Raquel ainda tinha o gosto do espumante caro na boca quando o Dr. Rodrigues a puxou outra vez contra o corpo, no sofá de pele do apartamento dele. Tinham acabado de foder pela segunda vez, o vinho tinto de reserva e a champanhe a circularem-lhes no sangue, a pele quente, a respiração ainda irregular. Ele passou a mão pelas costas suadas dela e falou baixo, quase a testar o terreno. — Tenho uma vontade, Raquel. Uma vontade que a minha mulher nunca me deixou viver. Quero saber o que se sente a ser corno. Quero ver a mulher que estou a foder a ser usada por outro homem enquanto eu assisto. Se aceitares, sou generoso. Muito generoso. E quero que te faças passar pela minha esposa. Ela ficou em silêncio alguns segundos, a dedilhar o peito dele, o corpo ainda a latejar. Depois sorriu, lenta, provocadora. — O Doutor quer ser corno e corninho… e quer que a puta se faça passar pela esposa para ele sentir isso de verdade. Está bem. Aceito. Mas quero tudo o que prometeu. E quero ouvir-te a chamar-me puta, vaca e porca enquanto outro homem me fode à tua frente. — Vais ouvir. E vais gostar. Três dias depois chegou uma caixa preta discreta à empresa dela, entregue na recepção com o nome dela. Dentro vinha o vestido de cabedal preto justo e curto, a lingerie de cabedal negro — fio dental e ligas —, e um par de botas pretas de salto fino e cano alto. A nota era curta: “Veste-te assim na próxima semana. Hotel. Eu estarei a ver. És a minha mulher esta noite.” Na semana seguinte Raquel chegou ao hotel de luxo exactamente como ele pedira. Tinha quarenta e tal anos, um metro e cinquenta e sete, corpo escultural, cu empinado e ancas normais que o vestido de cabedal abraçava como se tivesse sido feito à medida. O decote mostrava a curva dos seios, a saia terminava a meio da coxa, as ligas marcavam a pele sob o tecido e o fio dental desaparecia entre as nádegas empinadas. As botas faziam-lhe as pernas longas e perigosas. O coração batia-lhe mais depressa do que queria admitir quando abriu a porta do quarto. O quarto era amplo, luzes baixas, cama king-size de lençóis escuros e duas poltronas viradas para a cama. O Dr. Rodrigues já estava sentado numa delas, de camisa aberta, um copo de whisky na mão. Ao lado, de pé, estava Pep: cinquentão espanhol, alto, atlético, ombros largos de quem tinha sido desportista, cabelo escuro com alguns fios brancos, sorriso confiante e olhar que não disfarçava o desejo. — Esta é a minha mulher — disse o médico, a voz calma. — A puta que vai fazer de mim corno esta noite. Usa-a como quiseres. Pep aproximou-se devagar, andou à volta dela, os olhos a percorrerem o vestido de cabedal, o cu empinado, as ligas, as botas. Parou atrás dela, passou as mãos pelas ancas e apertou. — Joder… estás preciosa. O cabedal fica-te bem. Tira o vestido. Quero ver o que a mulher do corno tem por baixo. Raquel puxou o fecho lentamente e deixou o cabedal cair ao chão. Ficou só com a lingerie preta, o fio dental a marcar a cona, as ligas a subir pelas coxas, as botas altas. O corpo escultural de quarentona revelava-se inteiro: seios firmes, cintura marcada, cu empinado e ancas normais. Pep passou a mão pela curva das nádegas, apertou com força e depois puxou o fio dental para o lado, os dedos a roçarem a pele molhada. — Já estás molhada, guapa. O corno ali sentado já te deixou pronta para ser fodida? Ela olhou por cima do ombro para o Dr. Rodrigues e sorriu, provocadora, entrando no papel de esposa. — O corninho gosta de ver a esposa a ser usada. E a puta gosta de o deixar a ver. Quer que eu diga mais, Doutor? — Diz tudo o que quiseres, puta — respondeu o médico, a voz baixa. — Quero ouvir a minha mulher a pedir para ser fodida. Pep riu baixo, tirou a camisa, revelando o tronco ainda marcado, e depois as calças. O pau saiu grosso, pesado, já duro. Puxou Raquel para a cama, deitou-a de costas e abriu-lhe as pernas, o fio dental ainda puxado para o lado. Enterrou a cara entre as coxas e lambeu-a devagar, a língua larga, a saborear, os olhos levantados para ela. — Sabe bem… a mulher do corno está doce. Gostas de ser chupada enquanto ele assiste? — Gosto… a vaca gosta de ser chupada enquanto o marido corno assiste… continua… mais fundo… Pep lambeu com mais pressão, os dedos a entrarem na cona enquanto a língua trabalhava o clitóris. Raquel arqueou as costas, uma mão no cabelo dele, a outra a agarrar o lençol. — Assim… a puta está a pingar… o corninho está a ver a esposa a molhar-se toda… Ele levantou a cabeça, a boca brilhante, e subiu pelo corpo dela. Passou a cabeça do pau pela entrada molhada, esfregou devagar, e depois enterrou-se de uma só vez até ao fundo. A cona engoliu-o inteiro. Raquel gemeu alto, as botas a cravarem-se nas costas dele. — Fode-me… usa a esposa do corninho… fode a puta forte… quero sentir tudo… Pep começou a estocar com ritmo firme, profundo, as mãos a agarrarem-lhe as ancas normais e o cu empinado. O som molhado enchia o quarto. O Dr. Rodrigues não tirava os olhos, o copo esquecido na mão. — Olha para ele — mandou Pep, a voz rouca. — Olha para o teu marido corno enquanto te fodo. Diz-lhe