Eu Pietra uma menina moça com um corpo magrinho, cintura fina e bunda redondinha. Mas naquele momento, sozinha na escuridão, a minha imagem não importava. O que importava era a sensação de eletricidade estática que percorria minhas coxas, uma coceira que não era na pele, mas muito mais profunda, enterrada nos músculos e nos nervos.
Resignei-me. O sono não viria tão cedo. Minha mão direita, que antes tentava achar uma posição confortável no travesseiro, começou a deslizar pelo colchão, encontrando o calor do meu próprio abdômen. A pele do meu estômago estava contraída, tensa, e o toque dos meus dedos finos desencadeou um tremor que percorreu minha coluna. Não foi uma decisão consciente, apenas uma rendição à física do meu corpo.
Levei a mão para baixo, passando pelo umbigo, até encontrar o elástico da calcinha de renda preta que eu usava. O tecido estava levemente úmido, apenas uma sugestão do que estava acontecendo entre minhas pernas. Eu não queria apenas alívio; eu queria combustão. Meus dedos deslizaram por baixo do tecido, encontrando os pelos aparados e, logo abaixo, o calor intenso da minha vulva.
Fechei os olhos e deixei a imaginação tomar o controle, pintando cenas na escuridão da minha pálpebra. Primeiro, veio a imagem de um homem. Não tinha rosto, apenas a presença opressora e maravilhosa de um corpo masculino. Imaginei o peso dele sobre mim, a maneira como os ombros largos bloqueariam a luz do teto, a textura áspera de uma barba roçando pelo meu pescoço me arrepiando toda.
Meus dedos começaram a mover-se em círculos lentos sobre o clitóris, que já estava inchado e sensível. Eu pensei em como eu usaria o meu corpo, essa estrutura magra e flexível, para extrair prazer dele. Imaginei minhas pernas envolvendo a cintura dele, puxando-o para dentro de mim com muita força e uma urgência desesperada. Eu fantasiava sobre o som da respiração dele ficando presa na garganta, o cheiro de suor e testosterona que me deixaria tonta, seu penis grosso de 12 centímetros entrando e saindo de dentro de mim.
Na minha mente, eu não estava apenas recebendo; eu estava ativamente o levando ao limite. Eu pensava na contração dos músculos internos, apertando, sugando, milímetro por milímetro de seu pau duro, enquanto ele se perdia em mim. A ideia de fazer um homem perder o controle, de sentir o jato do esperma dele me enchendo, quente e viscoso, foi o que fez meus dedos entrarem com força. Eu gemi baixinho, um som abafado pelo travesseiro, sentindo a umidade aumentar, meus dedos deslizando sem atrito, apenas pura escorregadia, quente e úmida para ele, toda dele, possuída e submissa.
Mas a minha mente, insaciável, não parava por aí. A imagem do homem desvaneceu, substituída por uma suavidade diferente. Uma mulher. Eu imaginei a curva de um quadril feminino pressionado contra o meu, a maciez de seios maiores que os meus roçando na minha pele. Foi que sentia respiração ficar mais forte, minha pele arrepiou, ao mesmo tempo que começou uma contração pelo meu corpo todo muito forte, sentia minha vulva apertando meus dedos e soltando numa explosão de prazer que me fez enfiar o rosto no travesseiro para ninguém me ouvir gemer de tesão em um orgasmos profundo.
Pensei em como seria esta com mulher sapata, pegadora e fogueteira. Como seria eu, Pietra, sendo a fonte de prazer para outra mulher. Meus dedos entraram na minha vagina, curvados para dentro, buscando aquele ponto áspero que fazia meus joelhos tremerem. Eu me imaginei sentada no rosto de alguém, sentindo a língua dela explorando cada dobra, cada reentrância do meu sexo. Foi muito rápido depois do primeiro meu segundo orgasmos tão forte e profundo quanto o primeiro. Fiquei muito relaxada sentia em meus dedos meu cheiro, meu gosto e o quanto foi bom. Solteira e sem ninguém para me abraçar acabei pegando no sono. No dia seguinte fiquei com vontade de dividir essa minha sensação boa com você que está lendo, quem sabe, fazer virar realidade?





Como é nobre esse sentimento solitário e ao mesmo tempo, compartilhado! Bjos, Ma & Lu