Minha esposa estava no sétimo mês de gravidez. A barriga já era grande, redonda e pesada, os seios inchados e sensíveis, o corpo todo quente e carente. O desejo sexual dela tinha explodido. Não era mais só vontade de transar comigo. Era algo mais sujo, mais animal. Uma noite, depois de eu gozar dentro dela e sair para tomar banho, ela ficou de quatro na cama, a calcinha de lado, a buceta pingando. O pitbull da casa, um macho grande e forte de quase 40 kg, estava deitado no chão do quarto. Ela o chamou baixinho: — Vem cá, boy… vem cheirar a mamãe… O cão se levantou, farejou o ar e se aproximou. O focinho quente e úmido encostou na coxa dela. Ela abriu as pernas mais, oferecendo a buceta inchada e molhada. O pitbull começou a lamber. A língua larga e áspera passou devagar pela fenda, depois empurrou com força, entrando fundo, lambendo o clitóris inchado e a entrada da vagina. Ela gemeu alto, a barriga gravídica balançando: — Isso… lambê essa puta prenha… lambê fundo… O cão ficou cada vez mais excitado. O pau dele saiu do prepúcio, vermelho, grosso, com o nó já começando a inchar na base. Minha esposa olhou para trás, viu aquele pau canino e suspirou: — Entra… enfia esse pau de cachorro na minha buceta… Ela se ajeitou melhor de quatro, apoiando a barriga na cama para não machucar o bebê, e abriu as nádegas com as mãos. O pitbull montou nela de uma vez. As patas dianteiras se apoiaram nas costas dela e o pau quente e rígido encontrou a entrada molhada. Com uma embestada forte, ele enterrou tudo de uma vez. Ela gritou: — Aaaaah… porra… tá entrando inteiro… o nó… o nó vai entrar também… O cão começou a foder rápido e fundo, o corpo dele batendo contra a bunda dela, o pau canino entrando e saindo com força. A cada estocada o nó grosso batia na entrada da vagina, tentando forçar a passagem. Minha esposa gemia como uma cadela no cio, a buceta fazendo barulho molhado, a barriga gravídica balançando com o ritmo bruto. — Enfia o nó… força… quero sentir esse nó inchado dentro de mim… enche a puta prenha de porra de cachorro… O pitbull mordeu de leve a nuca dela e deu uma última embestada violenta. O nó grosso passou de uma vez, entrando completo. A vagina dela se esticou ao máximo ao redor daquela bola carnuda. Eles ficaram travados. O cão começou a tremer e a gozar em jatos quentes e grossos, enchendo o útero dela de sêmen canino enquanto o nó pulsava. Ela gozou logo em seguida, a buceta contraindo com força ao redor do nó, esguichando um pouco enquanto o cão continuava descarregando dentro dela. Os dois ficaram presos por vários minutos. Ela tremia, a barriga apoiada na cama, gemendo baixinho: — Tá cheio… tá tão cheio de porra de cachorro… meu deus… Quando o nó finalmente desinchou o bastante para sair, o pau do pitbull escorregou para fora e um fio grosso de sêmen branco e viscoso escorreu pela coxa dela, pingando no lençol. Ela ficou deitada de lado, a mão passando pela barriga, sorrindo satisfeita e suja.
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