Caio, o porteiro mijão




Eu me chamo Caio. Vinte e quatro anos, corpo magro mas definido de quem corre todo dia, ombros largos, peito peludo, barba por fazer e um pau grosso que sempre me incomodava dentro da calça do uniforme. Trabalho de porteiro num prédio residencial de classe média na Zona Sul. A cabine é pequena, de vidro fumê até a altura da cintura. De fora, as pessoas só veem meu tronco, meus braços, o rosto. De dentro, eu vejo a rua, o portão, a calçada vazia. Das 22h às 6h da manhã. Silêncio quase absoluto. Só o barulho ocasional de um carro passando, o farol batendo no vidro, o som distante de uma sirene.
Naquela madrugada de terça-feira, o tesão veio mais forte que o de costume. Eu estava sentado na cadeira alta, pernas abertas, mão esquerda apoiada na coxa, direita no mouse. O grupo de bate-papo aberto no celular, o computador da cabine mostrando as câmeras em torno do prédio. “Procuro privada humana – mijo quente na boca de viado submisso – cabine de porteiro – discreto – agora”. Digitei e mandei. O coração batia mais rápido só de reler as palavras.
Não era a primeira vez que eu fantasiava com isso. Desde que comecei a trabalhar nesse horário, a solidão da cabine me deixava com a cabeça suja. Eu mijava no banheiro do térreo duas, três vezes por noite, mas a ideia de fazer isso na boca de alguém, de sentir a língua quente engolindo o jato enquanto eu continuava “trabalhando”, me deixava duro instantaneamente. Um viado de joelhos, escondido atrás do balcão baixo da cabine, engolindo tudo sem reclamar, sem fazer barulho, só existindo pra servir de privada. Eu queria isso. Queria usar.
As mensagens começaram a chegar. Alguns curiosos. Alguns que só queriam foto de pau. Eu ignorava. Eu queria alguém que entendesse a proposta: submissão real, sem drama. Alguém que viesse até a cabine, se ajoelhasse no chão frio e abrisse a boca.
À 1h17 da manhã, a mensagem certa apareceu.
“Oi. Vi o anúncio. Sou submisso, 27 anos, magro, discreto. Moro a 15 minutos dali. Posso ser sua privada humana. Engulo tudo. Sem reclamação. Sem barulho. Só diga onde e quando.”
O nick era “BocaDeVaso”. Me enviou uma foto só de um joelho no chão e uma boca aberta. Eu respondi rápido:
“Agora. Cabine do prédio acrópole , rua Osmar siqueira, 112. Entra pelo portão de serviço, fala que é visita pro 302. Eu abro. Quando entrar, ajoelha atrás do balcão e espera. Não fala nada até eu mandar. Entendeu?”
“Entendi, senhor. Já saio.”
Meu pau latejou dentro da calça. Eu olhei pela rua. Vazia. O relógio marcava 1h22. Eu levantei, abri o portão de serviço com o controle e voltei pra cadeira. Abri a calça. O pau já estava semi-duro, grosso, a cabeça úmida. Eu não masturbei. Queria guardar tudo pro momento.
À 1h41 ele apareceu. Magro mesmo, camisa preta larga, calça jeans, cabelo curto, rosto comum, boca carnuda. Olhou pra mim através do vidro, eu acenei discretamente. Ele passou pelo portão de serviço e se aproximou da porta da cabine. Eu abri.
Ele entrou sem dizer uma palavra. O cheiro dele era de sabonete e suor leve de nervoso. Eu apontei pro chão atrás do balcão baixo, o espaço estreito entre a cadeira e a parede. Ele se ajoelhou imediatamente. Ajoelhou com as mãos nas coxas, cabeça baixa, boca fechada. Eu fechei a porta da cabine e travei por dentro. O vidro fumê protegia. De fora, ninguém via nada abaixo da minha cintura.
Fiquei olhando pra ele por uns segundos. O pau já estava completamente duro, saindo pela braguilha aberta. Eu puxei mais pra fora, a cabeça inchada, as veias saltadas. Ele levantou o olhar só o suficiente pra ver. Os olhos brilharam. Eu não pedi. Só segurei o pau pela base e apontei a cabeça pra boca dele.
“Abre.”
