Fui estuprada e quero novamente 2 a continuação

O som de pagode na casa estava alto. Desprezei o chamado de Marcos, meus olhos presos na figura do desconhecido enquanto ele se virava e se afastava da porta da varanda. Cada passo dele era deliberado, pesado, ecoando na casa de praia. Meu coração batia contra as costelas, um tambor de guerra que anunciava a batalha que eu mesma estava prestes a iniciar. A dor latejante no meu cuzinho, as marcas em minhas coxas, o cheiro de sexo que ainda impregnava minha pele, tudo isso me puxava em sua direção como um ímã. Eu não estava mais procurando por respostas. Eu estava procurando por repetição.
Ele subiu as escadas, e eu o segui, mantendo uma distância de poucos degraus. O som de meus pés descalços parecia alto demais, traiçoeiro. Ele parou no corredor, em frente a um dos quartos, e abriu a porta sem hesitar. Entrou e a deixou entreaberta. Um convite. Uma armadilha. Eu não sabia qual, nem me importava. Respirei fundo, o ar cheirando a poeira e sol, e empurrei a porta.
O quarto estava vazio, exceto por uma cama desfeita e cortinas brancas que dançavam com a brisa marinha. Ele estava de costas para mim, olhando pela janela, a silhueta larga e poderosa recortada pela luz do sol. A lata de cerveja ainda estava em sua mão, mas agora provavelmente estava morna.
— Foi você", disse eu, minha voz mais firme do que eu esperava. Não era uma pergunta. Era uma acusação. Um pedido.
Ele se virou lentamente. Não havia surpresa em seu rosto, apenas um brilho sarcástico, um reconhecimento cínico. Ele não disse nada. Apenas me olhou de cima a baixo, seu olhar devorando o biquíni que mal cobria minhas curvas, as marcas roxas que começavam a florescer em minha pele. O silêncio dele era mais intimidante do que qualquer palavra poderia ser. Ele deu um gole na cerveja morna, depois a colocou sobre o criado.
— Então?", ele disse finalmente, a voz rouca como eu me lembrava. —Veio cobrar ou veio pra mais?"
A pergunta atingiu meu estômago como um soco. A humilhação e o desejo se misturaram em uma poção ardente. Eu não respondi. Em vez disso, dei um passo à frente, fechando a distância entre nós. Ele não se moveu. Quando estava a um palmo de distância, ele agiu. Sua mão grande agarrou meu pescoço, não com força suficiente para me machucar, mas com uma autoridade inegável, me empurrando contra a porta que se fechara atrás de mim. A madeira era fria contra minhas costas nuas. —Vadias novinhas como você não deveriam andar por aí procurando por encrenca”… ele sussurrou, seu rosto a centímetros do meu. Seu cheiro era terroso, de suor e de homem, nada do perfume amadeirado como o de Lucas. Este era o cheiro do meu predador. — Mas é isso que você quer, não é? —Ser tratada como o que você é. Um buraco pra ser usado."
Sua outra mão desceu meu corpo, rasgando o laço do meu biquíni de um só puxão. O tecido caiu, e seus dedos ásperos encontraram minha buceta já molhada, já pronta. Ele riu, um som baixo e sem graça. —Molhadinha. —Claro que está." Ele enfiou dois dedos dentro de mim sem cerimônia, curvando-os para me atingir no ponto certo. Um gemido escapou dos meus lábios, um som de fraqueza que eu odiava e ansiava ao mesmo tempo. Ele me beijou então, não com paixão, mas com posse. Sua língua invadiu minha boca, dominando, enquanto seus dedos me fodiam com uma força brutal.
Ele me virou, me forçando a encostar as mãos na parede. Ouvi o som de seu fecho descendo e a liberação de seu pau. Ele era realmente enorme, como eu me lembrava, com veias salientes que eu podia sentir mesmo sem olhar. Ele não perguntou. Ele simplesmente pegou. A cabeça de seu pau roçou minha entrada molhadinha, depois ele a empurrou para dentro com um único movimento profundo que me tirou o fôlego. A dor e o prazer foram instantâneos, uma onda que me fez ver estrelas. Ele começou a me foder, suas mãos segurando meus quadris com tanta força que eu sabia que teria mais marcas. Deu um tapa tão forte que a marca da sua mão ficou gravada em minha bunda branca. Cada metida, cada estocada, cada golpe era profundo, intencional, me usando como seu instrumento de prazer. Minha cabeça ficou vazia, preenchida apenas pelo som de nossa pele batendo e meus próprios gemidos patéticos.
