Fui tratar da amiga e ganhei pica

Aline era impossível de ignorar.
Na academia, às 19h de uma terça-feira qualquer, ela ocupava o espaço como se o lugar inteiro tivesse sido construído em volta daquele corpo. Cabelo escuro preso num rabo de cavalo alto, pele dourada de quem treina sob o sol, ombros largos, cintura estreita, quadris generosos e um bumbum que esticava o legging preto de um jeito obsceno. Quando ela se inclinava no leg press, os músculos das coxas saltavam e a camiseta cropped subia, revelando a linha marcada do abdômen.
Eu já a observava há semanas. Ela sabia. O sorriso de canto de boca toda vez que nossos olhares se cruzavam deixava claro.
Naquele dia, depois do treino de costas, ela veio até mim enquanto eu guardava os pesos. Suor brilhava na clavícula. O cheiro dela era uma mistura de perfume caro e adrenalina.
— Você é o acupunturista, né? — perguntou, voz baixa, quase rouca. — Aline. Já te vi algumas vezes. Ouvi dizer que você resolve dores de verdade.
Sorri, tentando não parecer óbvio demais.
— Depende da dor.
Ela riu, um som baixo e sujo.
— Estou com as costas destruídas. Desde ontem. Não consigo nem dormir direito. Você topa ir na minha casa depois? Só uma sessão rápida… eu pago o que for.
O convite era direto. O olhar, ainda mais. Aceitei.
O apartamento dela ficava a quinze minutos. Elevador silencioso, corredor com cheiro de madeira e perfume. Assim que a porta se fechou atrás de nós, Aline tirou o tênis, o legging e a cropped num movimento fluido, ficando só de um sutiã esportivo preto e uma calcinha fina que mal cobria nada. O corpo era ainda mais brutal sem a roupa de academia: seios firmes, cintura cinzelada, coxas densas, a curva da bunda pedindo para ser agarrada.
— Deita na cama — ela disse, já caminhando até o quarto. — De bruços. Quero que você sinta exatamente onde dói.
A cama era grande, lençóis escuros. Aline se deitou de barriga para baixo, os braços dobrados sob a cabeça, o rosto virado para o lado. Eu abri a maleta, tirei as agulhas, o óleo, tudo o que precisava. As mãos deslizaram pela coluna dela, mapeando a tensão. Havia dor real nas vértebras lombares, mas o corpo inteiro vibrava de outra coisa.
Comecei o trabalho. Agulhas precisas, pressão firme, polegares afundando na musculatura. Aline gemia baixo, o som saindo abafado contra o travesseiro. Cada vez que eu pressionava mais fundo, o quadril dela se movia quase imperceptivelmente, como se estivesse se esfregando contra o colchão.
— Mais forte — murmurou. — Pode apertar.
Eu apertei. Os gemidos ficaram mais longos. Em certo momento, ela virou o rosto completamente e me olhou por cima do ombro. Os olhos estavam escuros, a boca entreaberta.
— Tira a camisa — pediu. — Quero sentir suas mãos quentes.
Obedeci. Quando voltei a tocar a pele dela, os dedos escorregaram mais baixo, passando pela curva da cintura, descendo até o início da calcinha. Aline arqueou as costas, empurrando o bumbum para cima.
— Continua…
As mãos desceram de vez. Passei por baixo do elástico da calcinha, apertando as nádegas firmes, separando-as só o suficiente para ver o caminho estreito. Foi então que senti. Algo duro, quente, pressionado contra o colchão. Grande. Pesado.
Aline não se moveu. Só falou, a voz agora mais baixa ainda:
— Descobriu.
Eu tirei a calcinha dela num puxão. O pau dela saltou livre, grosso, veias marcadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Era imenso. Mais grosso que o meu próprio, comprido o suficiente para fazer qualquer um engolir em seco. Aline se virou de lado, depois de costas, seios ainda presos no sutiã, o membro ereto apontando para o teto, balançando levemente com a respiração dela.
— Surpresa? — perguntou, um sorriso lento se abrindo. — A dor nas costas era real. O resto… eu queria ver se você ia até o fim.
