Sempre respeitei muito a minha sogra, e ela também a mim. Mas, desde a primeira vez que a vi, um fogo começou a arder dentro de mim. Com seus 1,60m, loira, seios fartos e uma bunda avantajada que parecia esculpida para provocar, era impossível desviar o olhar quando ela estava por perto.
Com o tempo, esse tesão só aumentou. A audácia, tanto minha quanto dela, também. Do meu lado, ficou nos olhares safados, elogios sussurrados, mensagens de WhatsApp com emojis sugestivos e uma ou outra palavra de duplo sentido. Sempre me fazia o mais prestativo possível, um cavalheiro à espera de uma deixa.
Ela, por sua vez, mantinha a discrição de uma mulher conservadora e bem-casada. Mas os olhares… ah, os olhares eram intensos, pesados, carregados de um desejo não dito. E as roupas… alguns vestidos mais justos, blusas um pouco mais decotadas quando eu visitava. Meu pau endurecia na hora. Ela sempre me dava a entender, com a sutileza de uma fogueira em uma noite escura, que também estava querendo.
A dúvida, porém, era uma serpente a me envenenar. *Será que rola ou não rola?* Ela era casada, feliz, assim como eu. Certamente não faltava rola naquela buceta maravilhosa. Então, por que aqueles olhares? Era apenas um jogo safado? Uma provocação normal entre quase-parentes? O medo de arriscar e perder tudo – a família, o respeito, a sanidade – me paralysava.
Comecei a frequentar mais a casa dela, em horários alternados, na esperança de encontrá-la sozinha, mais à vontade. Quase sempre, o azar era meu. Desanimado, recuei, mas nunca deixei de lançar olhares que diziam, claramente: *Eu quero comer aquela buceta gostosa até você gritar.*
Até que o dia chegou.
Ela me mandou uma mensagem: “Preciso de uma ajuda aqui em casa com uns móveis. Você pode vir? Estou sozinha.” O coração disparou. *Acreditava eu que era só um pretexto.*
Fui. Com a maldade pintada nos olhos e o desejo latejando nas veias.
Chegando lá, ela, com um sorriso inocente que não enganava ninguém, me guiou até o escritório. “Preciso pegar algumas caixas no alto desse armário”, disse, apontando.
Enquanto eu me preparava para ajudá-la, ela se virou e, ao se esticar para simular a busca, arrebitou aquela bunda deliciosa bem na minha frente. O sangue correu todo para uma única parte do meu corpo. Ela abria portas de armários, mexia em caixas vazias, e então… aconteceu. Ao se virar, ela encostou as nádegas, com firmeza e precisão, no volume duro que inchava minha calça.
Foi um choque de puro êxtase. Um segundo que durou uma eternidade. Meu pau latejou, implorando por liberdade.
Não me contive. Em um movimento rápido, virei-a pelo ombro, prendi seu rosto entre minhas mãos e cravei meus lábios nos dela. Não foi um beijo, foi uma declaração de guerra. Profundo, voraz, deixando-a sem ar. Senti seu corpo ceder, sua boca responder com igual fervor. Desci meus lábios para seu pescoço, ergui a camiseta comprida que ela usava e abocanhei um de seus seios fartos. A pele era macia, o mamilo duro contra minha língua.
“Ahhh…”, ela gemeu, um som baixo e rouco que saía do fundo da alma.
Chupei, mordisquei, dedilhei. Ela só usava a camisa e uma calcinha. Com gestos ansiosos, puxei a renda para baixo e, ajoelhando-me, mergulhei meu rosto entre suas pernas. A buceta era linda, rosada, e um cheiro adocicado de desejo enchia o ar. Lambi, chupei, concentrei-me no clitóris inchado. Ela arqueou as costas, agarrando-se aos meus cabelos.
“Isso… assim… não para, por favor!”, ela suplicava entre gemidos abafados.
Senti seu corpo estremecer, os músculos da sua coxa contraírem-se contra meu rosto, e o sabor único, salgado e doce, do seu orgasmo inundou minha boca. Era maravilhoso.
Levantei-me, minhas pernas trêmulas de excitação. Coloquei-a de frente para a mesa grande do escritório, dobrando-a levemente para frente, aquela bunda perfeita arrebitada como uma oferenda. Tirei meu pau para fora da calça, já escorrendo de tesão. Passei a cabeça inchada e vermelha pelos seus lábios molhados, provocando.
“Você… seu safado…”, ela sussurrou, olhando para trás com olhos embaçados. “Eu sempre soube que você me queria.”
“E você não queria?” perguntei, roçando novamente.
“Mais do que tudo”, ela confessou, ofegante.