Ele me jogou na cama, virando-me de costas. Ele me pegou por trás novamente, puxando meu cabelo, forçando meu pescoço para trás. — É isso que você queria, sua putinha?", ele rosnou em meu ouvido. — Ser fodida como uma cadela novinha?" Eu só conseguia gemer, balançando a cabeça, implorando com o corpo por mais. Ele me usou como quiz, ajeitou-se na entrada do meu cuzinho e foi entrando sem pedir permissão. Enterrou seu mastro todo dentro de mim. Metendo sem dó com estocadas muito firmes e fortes que me fizeram escorrer lágrimas de dor a cada investida dentro do meu cu. Me usou em cada posição que quis, me virando, me dobrando, me abrindo, me chupando. Eu era uma boneca de carne para ele, e era exatamente o que eu precisava.
Finalmente, ele puxou para fora, me virando e me forçando a ajoelhar no chão. Ele estava em pé sobre mim, seu pau enorme e rígido apontado para meu rosto. "Abre a boca", ele ordenou. Eu obedeci sem pensar e ele começou a mijar na minha boca, — Bebe tudo sua safada! Fiz o que ele mandou estava toda molhada, humilhada, machucada, completamente convicta de ser dele. Ele começou a bater punheta na minha cara e apertou meu rosto me forçando abrir novamente a boca. —Vai tomar leitada sua biscate! Ele gozou, jatos quentes e grossos de esperma enchendo minha boca, escorrendo pelo meu queixo. Eu engoli tudo, como uma boa garota, lambendo o resto de seus dedos quando ele os ofereceu. Até as gotas que caíram no chão eu lambi. Ele não disse nada. Apenas se arrumou, calçou a calça e se virou para ir embora.
— Não", eu gaguejei, meu corpo tremendo de necessidade insatisfeita, querendo mais. — Por favor... não pare."
Ele parou na porta e olhou para trás, um sorriso de escárnio no rosto. —Quer mais?", ele zombou. —Implora. —Implora pra eu fodê você de novo."
E eu implorei e como implorei. Eu me arrastei até ele, eu o chamei de "meu dono", eu disse as palavras mais sujas e vergonhosas que conseguia imaginar. Eu me entreguei completamente, sem dignidade, sem orgulho. Apenas um corpo faminto.
Ele pareceu estar se divertindo. Ele abriu a porta do quarto e gritou: —Rafael! —Sobe aqui no meu quarto um minuto."
Meu sangue gelou. Rafael apareceu na porta, uma lata de cerveja na mão, com uma expressão confusa. Seus olhos se arregalaram ao me ver nua, coberta de suor, urina e esperma, ajoelhada no chão. O desconhecido simplesmente apontou para mim. —Ela está com fome de rola", disse ele com indiferença. —"Quer comer também essa biscate?"
Rafael olhou para ele, depois para mim. Eu vi o choque em seu rosto se transformar em outra coisa – desejo, crueldade, oportunidade. O desconhecido não esperou uma resposta. Ele se encostou no batente, cruzando os braços, pronto para assistir.
Era a prova final. Eu não era dele. Eu era de qualquer um. E naquele momento de humilhação suprema, enquanto Rafael se aproximava de mim com um sorriso ganancioso, eu senti uma paz que nunca havia conhecido. Meu namorado nem podia imaginar a humilhação que eu estava passando e fazendo ele de corno. Eu estava sendo muito usada, descartada, exatamente como eu sonhava. Pela primeira vez, eu estava completa.
Foto 1 do Conto erotico: Fui estuprada e quero novamente 2 a continuação

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui estuprada e quero novamente 2 a continuação

Codigo do conto:
267178

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/07/2026

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