Eu e a Walkiria morávamos numa fazenda isolada nas montanhas de Nova Friburgo. A vida era quieta, o ar puro, o silêncio só quebrado pelo vento e pelos animais. Até o dia em que a mulher do caseiro apareceu na porta da casa-sede com a filha, Sonia. — Seu, dona… a Sonia tá precisando de um lugar. A gente tá apertado na casinha. Se a senhora e o senhor topassem deixar ela morar aqui pra ajudar na casa, no roçado, no que precisar… a menina é quieta, trabalha bem. A Walkiria olhou pra mim. Eu olhei pra Sonia. Dezessete anos? Dezoito? Não importava. Tinha o corpo de mulher já: peitos firmes apertando a blusa simples, cintura estreita, bunda redonda e alta que o shortinho jeans não conseguia esconder. Olhos baixos, boca carnuda, cabelo preto solto caindo pelos ombros. Cheirava a sabão e a terra molhada. — Pode ficar — disse a Walkiria, com aquele sorrisinho que eu conhecia bem. Sonia se instalou no quarto do fundo. Nos primeiros dias foi só trabalho: varria, cozinhava, levava café no campo. Mas a tensão estava no ar. Eu sentia o olhar dela quando eu tirava a camisa suada. A Walkiria sentia também. À noite, na cama, minha mulher me contava baixinho: — Vi ela se esfregando na porta do banheiro enquanto você tomava banho… a calcinha dela tava molhada, amor. No terceiro dia, a coisa estourou. Era final de tarde. Chuva fina caía. Eu cheguei da roça, tirei a bota na varanda e entrei. A casa estava quieta. A Walkiria estava na cozinha, de short e top. Sonia lavava a louça de costas pra mim. O shortinho molhado colava na bunda. Eu parei, olhando. A Walkiria veio por trás, abraçou minha cintura e sussurrou no meu ouvido: — Vai. Come ela. Eu quero ver. Ela me empurrou suavemente na direção da menina. Sonia se virou, os olhos grandes, a respiração já acelerada. Eu segurei o queixo dela e beijei aquela boca macia. Ela gemeu baixinho, como se estivesse esperando por isso há dias. A língua dela era tímida no começo, depois faminta. Eu enfiei a mão por baixo do short e senti a calcinha encharcada. A Walkiria se aproximou, beijou o pescoço de Sonia e puxou o top dela pra cima. Os peitos saltaram: jovens, duros, bicos escuros e pontudos. Minha mulher chupou um enquanto eu chupava o outro. Sonia tremia, as mãos agarradas na minha camisa. Levei as duas pro sofá da sala. Tire o short de Sonia de uma vez. A buceta dela era lisinha, rosada, os lábios inchados e brilhando de tesão. A Walkiria se ajoelhou na minha frente, abriu meu jeans e engoliu meu pau duro até o fundo, babando, enquanto eu chupava a menina. Sonia abria as pernas largas, gemendo alto, puxando meu cabelo. — Mete nela — mandou a Walkiria, a voz rouca. — Quero ver esse pau sumindo nessa bucetinha nova. Levantei Sonia, virei ela de quatro no sofá. A bunda alta, a xota piscando. Encostei a cabeça do pau e enfiei de uma vez só. Ela gritou, apertada pra caralho, quente, molhada. A Walkiria se posicionou embaixo dela, chupando o clitóris da menina enquanto eu fodia. Cada estocada fazia Sonia gemer e escorrer mais. Eu segurava os quadris dela com força, batendo forte, ouvindo o barulho molhado. A Walkiria se levantou, tirou a própria roupa e sentou no rosto de Sonia. A menina lambeu com vontade, gemendo contra a buceta da minha mulher enquanto eu metia sem piedade. O pau latejava. Aperto daquela xota nova era viciante. Troquei de posição. Deitei de costas. Sonia montou em mim, cavalgando com força, os peitos balançando. A Walkiria se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas da menina e lambuzou o cuzinho com saliva. Depois enfiei dois dedos enquanto Sonia rebolava no meu pau. A menina gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a buceta espremendo meu pau em ondas. Não aguentei. Virei ela de novo, coloquei de quatro e gozei fundo, enchendo aquela xota novinha de porra. A Walkiria imediatamente se abaixou e chupou tudo, misturando o meu leite com o suco da menina, depois beijou Sonia com a boca cheia. Passamos a noite inteira assim. No quarto, no banheiro, de novo no sofá. Sonia aprendeu rápido: chupar pau e buceta ao mesmo tempo, ser fodida enquanto chupava a dona da casa, gozar várias vezes sem parar. A Walkiria adorava segurar a cabeça dela enquanto eu metia na garganta da menina. Eu adorava ver as duas se beijando com a boca suja de porra. De manhã, quando a chuva parou, Sonia ainda estava entre nós dois, nua, marcada, o cabelo bagunçado, o cheiro de sexo impregnado na pele. A Walkiria acariciou o peito dela e sussurrou: — Agora você mora aqui de verdade. E a gente vai te usar sempre que quiser. Sonia só sorriu, ainda ofegante, e abriu as pernas de novo.
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