Leonardo e os 5 negoes : submissão e pés


Leonardo começou se mudou para a república dos jogadores de basquete. Oficialmente, fazia parte do time.
Só que ninguém sabia q o mascote era a porra de um buraco pra ser usado.
Todos os dias, às 7h da manhã ele já estava acordado, arrumando.
Enquanto os cinco negões ainda dormiam. Leonardo, de cabeça baixa, como bom escravo que era, começou a cumprir sua nova função. Recolheu todos os uniformes sujos espalhados pelo chão da sala — shorts, camisetas, meias fedorentas de suor. Carregou tudo para a lavanderia nos fundos da casa e passou as próximas duas horas lavando, passando sabão, esfregando as manchas de suor e porra que tinham secado no tecido.
Depois limpou a sala. Ajoelhou no tapete e esfregou as manchas do resto da bagunça que tinha sobrado da noite anterior: porra seca, cuspe, até um pouco de mijo.
Quando chegou no banheiro, estava imundo, os caras não tinham mira, tava todo mijado com um cheiro forte que até ardeu seus olhos.
Sem resistir, se abaixou até o vaso e... Começou a lamber. O gosto salgado e amargo estava forte. Ele engolia tudo em silêncio, o pau novamente duro de humilhação.
Quando os jogadores acordaram, leo já estava limpando a cozinha, fazendo o café da manhã deles.
Kauan foi o primeiro a aparecer na cozinha, só de short, coçando o saco pesado.
— Olha só a putinha doméstica trabalhando — riu ele, dando um tapa forte na bunda de Leonardo. — Boa garota. Continua assim que você vai virar a empregadinha oficial do time.
Leonardo apenas murmurou um “sim, senhor”, vermelho até as orelhas.
Durante a semana ele virou praticamente o servo deles. Lavava uniformes todos os dias, arrumava a bagunça da república, comprava cerveja, comida, cigarro e até produtos de higiene pessoal quando mandavam. Toda vez que um deles queria, ele chupava pau na hora — no sofá, no banheiro, na cozinha. Às vezes só mamava até gozarem na boca, outras vezes levava rola no cu rápido, gemendo baixo para não fazer barulho.
Na sexta-feira à noite tinha uma festa grande na república. Muitos jogadores de outros times, algumas meninas, cerveja liberada e música alta. Leonardo foi ordenado a participar.
Ele estava vestido como Kauan mandou: calça jeans justa e uma camisa branca simples. Assim que entrou, Kauan o puxou para o canto.
— branquelo. Se comporta.
A festa estava lotada. Leonardo circulava servindo cerveja, recolhendo copos, sendo tratado como um simples ajudante pelos outros convidados. Ninguém imaginava o que ele realmente era.
Em determinado momento, Ruan e Tiago chamaram ele na cozinha. Kauan já estava lá com um copo grande de plástico na mão, sorrindo.
— Bebe isso aqui na frente de todo mundo — ordenou Kauan, entregando o copo cheio de um líquido amarelo-claro e quente. — É “suco de maçã verde”, entendeu?
Leonardo sentiu o cheiro forte de mijo fresco. Seus olhos arregalaram.
— Kauan… por favor… na frente de todo mundo?
— Cala a boca e bebe, vadia. Engole tudo devagar, mostrando pra galera como você é obediente.
Eles voltaram para a sala principal. Leonardo, com o rosto queimando de vergonha, levantou o copo enquanto os cinco negões o cercavam discretamente, sorrindo. Algumas pessoas olhavam curiosas.
— Saúde! — disse Kauan alto, rindo.
Leonardo aproximou o copo dos lábios e começou a beber. O mijo quente, salgado e forte desceu pela garganta. Ele engoliu devagar, sentindo o gosto invadir tudo. Parte escorreu pelo canto da boca. Os negões explodiram em risadas discretas, batendo palma.
— Caralho, ele tá bebendo mesmo! — riu Tiago.
— Gostoso o suco, né branquelo? — provocou Ruan baixinho.
Leonardo continuou bebendo até o final, sentindo o líquido quente descer pelo estômago. Quando terminou, limpou a boca com as costas da mão, humilhado. Algumas pessoas riram sem entender a piada, achando que era só uma brincadeira de bebida ruim.
— Boa garota — murmurou Kauan no ouvido dele, apertando sua bunda por cima da calça.
Minutos depois, Leonardo foi puxado por Kauan e Marcelo para um canto escuro nos fundos da casa, atrás de uma parede de plantas, onde a luz quase não chegava. A música da festa ainda tocava alta, abafando os sons.
Eles não perderam tempo.
Kauan abriu a calça e enfiou o pau grosso na boca de Leonardo, fodendo a garganta com estocadas profundas e brutais.
— Engole, putinha. Engole o pau que você ama.
Marcelo puxou a calça de Leonardo para baixo, cuspiu no cu ainda dolorido e enfiou o pau de uma vez, arrombando fundo.
— Aaaahhh! — gemeu Leonardo abafado, o som engolido pelo pau de Kauan.
Os dois negões começaram a foder ele com força, sincronizados. Kauan segurava a cabeça com as duas mãos, metendo até o saco na garganta. Marcelo agarrava os quadris e dava estocadas violentas, o pau grosso abrindo o cu inchado sem piedade.
— Toma rola, vadia — rosnava Marcelo, dando tapas fortes na bunda. — Esse cu já é propriedade do time.
Leonardo babava, engasgava, lágrimas escorrendo enquanto era arrombado dos dois lados. O cu queimava, a garganta ardia, mas ele aguentava, gemendo como uma puta barata. Os dois revezavam de vez em quando, trocando de buraco, sempre mantendo ele cheio.
Eles gozaram quase juntos: Kauan jorrou fundo na garganta, obrigando Leonardo a engolir tudo. Marcelo encheu o cu de porra quente, dando estocadas finais bem fundo.
Quando terminaram, deixaram ele de joelhos no canto escuro, calça arriada, cu escorrendo porra, boca inchada e babando.
— Limpa direito depois — disse Kauan, guardando o pau. — E volta pra festa sorrindo, como se nada tivesse acontecido.
Leonardo ficou lá por alguns minutos, tremendo, recuperando o fôlego, o gosto forte de mijo e porra ainda na boca.