o que estás a sentir. Raquel virou a cabeça para o médico, a voz já cortada pelas estocadas que lhe sacudiam o corpo escultural. — O corno está a ver a esposa a ser bem fodida… a vaca está a engolir o pau todo… o corninho gosta, não gosta? Gosta de ver a porca a ser usada à sua frente? — Gosto — respondeu o Dr. Rodrigues, a voz baixa e tensa. — Continua, puta. Deixa-te foder. Quero ouvir a minha mulher a pedir mais. — Então pede — disse Pep, a acelerar o ritmo. — Pede ao corno para te deixar levar mais. — Corninho… deixa a puta levar mais… deixa a vaca ser bem fodida… a porca quer o pau fundo… olha como a esposa está a ser usada… Pep virou-a de quatro com um movimento firme, puxou-lhe as nádegas empinadas e voltou a entrar de uma só vez. As ligas marcavam a pele, as botas brilhavam sob a luz baixa. Ele agarrou-lhe o cabelo e puxou a cabeça para trás enquanto a fodia com força, as estocadas secas e profundas. — Diz o nome dele outra vez. Chama-lhe o que ele é enquanto te encho. — Corno… corninho… a esposa está a ser fodida à tua frente… a vaca está a levar pau enquanto tu só olhas… a porca está a gozar à frente do marido… fode-me mais forte… — Boa puta — murmurou o Dr. Rodrigues da poltrona. — Continua a falar. Quero ouvir tudo. Pep acelerou ainda mais, uma mão a descer à frente para esfregar o clitóris dela enquanto a fodia por trás. Raquel gemia sem parar, a cona a apertar o pau a cada embate, o cu empinado a bater contra a barriga dele. — Mais… fode a puta… enche a vaca… o corno está a ver a mulher a ser usada… a porca está a pingar toda… Ele tirou o pau de repente, deitou-a de costas outra vez, abriu-lhe as pernas e voltou a entrar, desta vez mais lento, fundo, a olhar para o médico enquanto a fodia. — Ele está a ver-te bem fodida, não está, puta? Diz-lhe o que queres agora. — Quero que o corninho veja a esposa a ser enchida… quero que a vaca fique cheia de leite… quero que a porca goze à frente do marido… fode-me até eu não aguentar… Pep empurrou mais fundo, o ritmo a aumentar outra vez. Raquel gozou primeiro, o corpo escultural a contrair-se com força, a cona a apertar o pau dele em espasmos longos, um gemido alto a escapar-lhe da garganta. — Estou a gozar… a puta está a gozar… o corno está a ver a esposa a gozar com outro pau… Pep não parou. Continuou a foder enquanto ela ainda se contraía, o líquido a escorrer pelas coxas até às ligas. Quando veio pela primeira vez foi fundo, o corpo a tremer, os jactos quentes a encherem-lhe a cona até transbordar. Mal acabou, continuou a mexer-se, o pau ainda a latejar, o leite a fazer barulho a cada estocada. — Ainda não chega — disse ele, a respiração pesada. — A mulher do corno vai levar mais. Diz-lhe que queres. — Corninho… a puta quer mais… a vaca quer ser fodida outra vez… a porca quer o leite outra vez dentro… olha para a esposa… Pep virou-a de lado, levantou-lhe uma perna e entrou outra vez, profundo, uma mão a esfregar-lhe o clitóris com firmeza. Raquel gemia alto, as unhas a cravarem-se no lençol, o corpo a tremer outra vez. — Assim… mais… a puta está a ficar louca… o corno está a ver tudo… a vaca está a pingar o leite dele… O segundo orgasmo de Pep veio mais forte. Enterrou-se até ao fundo e esporrou-se outra vez dentro dela, o leite a juntar-se ao primeiro e a escorrer-lhe pelas coxas até às botas. Raquel gozou de novo no mesmo instante, o corpo escultural a sacudir-se, a cona a latejar à volta do pau dele. O Dr. Rodrigues levantou-se da poltrona, aproximou-se da cama e passou a mão pelo cabelo suado de Raquel, a voz baixa e satisfeita. — Boa puta. Boa vaca. Boa porca. Deixaste o corno satisfeito. A minha mulher foi bem fodida esta noite. Ela olhou para ele, ainda ofegante, o leite a escorrer-lhe pela pele, o cu empinado ainda a latejar, e sorriu, mantendo o papel até ao fim. — O corninho gostou de ver a esposa a ser usada? A vaca e a porca cumpriram o que o marido queria? Quer que a puta limpe o pau dele agora? Pep saiu de dentro dela devagar, o pau ainda semi-duro e coberto do leite dos dois. Passou a cabeça pelos lábios dela. Raquel abriu a boca sem hesitar e limpou-o, a língua a recolher o que restava, os olhos levantados para os dois homens enquanto chupava. — A puta limpa bem — murmurou Pep, a mão no cabelo dela. — Se o corno quiser, posso voltar a usar a mulher noutra noite. O Dr. Rodrigues sorriu, satisfeito, e acariciou a cara de Raquel enquanto ela ainda tinha o pau na boca. — A esposa está disponível sempre que o corninho quiser sentir outra vez. E a puta sabe o que tem de fazer. Raquel não sabia que tudo tinha sido combinado entre os dois homens — que Pep era alguém que o médico precisava de agradar para a promoção, e que a noite inteira tinha sido encenada para ele viver a fantasia de ver a “esposa” a ser fodida e, ao mesmo tempo, fechar um favor importante. Ela só sabia que a cona ainda latejava, que o leite lhe escorria pelas coxas, e que o corno e o espanhol a olhavam como se ela fosse exactamente o que eles tinham chamado: puta, vaca, porca… e esposa. E ela gostava
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