Eu não respondi com palavras. Me curvei e fechei a mão em volta daquele pau. Aline soltou um gemido profundo, a cabeça caindo para trás. A pele era quente, macia por cima, dura por baixo. Eu desci a mão até a base, sentindo o peso das bolas pesadas, depois subi de novo, apertando a cabeça e espalhando o líquido que já escorria.
— Porra… — ela sussurrou. — Continua assim.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela. Chupei a cabeça primeiro, só a ponta, saboreando o gosto salgado. Aline prendeu a respiração. Depois afundei mais, forçando a garganta a se abrir em volta daquilo. Era demais. Eu engasguei, saliva escorrendo pelo queixo, mas continuei. As mãos dela foram para a minha cabeça, dedos enterrados no cabelo, guiando o ritmo sem pressa. Ela fodia minha boca com movimentos curtos e profundos, o pau batendo na garganta a cada avanço.
Quando tirei a boca, um fio de saliva ainda ligava meus lábios à cabeça vermelha e brilhante.
— Quero te foder — ela disse, a voz rouca. — Agora.
Eu me deitei de costas. Aline subiu em cima de mim, o pau pesado batendo no meu abdômen. Ela tirou o sutiã, seios firmes caindo livres, mamilos escuros e duros. Depois se posicionou, segurando o próprio membro e alinhando-o com a minha entrada. Eu estava molhado de antecipação, o corpo já aberto só de ter chupado aquilo.
Ela empurrou.
A cabeça entrou primeiro, larga, forçando a abertura. Eu soltei um gemido alto. Aline parou, me dando tempo, depois avançou mais um pouco. Centímetro por centímetro, o pau grosso ia se enterrando, esticando tudo, preenchendo de um jeito que doía e excitava ao mesmo tempo. Quando finalmente encaixou até o fundo, as bolas pesadas pressionando contra mim, eu estava tremendo.
— Porra, você aperta tanto… — ela rosnou, começando a se mexer.
O ritmo começou lento. Cada estocada era profunda, o pau deslizando quase inteiro para fora e voltando com força. Aline se inclinava para frente, seios balançando na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela me fodia, as mãos agarrando a bunda dela, forçando-a a ir mais fundo. O som úmido das estocadas enchia o quarto. O cheiro de sexo era forte.
Ela acelerou. As coxas poderosas trabalhavam, o quadril batendo contra o meu com força. O pau batia em pontos que faziam minha visão embaralhar. Eu gozei primeiro, o corpo se contraindo em volta daquele volume, o orgasmo me sacudindo enquanto Aline continuava me fodendo sem parar. O pau dela pulsava dentro de mim a cada contração minha.
— Vou gozar — ela avisou, a voz quebrada.
Eu apertei as pernas em volta da cintura dela. Aline enterrou tudo de uma vez, o corpo rígido, e veio. O gozo quente e espesso encheu, jatos fortes que eu sentia batendo lá dentro. Ela gozou por longo tempo, gemendo baixo, o pau latejando enquanto esvaziava.
Quando finalmente parou, ainda estava duro. Saiu devagar, o gozo escorrendo de mim e manchando os lençóis. Aline se jogou ao meu lado, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. O pau ainda semi-ereto descansava pesado na coxa dela.
Ficamos em silêncio por alguns segundos. Depois ela virou o rosto e sorriu, aquele mesmo sorriso de canto de boca da academia.
— A dor nas costas melhorou — murmurou. — Mas acho que vou precisar de mais sessões.
Eu passei a mão pelo peito suado dela, descendo até agarrar de novo o pau ainda úmido.
— Pode marcar quantas quiser.
Aline riu, baixo, e puxou meu rosto para um beijo profundo, sujo, cheio de língua. O pau dela já começava a endurecer de novo sob a minha mão.
A noite ainda estava só começando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui tratar da amiga e ganhei pica

Codigo do conto:
272432

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
16/09/2026

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