Ele abriu. Língua esticada, boca larga. Eu enfiei a cabeça dentro. O calor úmido me fez gemer baixo. Empurrei mais fundo, até sentir a garganta dele se fechar. Ele não engasgou. Só ficou quieto, respirando pelo nariz, engolindo a própria saliva. Eu fiquei parado assim, o pau inteiro na boca dele, por quase um minuto. Só sentindo a língua quente, o céu da boca, a garganta apertada. Depois puxei pra fora.
“Fica assim. Boca aberta. Língua pra fora. Não fecha até eu mandar.”
Ele obedeceu. Eu continuei “trabalhando”. Olhei pela rua, respondi uma mensagem no interfone de um morador que chegou de madrugada, anotei o horário no livro de ponto. Tudo isso com o pau duro apontando pra boca aberta do viado ajoelhado aos meus pés. De vez em quando eu descia a mão e esfregava a cabeça do pau na língua dele, só pra manter o contato. Ele não se mexia. Só engolia a saliva que escorria.
Então senti a bexiga pesada, eu tava pronto. Tinha tomado bastante água de propósito. Levantei um pouco da cadeira, ajustei o ângulo e enfiei o pau de novo na boca dele. Dessa vez mais fundo. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e comecei a soltar o mijo.
O jato saiu quente, forte. Ele bebeu tudo sem reclamar. Engolia com vontade, a garganta trabalhando sem parar, o som molhado e ritmado. Nem uma gota escorreu. Eu continuei mijando, sentindo o líquido quente sumir direto pra dentro dele. Quando o jato acabou, ele limpou a cabeça do pau com a língua, chupando cada resquício até ficar limpo.
Eu ainda estava duro. Empurrei o pau de novo fundo na boca dele e comecei a foder. Sem pressa. Empurrando até o fundo da garganta, sentindo o nariz dele bater nos meus pentelhos. Ele recebia quieto, só engasgando de leve de vez em quando, mas sem puxar pra trás. Eu gemia baixo, controlando o volume. Quando senti o gozo subindo, segurei a cabeça dele firme e descarreguei tudo direto na garganta. Ele engoliu cada jato sem reclamar, bebendo toda porra até a última gota. Quando eu soltei, ele limpou o pau com a língua, deixando brilhando.
“Bom menino”, eu disse. “Me passa o WhatsApp.”
Ele tirou o celular do bolso, digitou o número e me mostrou. Eu salvei na hora. Depois apontei pra porta.
“Pode ir. Pela mesma porta. Não fala com ninguém.”
Ele se levantou, limpou a boca com a mão, me olhou uma última vez e saiu. Eu travei a porta, limpei o chão rapidinho com um pano e sentei de novo. O cheiro de mijo ainda estava no ar. Meu pau doía de tanto usar a boca dele. Eu sorri sozinho.
Às 4 da manhã a bexiga voltou a pesar. Eu peguei o celular, abri o WhatsApp e mandei só uma mensagem:
“Vem agora. Mesma porta. Ajoelha e bebe.”
Em menos de vinte minutos ele apareceu de novo. Entrou sem falar nada, se ajoelhou no mesmo lugar, abriu a boca e esperou. Eu já estava de pé, calça aberta, pau na mão. Enfiei direto e soltei o mijo. Quente, forte, direto na garganta. Ele bebeu tudo de novo, sem reclamar, engolindo cada gota até o fim. Quando terminei, ele limpou a cabeça do pau com a língua, se levantou e saiu pela mesma porta, sem dizer uma palavra.
Eu fechei a calça, travei a porta e voltei pra cadeira. A cabine voltou ao silêncio. Mas agora eu tinha o número dele salvo. E sabia que, sempre que a bexiga apertasse, bastava mandar uma mensagem.

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Comentários


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olavandre53 Comentou em 30/08/2026

Que tesão, amo mijo e porra, TB.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Caio, o porteiro mijão

Codigo do conto:
271036

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/08/2026

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2

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