Mijada na beira da estrada



O vento cortava o rosto enquanto eu observava meu pai chutar o pneu furado com frustração. A estrada de terra se estendia infinita em ambas as direções, cercada por eucaliptos retos que pareciam vigias silenciosos. O cheiro de borracha queimada e terra molhada enchia minhas narinas.
— Sem sinal, Pietra. Seu celular também morreu? — perguntou ele, passando a mão pelos cabelos grisalhos.
Balancei a cabeça, mostrando a tela do meu celular. O pneu step estava mais murcho que o furado, uma ironia amarga que fez meu pai suspirar fundo.
— Vou caminhar até a para encontrar um sítio ou comércio aí na frente. Você fica trancada no carro, de acordo? Não abre para ninguém.
Ele apertou meu ombro antes de desaparecer na curva da estrada, sua figura diminuindo até virar um ponto azul contra o verde da vegetação. O silêncio que se seguiu era pesado, quebrado apenas pelo vento sussurrando entre as árvores e o zumbido distante de algum inseto.
Trinta minutos se passaram. Meus dedos estavam dormentes de frio, e uma pressão crescente na bexiga me fazia mexer as pernas desconfortavelmente. A água que tomara no almoço reclamava saída.
Foi quando vi a figura se aproximando no acostamento. Um rapaz, talvez vinte e poucos anos, caminhava com uma mochila nas costas, cabelos escuros despenteados pelo vento. Suas botas sujas levantavam poeira vermelha a cada passo. Ele parou ao lado do carro, encostando-se na porta do passageiro.
— Problema? — perguntou, a voz rouca como se não falasse há horas.
— Pneu furado. Meu pai foi buscar ajuda.
Ele olhou ao redor, coçando a barba por fazer. — Longe da civilização aqui. Precisa de algo?
A urgência na minha bexiga se tornou insuportável. — Na verdade... você conhece algum lugar seguro por aqui onde eu possa... você sabe né? — Fazer xixi. Falei com as bochechas rosadas de vergonha
Um sorriso canto de boca apareceu. — Atrás daquelas árvores mais alí abaixo tem um riacho. Ninguém passa por lá.
Saí do carro, o ar frio me arrepiando através do moletom preto. Ele me guiou por uma trilha quase invisível, galhos secos estalando sob nossos pés. O cheiro de úmido e folhas em decomposição envolvia nós.
Paramos numa clareira rodeada por mato e banhada por luz dourada. O riacho corria suavemente sobre pedras lisas, seu murmúrio calmante.
— Aqui é bom — disse ele, virando-se de costas. — Fico de guarda.
Meus tremores não eram mais só de frio. Abaixei a calça do moletom preto até os joelhos, o tecido grosso raspando minha pele. O ar frio bateu em meu púbis nu enquanto me agachava. O som do xixi caindo na terra parecia alto demais no silêncio da mata.
Foi então que ouvi o clique discreto de uma câmera.
Meu corpo congelou, o jato de urina interrompido. Lentamente, virei a cabeça. Ele estava do meu lado, celular erguido, tela iluminada. O clique veio novamente, e outro, capturando minha pose agachada, calças nas canelas, o vapor subindo do meu jato dourado.
Em vez de pânico, uma onda de calor percorreu meu corpo. Terminei de mijar lentamente, sentindo seus olhos em mim. Levantei-me puxando as calças, o elástico estalando contra minha pele.
— Apaga isso. Falei em tom impositivo
— Vai ter que me dar algo em troca… disse ele em tom irônico
— Me manda essas fotos — disse, com minha voz surpreendentemente firme.
Ele engoliu em seco, baixando o celular. O volume na calça jeans dele era inconfundível, uma protuberância rígida ao longo da perna.
— Você está... — começou ele, mas eu interrompi.
— Desculpa estou admirada com seu volume sim! — Você me viu, agora nada mais justo eu ver também. Meus olhos fixos na sua calça.
Suas mãos tremiam um pouco ao desabotoar os jeans. O pau dele saltou para fora, mais grosso e mais longo do que eu esperava, a cabeça rosada já brilhando de pré-ejaculado. Veias grossas percorriam o comprimento, pulsando com cada batida do coração dele.
Caí de joelhos na terra, sem me importar com a sujeira. Minha mão envolveu a base dele, sentindo o calor intenso, o peso dele. A ponta da minha língua tocou a fenda, provando o salgado do líquido que já escapava.