Encostei a ponta e, com um empurrão suave, entrei. Ela soltou um grunhido profundo de prazer.
“Ahhh, meu Deus… que pau gostoso…”, ela gemeu. “Fode… fode a tua sogrinha, seu tarado! Enche essa cadela de piroca!”
Comecei com um vai e vem lento, profundo, sentindo cada centímetro da sua quente e apertada vagina se moldar a mim. A cada investida, ela respondia, empurrando a bunda para trás.
“Fode essa puta! Mais forte!”, ela gritava, a voz ecoando no quarto silencioso.
Aumentei o ritmo. O som de nossas peles se batendo, misturado aos nossos gemidos, era a única música que importava. Eu a fodia com uma fúria contida por anos, e ela recebia cada golpe como uma benção. Após uns dez minutos de um ritmo frenético, vi algo que me fez perder o pouco juízo que restava: seu cuzinho, rosado e convulsivo, piscando a cada embestada minha, como se me chamasse.
Parei por um instante. Ela olhou para trás, confusa. “Por que parou?”
Sem dizer uma palavra, ajoelhei-me novamente. Espalhei seus lábios maiores e cedi à tentação. Lambi o caminho úmido da sua buceta até o centro proibido. Ela estremeceu violentamente.
“Não… ah, não… você não vai…”, mas sua voz era de súplica, não de negação.
“Vou sim”, murmurei, e mergulhei a língua no seu cuzinho apertado. Ela gritou, um grito abafado contra o braço. Lambi, bebi, preparei-a. Deixei-o bem molhado com minha saliva e o néctar dela.
“Está pronto para mim?” perguntei, erguendo-me e alinhando a cabeça do meu pau com seu portal estreito.
“Sim… por favor…”, ela choramingou, uma fera dominada pelo desejo. “Enfia… vai, mete nesse cu gostoso da tua puta! Quero sentir tudo!”
Com uma paciência que me custou o mundo, comecei a empurrar. Era apertado, quente, uma sensação de tirar o fôlego. Ela apoiou a testa no braço e gemeu, um gemido longo e contínuo de dor que se transformava em prazer.
“Que tesão… meu Deus, que delícia…”, ela sussurrava. “Enfia tudo… vai, mete! Esfola esse cu! Faz dele seu!”
Quando entrei por completo, parei por um segundo, ambos ofegantes, unidos da maneira mais íntima e proibida. Então, comecei a me mover. Um vai e vem deliberado, sentindo cada anel muscular se contrair em volta do meu pau. Ela gozou novamente, um tremor violento que apertou ainda mais o meu membro dentro dela.
“Não para… não para, meu amor”, ela suplicava, o título ‘amor’ saindo naturalmente no auge do delírio. “Faz há tanto tempo que ninguém me fode assim… Quero sentir… quero sentir teu leite quente dentro do meu cuzinho… Enche essa vadia!”
As palavras dela, sujas e ardentes, foram o gatilho final. Meu tesão explodiu. Segurei seus quadris com força e cavei fundo, com uma série de estocadas rápidas e brutais.
“Vou gozar…”, grunhi, os dentes cerrados.
“Goza! Goza dentro, seu safado! Me marca!”, ela gritou.
E eu o fiz. Com um rugido abafado, jorrei jatos e mais jatos de porra quente no fundo do seu cuzinho. Foi uma descarga interminável, liberando anos de fantasia e desejo reprimido. Fiquei parado, enterrado nela, meu pau ainda pulsando dentro de sua calorosa intimidade, enquanto nossa respiração aos poucos se acalmava.
Inclinei-me para frente e dei um beijo suave em suas costas. Permanecemos ligados por um longo minuto, em silêncio, saboreando a transgressão e o êxtase.
Retirei-me lentamente, meu pau murcho escorrendo nossos fluidos misturados. Nós nos viramos e nos beijamos novamente, um beijo agora doce, lento, cheio de uma cumplicidade recém-nascida.
Ela afastou o rosto e fitou meus olhos, séria. “Segredo”, disse, sua voz ainda rouca. “Isso é nosso. Nosso grande segredo.”
“Segredo”, concordei, beijando sua testa.
“E teremos mais momentos como esse”, ela acrescentou, um sorriso safado e promissor brincando em seus lábios.
“Conta com isso.”
Lavei o rosto no banheiro, arrumei minhas roupas e saí de sua casa. O ar da noite pareceu mais leve. Caminhei até meu carro me sentindo, sem sombra de dúvida, o homem mais feliz e realizado do mundo. E sabendo que aquela era apenas a primeira página de um livro proibido e incrivelmente excitante.