A festa finalmente acabou por volta das 4h da manhã. A república estava destruída: copos virados, garrafas vazias, cinzeiros lotados, chão grudento de bebida derramada e restos de comida. A maioria dos convidados já tinha ido embora. Apenas os cinco negões do time titular continuavam na sala, esparramados nos sofás e poltronas, suados, exaustos e ainda com aquela energia dominante.
Leonardo estava ajoelhado no meio da sala, limpando a bagunça toda, demoraria o dia inteiro.
Kauan, o pivô imenso, espreguiçou-se no sofá grande, tirando os tênis Nike surrados do treino e da festa. O cheiro forte de suor de pé imediatamente invadiu a sala.
— Ei, putinha branca — chamou ele com voz rouca e cansada, mas ainda autoritária. — Vem cá. A festa acabou, mas o serviço não. Vem limpar os pés dos seus donos.
Leonardo engoliu em seco, o rosto queimando de nova humilhação. Ele já tinha bebido mijo na frente de estranhos, tinha sido arrombado no quintal, e agora isso...
— Kauan... por favor... — murmurou baixinho, voz rouca de tanto chupar pau a noite toda.
Tiago deu uma risada baixa e cruel, já tirando os próprios tênis.
— "Por favor" nada, viadinho. Você é nossa empregadinha agora. Vem com a língua. Quero sentir essa boquinha de puta lavando o suor do meu pé.
Leonardo engatinhou até o centro do círculo que os cinco formaram. O cheiro era intenso: suor concentrado de pés que passaram o dia no tênis, dançaram na festa e foderam ele. Um odor forte, azedo, almiscarado e masculino.
Kauan levantou o pé enorme, tamanho 46, planta suada e brilhando, e plantou diretamente no rosto de Leonardo.
— Começa por mim. Lambe. Entre os dedos também. Quero ver essa língua trabalhando direito.
Leonardo, tremendo de vergonha, aproximou o rosto. O cheiro era avassalador. Ele esticou a língua e passou devagar pela sola quente e suada do pé de Kauan. O gosto salgado, azedo e terroso invadiu sua boca imediatamente. Ele lambeu devagar, de baixo para cima, sentindo a textura áspera da pele grossa.
— Isso... lambe direitinho, branquelo — grunhiu Kauan, pressionando o pé contra o rosto dele. — Tira todo esse suor que acumulou por sua causa. Você que deixou a gente todo suado hoje.
Leonardo obedeceu, passando a língua entre os dedos grossos, chupando um por um, sugando o suor acumulado. O gosto era forte, quase enjoativo. Ele sentia ânsia de vez em quando, mas engolia tudo, gemendo baixinho de humilhação.
Tiago não esperou. Esticou o outro pé e esfregou a sola suada na bochecha de Leonardo, sujando o rosto dele com suor.
— Minha vez, vadia. Chupa os meus dedos. Enfia a língua bem fundo entre eles.
Leonardo virou o rosto e começou a chupar os dedos de Tiago, um por um, como se fossem paus pequenos. A saliva escorria pelo queixo enquanto ele lambia, sugava e limpava cada centímetro. Ruan e Marcelo também aproximaram os pés, esfregando as plantas suadas no rosto, cabelo e pescoço dele.
— Olha o estado dessa puta... lambendo pé de negão como um cachorrinho — riu Marcelo, pressionando os dedos contra a língua de Leonardo.