Ele gemeu alto quando engoli a cabeça, meus lábios se esticando ao redor da espessura. Minha cabeça começou a mover-se, para cima e para baixo, enquanto minha mão apertava e soltava ritmicamente. O cheiro dele — suor, terra e algo unicamente masculino — me embriagava.
— Sua puta safada — ofegou ele, mãos enterradas no meu cabelo, me forçando mais fundo. — Chupa esse pau, novinha putinha.
Seus testículos batiam no meu queixo a cada movimento. Minha garganta relaxou, permitindo que ele fosse mais fundo, até que meu queixo tocasse as bolas do saco dele. Lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas não de dor.
Quando ele me puxou para cima, minhas pernas estavam fracas. Ele me deitou ali mesmo, arrancando meu moletom e a calcinha com um movimento brusco. O ar frio em minha buceta molhada me fez estremecer.
Sua cabeça desceu entre minhas pernas sem cerimônia. A primeira lambida foi longa e lenta, da entrada da minha buceta até o clitóris, que já pulsava de necessidade. Sua língua era áspera, experiente, saboreando cada dobra, cada secreção.
Minhas mãos agarraram seu cabelo, mantendo-o no lugar quando ele encontrou o ponto certo. Ele chupou meu clitóris com vontade, saboreando com sua boca meu sabor, alternando pressão e velocidade, até minhas pernas começarem a tremer incontrolavelmente. O primeiro orgasmo me atingiu como uma onda, fazendo meu corpo arquear e um grito escapar dos meus lábios.
Mas ele não parou. Enquanto eu ainda tremia, suas mãos me viraram, colocando-me de quatro. Sua língua encontrou meu cuzinho, circundando o anel contraído antes de penetrar com a língua toda. Nunca senti nada assim, a sensação proibida, a humilhação e o prazer se misturando numa explosão de sensações.
Ele aproveitou da forma que podia e com muita fome, língua e dedos se alternando, abrindo, preparando para o que viria em seguida. Enquanto isso minha buceta pingava meu melzinho no chão da floresta, misturando-se com a terra úmida. Quando ele finalmente se posicionou atrás de mim e me penetrou, o esticamento foi quase doloroso, mas eu queria mais. Eu sentia cada centímetro dele entrando em mim.
Seus quadris bateram contra minhas nádegas, cada golpe me impulsionando para frente. O som de nossa pele batendo, nossos gemidos, o murmúrio do riacho — tudo se fundiu numa sinfonia de prazer animal. Ele me comia com força, socava tudo daquele cacete enorme me fazendo gemer de prazer. Até que ele tirou da minha buceta que me deixou com uma sensação de vazio pedindo mais, senti ele posicionado na entrada do meu cuzinho. Ele foi entrando devagar e aos poucos começou o movimento de vai e vem começou a ficar frenético me fazendo sentir que o segundo orgasmo não iria demorar.
Ele veio primeiro, gozou, semen quente e abundante dentro de mim. Encheu meu cuzinho com sua porra, mas continuou se movendo até que meu segundo orgasmo me deixou completamente gasta, acabada, muito relaxada. Caímos lado a lado ali mesmo, ofegantes, cobertos de suor, terra e fluidos. Nos beijamos longamente sentindo em nosso beijo o gosto do sexo de cada um.
O sol já dava sinal de que o dia estava se acabando quando voltamos para o carro. Saímos da floresta, meu rosto contorcido em prazer, meu corpo que antes estava exposto, agora estava com meu moletom preto todo sujo de terra.
Meu pai apareceu em um veículo com um borracheiro que veio prestar socorro pouco tempo depois que chegamos no carro. Passei meu telefone para o garoto que acabou de me fuder e nos despedimos. Quando estávamos voltando na estrada com o carro já em ordem o celular vibrou com as fotos que ele me enviara e a memória daquele rapaz anônimo que me mostrara partes de mim mesma nua alí mijando na terra, ficarão em minha memória.
Foto 1 do Conto erotico: Mijada na beira da estrada

Foto 2 do Conto erotico: Mijada na beira da estrada

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Foto 4 do Conto erotico: Mijada na beira da estrada

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Ficha do conto

Foto Perfil pietra18
pietra18

Nome do conto:
Mijada na beira da estrada

Codigo do conto:
265390

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
25/06/2026

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