Agora meu pitbull me comendo e minha mulher gravida
Eu saí do banheiro e parei na porta do quarto. A cena me fez ficar duro na hora. Minha esposa ainda estava de quatro, a barriga gravídica pesada apoiada na cama, a buceta aberta e escorrendo sêmen branco e grosso do pitbull. O cão ainda farejava o rabo dela, a língua saindo de vez em quando para lamber o excesso de porra que pingava. O pau dele ainda estava meio para fora, molhado e brilhante. Ela me viu e sorriu, o rosto corado, a voz rouca: — Vem… vem ver como a sua puta prenha ficou cheia de porra de cachorro… Eu me aproximei, o pau já duro, latejando. Ajoelhei atrás dela e passei dois dedos pela fenda inchada. O sêmen do pitbull era quente e viscoso, escorria fácil. Empurrei os dedos para dentro e ela gemeu, a buceta ainda frouxa e bem usada. — Que porra quente… ele te encheu toda — falei, abrindo a entrada com os dedos para ver o creme branco que escorria. Ela olhou por cima do ombro: — Agora é a sua vez. Quero os dois. Quero sentir seu pau e o dele. O pitbull, ainda excitado, subiu de novo nas costas dela. Dessa vez eu ajudei. Segurei o pau vermelho e grosso do cão e alinhei na entrada da buceta dela, ainda escorrendo. Com uma embestada ele entrou de novo, o nó já começando a inchar. Minha esposa gritou de prazer quando o nó forçou a passagem e travou outra vez. Enquanto o cão a fodia preso, eu me posicionei na frente dela. Ela abriu a boca imediatamente e engoliu meu pau até a base, babando, gemendo com a boca cheia enquanto o pitbull batia fundo nela por trás. Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder a boca com força, sentindo a garganta apertar. — Isso… chupa o pau do marido enquanto o cachorro te enche de novo… sua puta prenha safada… O nó do pitbull pulsava dentro dela. Ele começou a gozar outra vez, jatos quentes enchendo a vagina já cheia. Eu sentia o corpo dela tremer a cada descarga. Ela gemia no meu pau, a saliva escorrendo pelo queixo, os olhos revirando. Quando o cão finalmente destravou e saiu, um monte de porra escorreu de uma vez pela coxa dela. Eu não perdi tempo. Empurrei ela de lado, levantei uma perna e enfiei meu pau de uma vez na buceta escorregadia e cheia. O sêmen do pitbull lubrificou tudo. Eu comecei a meter fundo, sentindo o líquido quente espirrar a cada estocada. — Sente isso? Tô fodendo a porra do cachorro pra dentro de você… — eu gemia, batendo a bacia na bunda dela. O pitbull se aproximou de novo. Dessa vez eu puxei a cabeça dele para a boca dela. Ela abriu e começou a lamber e chupar o pau canino ainda semi-duro, limpando a própria porra misturada com a dele. Eu fodia mais forte, vendo ela chupar o cão enquanto eu metia. Ela gozou de novo, a buceta apertando meu pau com força, esguichando um pouco misturado com o creme branco. Eu não aguentei. Enfiei até o fundo e descarreguei jato atrás de jato, misturando minha porra com a do pitbull dentro dela. Quando saí, a buceta dela ficou aberta, um fio grosso de sêmen branco e grosso escorrendo sem parar. O pitbull se aproximou e começou a lamber tudo, a língua larga limpando a mistura que saía. Minha esposa, ofegante, a barriga subindo e descendo, olhou para mim e para o cão e sussurrou: — Ainda não acabou… quero mais… quero os dois de novo…
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