Dênis, o mais quieto, segurou a cabeça de Leonardo com uma mão e forçou o pé inteiro contra a boca dele.
— Abre mais. Quero ver você tentando enfiar meu pé na boca. Chupa, porra.
Leonardo abriu a boca o máximo que conseguiu, sentindo os dedos grossos invadindo, pressionando a língua para baixo. Babava copiosamente, lágrimas de vergonha escorrendo enquanto lambia, chupava e engolia o suor acumulado.
Os cinco riam, debochavam e faziam comentários constantes:
— Caralho, olha como ele lambe gostoso... parece que nasceu pra isso.
— Limpa bem entre os dedos, viadinho. Tem muito suor de macho aí.
— Tá com o pauzinho duro de novo só de lamber pé, né sua puta ridícula?
Leonardo permanecia de quatro, nu da cintura para baixo, língua trabalhando sem parar. Passou quase quarenta minutos lambendo, chupando e limpando os dez pés suados, um por um, sem reclamar. Quando terminava um, eles esfregavam o pé limpo no rosto dele como recompensa, sujando-o novamente com saliva.
Kauan, por último, segurou o queixo de Leonardo com firmeza, levantando seu rosto molhado e vermelho.
— Olha pra mim enquanto termina. Mostra gratidão.
Leonardo olhou nos olhos dele, língua esticada, lambendo lentamente a sola do pé enorme de Kauan, limpando cada vestígio de suor.
— Obrigado... — murmurou entre lambidas, voz falhada. — Obrigado por deixar eu limpar os pés de vocês...
Os cinco explodiram em gargalhadas altas e cruéis.
— Porra, ele tá perdido mesmo — disse Ruan, balançando a cabeça. — Virou nossa escrava total.
Quando finalmente terminaram, Leonardo estava com o rosto brilhando de saliva e suor alheio, língua dolorida, boca com gosto forte de pés. Ele ficou ajoelhado, cabeça baixa, respirando pesado.
Kauan deu um tapinha leve na bochecha dele.
— Boa garota. Amanhã tem treino cedo. O café é reforçado, entendeu?
— Sim, senhor... — respondeu Leonardo, voz submissa e exausta.
Ele sabia que não tinha mais volta. Era, oficialmente, a putinha, empregadinha e escrava particular do time.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario sátiro

sátiro Comentou em 30/05/2026

Votado. Nada melhor do que ser arregaçado por vários machos roludos ao mesmo tempo e negros, melhor ainda. Quem dá não pode se recusar a nada que os machos queiram tem que aguentar tudo e pedir mais. Somos depósitos de rolas, cuspe, porra e mijo (que é como marcam sua propriedade). E só fica melhor. Pode gemer, gritar chorar até sangrar, mas aguente, quem mandou dar...




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


263276 - Bruno sequestrado pra ser torturado na punheta - Categoria: Gays - Votos: 0
263196 - Sérgio e Beto, encoxadas no futebol. - Categoria: Gays - Votos: 4
263125 - Juninho na república - Categoria: Gays - Votos: 6
262892 - Leonardo e os 5 negões - Categoria: Gays - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico thiagop

Nome do conto:
Leonardo e os 5 negoes : submissão e pés

Codigo do conto:
263289

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/05/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0