O policial que conheci na academia



Douglas tinha vinte anos e morava sozinho no apartamento thrêe-zero-dois do condomínio Residencial Atlântico, em Fortaleza. Era o primeiro semestre de 2024 e ele ainda tentava se acostumar com a rotina de quem trabalhava home office e só saía de casa para treinar. A academia do prédio ficava no térreo, pequena, mas bem equipada. Era o único lugar onde ele via outras pessoas com frequência.
Fábio ele já tinha notado algumas vezes. Alto, quase um metro e oitenta e cinco, ombros largos, peito marcado pela camisa da polícia quando chegava direto do plantão, cabelo curto militar e uma barba bem aparada que já mostrava alguns fios brancos. Quarenta anos quase, mas o corpo de quem treina pesado há anos. Casado, usava aliança. Douglas sabia porque o homem sempre deixava a mão esquerda apoiada no aparelho quando descansava entre as séries.
O primeiro contato foi numa terça-feira, por volta das sete da noite. Douglas estava no banco do supino, ajustando o peso, quando sentiu alguém se aproximar.
— Precisa de ajuda com a barra?
A voz era grave, segura. Douglas ergueu o olhar e encontrou os olhos castanhos de Fábio.
— Pode ser. Ainda tô pegando o jeito desse banco.
Fábio sorriu de canto, aquele sorriso de quem está acostumado a mandar.
— Deita. Eu te ajudo no final.
Douglas deitou. Sentiu o cheiro de cologne barato misturado com suor limpo. Fábio se posicionou atrás da barra, mãos firmes. Quando Douglas fez a última repetição e quase não conseguiu subir, as mãos grandes do policial seguraram a barra com facilidade e ajudaram a colocar no suporte.
— Boa. Mais duas séries e você já tá no ponto.
Douglas se sentou, respirando um pouco ofegante.
— Valeu. Você treina todo dia?
— Quase. Quando o plantão permite. Você é novo no prédio, né?
— Uns três meses. Douglas.
— Fábio.
Apertaram as mãos. A mão do policial era grande, áspera, quente. Douglas sentiu um arrepio rápido e disfarçou.
— Se precisar de alguém pra treinar junto, é só chamar — disse Fábio, já se afastando. — Tô quase sempre aqui nesse horário.
Douglas ficou olhando as costas largas sumirem em direção ao vestiário. Não esperava mais nada.
Duas noites depois, o celular vibrou enquanto ele jantava.
Fábio (desconhecido): E aí, Douglas. Aqui é o Fábio, da academia. Peguei teu número no grupo do condomínio. Tudo bem?
Douglas leu a mensagem três vezes. O coração acelerou um pouco. Respondeu de forma casual:
Douglas: Opa, Fábio. Tudo certo. Como que tu tá?
Fábio: Tô bem. Plantão pesado hoje, mas consegui treinar. Tu treinou?
Douglas: Treinei sim. Peito e tríceps.
Fábio: Boa. Amanhã eu tô de folga. Se quiser, a gente pode treinar junto. Eu te passo umas dicas de carga.
Douglas: Fechado. Que horas?
Fábio: Sete. Te vejo lá.
No dia seguinte eles treinaram juntos. Fábio era o tipo de homem que não falava muito enquanto levantava peso, mas quando falava, a voz preenchia o espaço. Corrigiu a postura de Douglas no agachamento, apoiou a mão nas costas dele para mostrar a inclinação certa. A mão ficou dois segundos a mais do que o necessário. Douglas notou. Não disse nada.
No final do treino, no vestiário, Fábio tirou a camisa e ficou só de short. O corpo era sólido: peito grosso, abdômen definido sem ser seco demais, braços veiosos. Douglas tentou não olhar demais.
— Cê tá evoluindo rápido — comentou Fábio, se olhando no espelho. — Daqui a pouco já tá me batendo no supino.
Douglas riu, nervoso.
— Ainda falta muito.
Fábio se virou, olhou de cima a baixo sem disfarçar.
— Não falta tanto assim.
Aquela noite o celular vibrou de novo.
Fábio: Treino bom hoje. Cê se saiu bem.
Douglas: Valeu. Tu me ajudou pra caralho.
Fábio: Qualquer coisa é só chamar. Tô aqui.
Nos dias seguintes as mensagens ficaram mais frequentes. Fábio mandava foto da academia vazia de manhã cedo, ou da vista da viatura quando estava de plantão. Douglas respondia com fotos do café da manhã, da mesa de trabalho, da vista da janela do apartamento.
