Minha esposa ainda estava deitada de lado, a buceta escorrendo a mistura da nossa porra e a do cão, quando olhou para mim e sorriu safada: — Agora é a sua vez… quero ver o pitbull te foder também. Eu estava de joelhos na cama, o pau ainda semi-duro e sujo. O cão, excitado de novo, se aproximou farejando minhas nádegas. A língua quente e áspera passou bem no meio, lambendo o cu e as bolas. Eu gemí baixinho, sentindo o focinho úmido empurrar. Minha esposa se ajoelhou ao meu lado, abriu minhas nádegas com as duas mãos e falou para o cão: — Isso, boy… cheira o cu do papai… depois enfia esse pau grosso nele. O pitbull montou em mim de uma vez. As patas dianteiras pesadas se apoiaram nas minhas costas e o pau vermelho e rígido encontrou a entrada do meu cu. Ele empurrou com força. A cabeça grossa forçou a passagem, abrindo meu cu aos poucos. Eu soltei um gemido alto quando a primeira metade entrou de uma vez. — Porra… tá grosso… tá entrando fundo… O cão não teve piedade. Deu uma embestada forte e enterrou o pau quase inteiro. O nó ainda estava meio murcho, mas já começava a inchar. Ele começou a foder rápido, o corpo dele batendo contra minha bunda, o pau canino entrando e saindo com barulho molhado. Minha esposa ficou debaixo de mim, chupando meu pau enquanto o cão me comia por trás. — Isso… deixa ele te foder bem fundo… quero ver esse nó entrar no seu cu… O pitbull mordeu de leve minha nuca e acelerou. Cada estocada era mais forte. O nó grosso começou a bater na entrada do meu cu, tentando forçar a passagem. Eu gemia alto, o pau latejando na boca da minha esposa. Ela chupava com vontade, babando, olhando para cima e vendo o cão me comer. De repente o pitbull deu uma embestada violenta. O nó inchado passou de uma vez, entrando completo. Meu cu se esticou ao máximo ao redor daquela bola carnuda. Ficamos travados. Ele começou a tremer e a gozar em jatos quentes e grossos, enchendo meu cu de porra canina enquanto o nó pulsava lá dentro. Eu gozei na boca da minha esposa no mesmo instante, jatos fortes enquanto o cão descarregava dentro de mim. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios depois. O pitbull ficou preso por vários minutos, o pau ainda latejando e soltando mais porra. Quando o nó finalmente desinchou o bastante, ele saiu com um ploc molhado. Um fio grosso de sêmen branco e viscoso escorreu do meu cu aberto, pingando na cama. Minha esposa passou o dedo ali, coletou um pouco da porra do cão e colocou na minha boca: — Chupa… prova a porra que ele te encheu. Eu chupei o dedo dela, o gosto forte e animal. O pitbull ainda farejava meu cu aberto, lambendo o excesso que escorria. Ela sorriu, a barriga gravídica brilhando de suor: — Agora os dois estão bem fodidos pelo nosso cachorro… e ainda não acabou.
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