Como me tornei privada humana

Tudo começou debaixo do chuveiro. O vapor embaçava o box, a água quente escorria pelos nossos corpos e o pau dele roçava minha bunda. De repente senti o jato quente e denso na coxa. Não era água. Ele estava mijando em mim.
Travei. O líquido escorreu pela pele até o chão. Ele riu baixo, a boca colada na minha orelha:
— Agora ajoelha e põe a boca.
Ajoelhei. Ele apontou o pau e continuou. O jato bateu nos meus lábios. Abri a boca e o mijo encheu. O gosto era forte, amargo, metálico. A ânsia subiu na hora. Engasguei, cuspi, tossei. Ele segurou minha cabeça com firmeza.
— Bebe. É meu.
Forcei. Engoli um gole. Depois outro. Cada um revirava o estômago, mas eu continuei. Quando terminou, limpei o que restava com a língua. Ele me puxou para cima e me fodeu ali mesmo, sob a água, enquanto o gosto dele ainda queimava na garganta.
Naquela noite percebi que algo tinha mudado. Eu queria conseguir beber tudo sem ânsia.
Comecei a treinar sozinho. Quando ele saía, pegava um copo de vidro, mijava até a metade e bebia aos poucos. No primeiro dia aguentei três goles. No segundo, metade. Em duas semanas virei o copo cheio de uma vez, o líquido quente descendo sem resistência. Depois passei a beber direto do jato, acostumando o corpo e a mente. Muitas vezes batia punheta enquanto engolia, gozando com o gosto ainda na boca.
Quando contei, os olhos dele brilharam. Na cama, naquela mesma noite, me mandou ajoelhar. Ele mijou e eu engoli sem parar, sem deixar cair uma gota. Depois chupei até ele endurecer e gozar fundo na minha garganta, misturando tudo.
A partir daí a progressão foi rápida e deliberada.
Ele começou a me testar em público. No parque, à noite, atrás de uma árvore: eu ajoelhei na grama, ele abriu o zíper e mijou direto na minha boca. Engoli tudo sob o risco de alguém passar. Em seguida me virou de quatro e me fodeu ali mesmo, a mão na minha boca para eu não gemer. Na boate, numa cabine do banheiro masculino, o mesmo ritual — eu bebia enquanto a música abafava o som, depois ele me arrombava rápido e bruto antes que alguém insistisse na porta.
Eu me tornei a privada particular dele. Em casa, no carro, no sofá. Sempre ajoelhando, sempre engolindo até a última gota, sempre limpando com a língua. O gosto deixou de ser estranho. O cheiro passou a me deixar duro. A sensação de ser usado daquela forma virou o centro do meu desejo.
Uma noite ele chegou com o sorriso diferente.
— Chamei um amigo. Quer beber de nós dois?
O amigo era alto, pau grosso. No quarto, me mandaram ajoelhar. Primeiro meu namorado. Depois o outro. O gosto era um pouco mais concentrado. Engoli os dois sem hesitar. Em seguida me colocaram de quatro. Meu namorado enfiou no meu cu enquanto o amigo mijava de novo na minha boca. Eu bebia e era fodido ao mesmo tempo — o jato quente descendo pela garganta enquanto o pau entrava fundo. Quando o amigo terminou de mijar, gozou na minha boca. Meu namorado gozou no meu rabo. Fiquei no chão, sujo de mijo e porra, completamente usado.
As transas a três se tornaram o novo padrão. Às vezes dois, às vezes três homens. Eu ajoelhava no centro, abria a boca e bebia de todos, um após o outro ou dois ao mesmo tempo quando a boca dava conta. Depois me viravam de quatro. Enquanto um me fodia o cu sem pressa, outro se posicionava na frente e mijava. Eu engolia no ritmo das estocadas. O barulho era sujo: o jato, a garganta trabalhando, o pau entrando e saindo, os gemidos baixos. Eu gozava sem tocar em mim, só com a sensação de ser o objeto central daquilo.
Uma noite no apartamento de um deles ficou marcada. Três homens em volta. Eu de joelhos no meio da sala. Eles se revezavam. Eu bebia. Quando o último terminou, me colocaram de quatro no tapete. Meu namorado me arrombou sem lubrificante, só saliva. Enquanto ele me fodia fundo, o segundo mijava de novo na minha boca e o terceiro se masturbava assistindo. Eu engolia, era penetrado, e gozei ali mesmo, o corpo tremendo de prazer e humilhação.
Não havia mais limites. Eu era a privada coletiva. Em qualquer lugar, a qualquer hora. Às vezes ele me acordava de madrugada só para mijar na minha boca. Eu abria os olhos, engolia e voltava a dormir com o gosto dele na garganta. Outras vezes me levava ao banheiro no meio de uma festa e me fazia beber enquanto alguém batia na porta do lado.
O que antes me dava ânsia agora me deixava viciado. O cheiro forte quando estava concentrado. A temperatura quente logo depois de sair do corpo. A precisão de posicionar a boca para não desperdiçar nada. A excitação de ser visto apenas como buraco — para mijo e para pau.
Uma tarde voltamos ao chuveiro, onde tudo começou. Ele me fez ajoelhar. Mijou longo e forte. Eu bebi tudo, olhando para cima, a água caindo sobre nós. Quando terminou, enfiou o pau na minha boca e gozou fundo. Depois me virou de costas e me fodeu o cu sob a água quente, gemendo no meu ouvido:
— Você é minha privada. Sempre vai ser.
Eu só conseguia gemer, o corpo entregue, o gosto ainda na língua, o cu aberto e preenchido.
E assim continua. Cada gota, cada jato, cada gozada. Sem desperdiçar. Sem resistência. A privada viva dele — e de quem ele quiser.

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Comentários


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passivo10 Comentou em 03/08/2026

Delícia..adoro ser a privada de machos. Mas adorei quando no banheiro tinha 3 machos e começaram a mijar não só na minha boca, mas no meu corpo, no chão e depois fizeram eu lamber o chão todo..que tesão foi.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Como me tornei privada humana

Codigo do conto:
269013

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/08/2026

Quant.de Votos:
4

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