Uma noite, depois de um treino pesado de pernas, Fábio mandou:
Fábio: Acabei de chegar em casa. Tô destruído. Olha o estado da camisa.
A foto mostrava a camisa preta colada no peito, molhada de suor, marcando os mamilos e o volume dos peitorais. Douglas engoliu em seco.
Douglas: Porra, tá suado pra caralho kkkk
Fábio: Suado e cansado. Mas o treino valeu. Tu treinou hoje?
Douglas: Treinei. Costas e bíceps.
Fábio: Manda foto do progresso. Quero ver se tá crescendo.
Douglas hesitou. Tirou a camisa, se posicionou em frente ao espelho do quarto, tirou uma foto de três quartos, só do tronco pra cima, e mandou.
Douglas: Tá aí. Ainda fraco, mas tô tentando.
A resposta demorou dois minutos.
Fábio: Fraco porra nenhuma. Tá saindo forma. Peito tá fechando bem. Continua assim.
No dia seguinte Fábio mandou outra foto. Desta vez era ele no vestiário da academia, de costas, só de short, mostrando as costas largas e a cintura estreita.
Fábio: Costas de hoje. Tô sentindo o pump.
Douglas respondeu com uma foto similar, de costas também.
A troca de fotos foi se tornando rotina. Sempre com o pretexto do treino. “Olha o pump de hoje”, “manda a foto do progresso”, “quero ver se a carga tá funcionando”.
Uma quinta-feira, quase meia-noite, Fábio mandou uma foto diferente. Estava deitado na cama, de short cinza, a camisa levantada até o peito, mostrando o abdômen e o volume claro que marcava o tecido do short. A mão direita estava apoiada na coxa, bem perto.
Fábio: Acabei de tomar banho. Ainda tô quente do treino. Olha o volume que ficou.
Douglas sentiu o pau endurecer na hora. Respondeu tentando manter o tom inocente:
Douglas: Porra, Fábio. Tá bem marcado kkkk
Fábio: É o pump, mano. Depois de perna e glúteo fica assim. Tu não sente isso?
Douglas: Sinto. Mas nunca tirei foto.
Fábio: Tira. Quero ver.
Douglas ficou olhando a tela por quase um minuto. Depois se levantou, foi até o espelho, tirou o short e a cueca, ficou só com a camisa, e tirou uma foto de perfil, o pau semi-duro, a cabeça ainda coberta pela pele. Mandou.
A resposta veio rápido.
Fábio: Caralho. Tá grosso pra caralho, Douglas. Não parece de novinho.
Douglas: Kkkk para. É normal.
Fábio: Normal porra nenhuma. Tá bonito. Continua mandando. Quero acompanhar o progresso.
A partir daí as fotos ficaram cada vez mais explícitas, mas sempre disfarçadas de “resultado de treino”.
Fábio mandava foto do pau marcado no short depois do treino, depois sem a mão por cima, depois já com a mão segurando, “só pra mostrar o pump de verdade”. Douglas correspondia, sempre se fazendo de inocente, perguntando “é assim que fica depois de perna?”, “tu acha que tá crescendo?”.
Uma noite Fábio mandou uma foto nítida: o pau duro, grosso, a cabeça rosada já descoberta, veias saltadas, a mão grande segurando pela base.
Fábio: Olha o resultado de hoje. Depois de um treino pesado fica assim. Cê consegue chegar nesse ponto?
Douglas sentiu a boca secar. Respondeu:
Douglas: Porra… tá grosso mesmo. O meu ainda não fica assim.
Fábio: Manda o teu agora. Quero comparar.
Douglas tirou a cueca, se deitou na cama, tirou a foto de cima, o pau já completamente duro, e mandou.
Fábio: Caralho, Douglas. Tá lindo. Grosso, rosado, do tamanho certo. Continua mandando assim. Todo dia.
Douglas: Todo dia?
Fábio: Todo dia. Eu mando o meu, tu manda o teu. É só pra acompanhar o progresso. Nada demais.
Douglas sabia que não era só progresso. Mas continuou.
As conversas foram ficando mais longas. Fábio começava falando de treino e terminava perguntando se Douglas batia punheta depois de treinar, se gozava muito, se preferia de manhã ou de noite. Sempre com a naturalidade de quem fala de carga e repetição.
Fábio: Eu gozo quase todo dia depois do treino. Ajuda a recuperar. Tu faz isso?
Douglas: Faço. Às vezes.
Fábio: Manda foto quando gozar. Quero ver o volume.
