O pó dançava na luz dourada da tarde que se infiltrava pelas vitrines empoeiradas da loja de antiguidades do meu avô que eu me comprometi em ajudar por alguns dias. O mesmo idoso que eu vivia provocando, quando estávamos a sós para ver sua reação, mas que sempre se mantinha muito calmo e comedido. O estabelecimento tinha um cheiro de cera de carnaúba e madeira envelhecida era um perfume constante, pesado e quase sufocante. Eu, Pietra, hoje com 19 anos mas na época tinha acabado de completar 16, possuía uma energia que parecia vibrar em outra frequência daquele lugar parado no tempo, tentava me distrair organizando uma prateleira de bibelôs de porcelana. Minha saia levemente curta balançava ao ritmo dos meus movimentos, e o ar condicionado, antigo e barulhento, mal conseguia refrescar o calor que começava a subir na minha pele. A campainha da porta soou, interrompendo o silêncio monótono. Era ele, meu vovozinho, um homem muito vivido, idade acima dos 75 anos, mas cuja presença sempre preenchia o espaço com uma densidade elétrica. Os seus cabelos eram brancos como a porcelana que eu limpava, e o rosto era um mapa de rugas profundas, mas seus olhos eram vívidos, escuros e percorriam a loja que tanto estimava com uma fome que não era por objetos antigos. Ele entrou e trancou a porta atrás de si, o clique da fechadura ecoando alto no silêncio. Eu me virei para comprimentá-lo, mas as palavras morreram na minha garganta. Ele caminhou até o balcão onde eu me apoiava, sem dizer uma palavra. O cheiro dele chegou antes, aquele perfume costumeiro dele com um toque de tabaco, couro e algo essencialmente masculino. Sua mão, com a pele áspera e nodosa pelo tempo, subiu em direção ao meu rosto. Eu deveria ter recuado, deveria ter de alguma forma me manifestado contra, mas meus pés estavam colados ao chão de tábuas largas. Seus dedos roçaram minha bochecha com carinho, desceram lentamente pelo pescoço e encontraram os botões da minha camisa que foi abrindo com facilidade, depois puxando a alça fina, levemente do meu sutiã expondo meus seios com suas auréolas rosadas os bicos empinados, duros, ele acariciou e em seguida lambeu e mordiscou levemente me causando um arrepio que me percorria o corpo todo da cabeça aos pés. Uma sede repentina e abrasadora tomou conta da minha boca, seca e ansiosa, fiquei com meu sexo completamente molhado. Sem cerimônia, ele pegou minha mão e a levou para o zíper da sua calça de tecido grosso. Através do pano, eu senti a protuberância, dura e pulsante, clamando por liberdade. Meus dedos tremiam, mas obedeceram ao comando implícito enquanto ele conduzia minha mão baixando o zíper. O membro dele saltou para fora, pesado e imponente. Era uma obra de anatomia bruta, largo e coberto por uma rede de veias grossas e salientes que pareciam cordas tensas prontas a arrebentar. O cheiro era intenso, musculoso e cru, invadindo minhas narinas e fazendo minha cabeça girar. Ele pressionou meu ombro para baixo como um pedido silencioso para que eu me abaixasse. Como sempre fui uma neta obediente, me ajoelhei no chão de madeira, sentindo a dureza contra meus joelhos. Minhas mãos envolveram a base grossa, mal conseguindo cercá-la com os dedos. Aproximei e senti melhor o cheiro do seu sexo, a boca muito próxima de sua cabeça grande e brilhante, a língua saindo para provar a pele quente e salgada. Comecei então a chupar, sentindo as veias desenharem caminhos no meu paladar enquanto eu tentava engolir o máximo possível. Ele puxou meu cabelo, forçando um ritmo mais profundo me fazendo engasgar, eu ouvia os gemidos guturais dele enquanto minha boca se enchia daquela carne dura. A saliva escorria pelo canto dos lábios, molhando minha camisa aberta e também sobre meus seios, mas eu não me importava. A fome era tudo. Queria sentir ele inteiro na minha boca mas meu vovozinho me surpreendeu com sua natureza enorme, sentia seu membro pulsar na minha boca como prenúncio de um orgasmo, foi nesse momento que ele me puxou pelo cabelo para cima, me deu um beijo de língua delicioso demorado, sua mão levantando minha saia, apertando e abrindo com força minha bunda redondinha e arrebitada, sempre apreciada por todos. Passou então a tocar minha cintura, um toque breve e aspero que me fez arrepiar de tesão. Seus dedos deslizam pelo meu corpo, seguindo a curva do meu quadril. Com um ar faminto, levanta novamente minha saia curta, expondo minhas coxas e minha lingerie de menina moça, o ar frio me faz tremer. Sinto seu membro duro quente contra mim, e ele o guia entre minhas pernas, entre os lábios da minha ppk completamente úmida, torturando-me com toques lentos, esfregando seu mastro duro lentamente me fazendo quase implorar para colocá-lo dentro de mim. Quando finalmente ele me coloca no balcão, abre bem minhas pernas, puxa minha calcinha delicada de lado e entra sem pedir permissão, sem dó, me fazendo quase perder os sentidos de tanto prazer em uma sensação intensa, podia sentir cada veia dele preenchendo-me, esticando as paredes da minha vulva, quase que me rasgando, foi nesse momento que pude sentir a vontade que aquele homem estava de sentir meu corpo já há muito tempo — "Tão apertada minha netinha", ele rosna, —"tão perfeita." O ritmo aumenta, selvagem, suas mãos agarrando meus quadris. Ele então tira seu membro de dentro de mim me deixando uma sensação de vazio, me tirando do balcão e me posicionando de costas para ele, encosta a cabeça enorme novamente na entrada da minha bucetinha e afastando a calcinha de lado enfia novamente aquele caralho enorme todo dentro de mim novamente me preenchendo toda, me fazendo gemer de prazer naquela pica cheia de veias. Ele bate na minha bunda branca com força deixando uma marca avermelhada de sua mão enorme, uma dor deliciosa que me faz gritar de dor e prazer —"Sua puta novinha", ele sussurra, —"gosta do pau velho do seu avô não é?" Meu corpo se contorce, o orgasmo eminente se aproximando com sua investida máscula me subjugando rapidamente — Isso vovozinho, não para, está muito bom! Suas estocadas se intensificam, seu pau grande e grosso me fode cada vez com mais força na mesma medida em que ele aperta com força meus seios. Me sinto abusada, desejada e muito bem fodida. Minhas pernas começam a tremer espontâneamente, comecei a sentir meu corpo todo se contraindo e em seguida sinto uma explosão interna em um orgasmo maravilhoso, sinto minha bucetinha se contrair apertando e relaxar naquele cacete grosso que me fodia com força. Eu não aguentei e gemi alto, queria que meu avô soubesse o prazer que estava sentindo sendo possuída pela sua experiência. De repente, ele para, puxa meu cabelo para baixo e me faz ajoelhar. —"Abre a boca minha cadelinha linda", ordena, e ejacula, seu sêmen quente em jatos e mais jatos enchendo minha boca. —"Engole tudo", ele geme, e eu obedeço, limpando cada gota que ficou na ponta do seu pau e na medida que ia perdendo a rigidez eu sugava seu líquido que ficava para não deixar nada para trás, fazendo meu avô gemer. A loja fica em silêncio total, o ar pesado com o cheiro de sexo e poder. Naqueles dias que trabalhei na loja para ajudar meu avozinho foram dias inesquecíveis para nós dois.
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