
Leonardo, tremendo de vergonha, aproximou o rosto. O cheiro era avassalador. Ele esticou a língua e passou devagar pela sola quente e suada do pé de Kauan. O gosto salgado, azedo e terroso invadiu sua boca imediatamente. Ele lambeu devagar, de baixo para cima, sentindo a textura áspera da pele grossa.
— Isso... lambe direitinho, branquelo — grunhiu Kauan, pressionando o pé contra o rosto dele. — Tira todo esse suor que acumulou por sua causa. Você que deixou a gente todo suado hoje.
Leonardo obedeceu, passando a língua entre os dedos grossos, chupando um por um, sugando o suor acumulado. O gosto era forte, quase enjoativo. Ele sentia ânsia de vez em quando, mas engolia tudo, gemendo baixinho de humilhação.
Tiago não esperou. Esticou o outro pé e esfregou a sola suada na bochecha de Leonardo, sujando o rosto dele com suor.
— Minha vez, vadia. Chupa os meus dedos. Enfia a língua bem fundo entre eles.
Leonardo virou o rosto e começou a chupar os dedos de Tiago, um por um, como se fossem paus pequenos. A saliva escorria pelo queixo enquanto ele lambia, sugava e limpava cada centímetro. Ruan e Marcelo também aproximaram os pés, esfregando as plantas suadas no rosto, cabelo e pescoço dele.
— Olha o estado dessa puta... lambendo pé de negão como um cachorrinho — riu Marcelo, pressionando os dedos contra a língua de Leonardo.
Dênis, o mais quieto, segurou a cabeça de Leonardo com uma mão e forçou o pé inteiro contra a boca dele.
— Abre mais. Quero ver você tentando enfiar meu pé na boca. Chupa, porra.
Leonardo abriu a boca o máximo que conseguiu, sentindo os dedos grossos invadindo, pressionando a língua para baixo. Babava copiosamente, lágrimas de vergonha escorrendo enquanto lambia, chupava e engolia o suor acumulado.
Os cinco riam, debochavam e faziam comentários constantes:
— Caralho, olha como ele lambe gostoso... parece que nasceu pra isso.
— Limpa bem entre os dedos, viadinho. Tem muito suor de macho aí.
— Tá com o pauzinho duro de novo só de lamber pé, né sua puta ridícula?
Leonardo permanecia de quatro, nu da cintura para baixo, língua trabalhando sem parar. Passou quase quarenta minutos lambendo, chupando e limpando os dez pés suados, um por um, sem reclamar. Quando terminava um, eles esfregavam o pé limpo no rosto dele como recompensa, sujando-o novamente com saliva.
Kauan, por último, segurou o queixo de Leonardo com firmeza, levantando seu rosto molhado e vermelho.
— Olha pra mim enquanto termina. Mostra gratidão.
Leonardo olhou nos olhos dele, língua esticada, lambendo lentamente a sola do pé enorme de Kauan, limpando cada vestígio de suor.
— Obrigado... — murmurou entre lambidas, voz falhada. — Obrigado por deixar eu limpar os pés de vocês...
Os cinco explodiram em gargalhadas altas e cruéis.
— Porra, ele tá perdido mesmo — disse Ruan, balançando a cabeça. — Virou nossa escrava total.
Quando finalmente terminaram, Leonardo estava com o rosto brilhando de saliva e suor alheio, língua dolorida, boca com gosto forte de pés. Ele ficou ajoelhado, cabeça baixa, respirando pesado.
Kauan deu um tapinha leve na bochecha dele.
— Boa garota. Amanhã tem treino cedo. O café é reforçado, entendeu?
— Sim, senhor... — respondeu Leonardo, voz submissa e exausta.
Ele sabia que não tinha mais volta. Era, oficialmente, a putinha, empregadinha e escrava particular do time.
Votado. Nada melhor do que ser arregaçado por vários machos roludos ao mesmo tempo e negros, melhor ainda. Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram tem que aguentar tudo e pedir mais. Somos depósitos de rolas, cuspe, porra e mijo (que é como marcam sua propriedade). E só fica melhor. Pode gemer, gritar chorar até sangrar, mas aguente, quem mandou dar...
thiagop