Douglas nunca tinha mandado foto gozando para ninguém. Naquela noite, depois de bater uma olhando as fotos do policial, tirou a foto do sêmen escorrendo pelo abdômen e mandou.
Fábio: Porra. Muito leite. Gozou gostoso, hein?
Douglas: Foi.
Fábio: Da próxima vez filma. Quero ouvir o gemido.
Douglas não filmou naquela noite. Mas na seguinte, sim.
Passaram-se três semanas desde a primeira mensagem. A tensão já era constante. Toda noite Fábio mandava foto do pau duro, às vezes se punhetando, às vezes só segurando. Douglas correspondia. Os dois já tinham visto um ao outro gozar várias vezes por mensagem, mas nunca tinham se tocado de verdade.
Numa sexta-feira, quase uma da manhã, Fábio mandou:
Fábio: Tô de folga amanhã. A mulher foi viajar com a irmã. Fico sozinho o fim de semana todo.
Douglas leu e sentiu o estômago revirar.
Douglas: E aí? Vai treinar?
Fábio: Vou. Mas tô pensando em outra coisa também.
Douglas: Tipo o quê?
Fábio: Tipo subir aí no teu apartamento depois do treino. Conversar melhor. Sem pressa.
Douglas demorou para responder.
Douglas: Pode ser.
Fábio: Então tá. Amanhã, sete horas na academia. Depois a gente sobe.
No sábado Douglas mal conseguiu treinar. O coração batia forte demais. Fábio chegou pontual, como sempre. Treinaram em silêncio a maior parte do tempo. No final, no vestiário, Fábio se aproximou enquanto Douglas secava o suor do rosto.
— Tá nervoso?
Douglas olhou para ele.
— Um pouco.
Fábio sorriu aquele sorriso confiante.
— Relaxa. Eu não mordo. A não ser que tu peça.
Subiram juntos no elevador. O silêncio era pesado. Quando chegaram no terceiro andar, Douglas abriu a porta do apartamento. Fábio entrou, olhou em volta, fechou a porta atrás de si e travou.
— Bonitinho o lugar.
Douglas ficou em pé no meio da sala, sem saber o que fazer com as mãos. Fábio se aproximou devagar, como quem se aproxima de algo que já sabe que é dele.
— Vem cá.
Douglas deu um passo. Fábio colocou a mão grande na nuca dele e puxou para um beijo. Não foi um beijo de teste. Foi um beijo de quem já tinha imaginado aquilo muitas vezes. A língua grossa invadiu a boca de Douglas com autoridade, a barba raspou o rosto dele, a mão livre desceu pelas costas e apertou a bunda por cima do short.
Douglas gemeu dentro da boca do outro. Fábio sorriu contra os lábios dele.
— Gostoso. Eu sabia que ia ser.
Continuaram se beijando no meio da sala. Fábio foi empurrando Douglas aos poucos até as costas dele baterem na parede. A mão grande desceu para dentro do short, encontrou o pau já duro e o apertou com firmeza.
— Porra… tá durinho pra caralho. Desde quando?
— Desde que tu mandou a mensagem ontem — admitiu Douglas, a voz embargada.
Fábio riu baixo, aquele riso de quem está no controle.
— Bom menino. Fala a verdade.
Ele tirou a camisa de Douglas com um movimento só, depois a própria. O peito grosso encostou no peito mais jovem. Douglas sentiu o cheiro de suor e cologne, o calor da pele. Fábio desceu a boca pelo pescoço, mordeu de leve, chupou até deixar marca.
— Isso dói?
— Não… continua.
Fábio desceu mais, chupou os mamilos de Douglas um de cada vez, apertando a bunda com as duas mãos. Depois ajoelhou na frente dele, puxou o short e a cueca de uma vez só. O pau de Douglas saltou para fora, duro, rosado, a cabeça já brilhando.
Fábio olhou de perto, segurando pela base.
— Lindo. Do jeito que eu imaginei. Grosso na medida certa.
Passou a língua devagar pela cabeça, só a ponta, sentindo o gosto. Douglas arquejou. Fábio olhou para cima, os olhos fixos nos dele.
— Quer que eu chupe?
— Quero.
Fábio engoliu o pau inteiro de uma vez, sem pressa, até a base. Douglas sentiu a garganta quente e apertada, a barba raspando a virilha. Gritou baixo. Fábio chupava com experiência, lento no começo, depois mais fundo, usando a mão para torcer a base enquanto a boca trabalhava a cabeça.
— Porra, Fábio… assim eu vou gozar rápido.
Fábio tirou a boca, ainda segurando o pau.
— Então segura. Eu quero te foder primeiro.
Levantou, tirou o próprio short. O pau dele era mais grosso, mais escuro, veias saltadas, a cabeça larga já molhada. Douglas olhou e engoliu em seco.
— Vai doer?
Fábio se aproximou, pegou o rosto de Douglas com as duas mãos.
— Se doer, eu paro. Eu não quero te machucar. Quero te ver gozando com meu pau dentro. Entendeu?
Douglas assentiu.
Fábio o beijou de novo, mais devagar agora, enquanto as mãos desciam pela bunda e os dedos começavam a brincar na entrada. Um dedo só, só a ponta, circular, sem forçar.
— Relaxa. Respira.
Douglas respirou fundo. O dedo entrou até a segunda falange. Fábio beijava o pescoço enquanto movimentava o dedo devagar, procurando o ponto. Quando encontrou, Douglas tremeu inteiro.
— Aí… caralho.
— Achei — murmurou Fábio, satisfeito. — Agora outro.
Dois dedos. Mais gel que ele tirou do bolso da calça (tinha trazido, preparado). Douglas sentiu a queimação inicial, depois o prazer. Fábio abria os dedos dentro dele, alongando, sempre olhando o rosto.
— Tá gostoso?
— Tá… continua.
Quando os três dedos entraram com facilidade, Fábio retirou a mão, colocou a camisinha e lubrificou bastante. Empurrou Douglas de frente para a parede, abriu as pernas dele com o joelho e encaixou a cabeça do pau na entrada.
— Avisa se doer. Eu vou devagar.
Empurrou. A cabeça entrou. Douglas soltou um gemido alto, a testa encostada na parede. Fábio parou, beijou a nuca dele, a mão na frente segurando o pau do mais novo.
— Respira. Eu tô aqui.
Douglas respirou. Fábio empurrou mais um pouco, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro. Os dois gemeram juntos.
— Porra… que aperto — rosnou Fábio. — Cê tá me engolindo inteiro.
Ficou parado alguns segundos, só sentindo, a mão ainda masturbando Douglas devagar.
— Posso mexer?
— Pode.
Fábio começou a meter. Devagar no começo, longas estocadas, quase saindo inteiro e entrando de novo. Douglas gemia a cada investida, a voz abafada contra a parede. Fábio beijava as costas dele, mordeu o ombro, falava baixo:
— Tá gostoso pra você?
— Tá… caralho, tá muito gostoso.
— Então segura. Eu quero te foder até tu gozar sem eu precisar te tocar.
Acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, o som da pele batendo ecoava no apartamento silencioso. Douglas sentia cada veia, cada movimento, o pau grosso abrindo caminho e batendo no ponto certo. As pernas tremiam.
Fábio puxou o corpo dele para trás, colando as costas no peito largo, e meteu de pé, uma mão no pescoço de Douglas, a outra no pau dele, agora masturbando no mesmo ritmo das estocadas.
— Goza pra mim. Quero sentir você apertar meu pau quando gozar.
Douglas não aguentou. Gozou forte, jatos longos, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo em volta do pau de Fábio. O policial gemeu alto e acelerou ainda mais, metendo fundo até gozar também, a camisinha enchendo enquanto ele mordia o ombro de Douglas para não gritar.
Ficaram parados, ofegantes, o pau ainda dentro. Fábio beijou a nuca suada.
— Tudo bem?
Douglas só conseguiu acenar com a cabeça, ainda tremendo.
Fábio saiu devagar, tirou a camisinha, amarrou e jogou no lixo da cozinha. Voltou e abraçou Douglas por trás, o peito quente colado nas costas.
— Primeira vez é assim mesmo. Da próxima a gente faz mais devagar. Ou mais rápido. Do jeito que tu quiser.
Douglas se virou dentro do abraço e beijou a boca dele, ainda sem fôlego.
— Já tem próxima?
Fábio sorriu, aquele sorriso confiante de policial que sabe que vai voltar.
— Tem. Toda vez que a mulher viajar. E toda vez que eu quiser.
Beijou Douglas mais uma vez, profundo, e murmurou contra a boca dele:
— Agora vai tomar banho. Eu te espero na cama. Quero te chupar de novo antes de ir embora.
Douglas foi. As pernas ainda tremiam. No banheiro, olhou no espelho e viu as marcas de mordida no ombro e no pescoço. Sorriu sozinho.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daniel8

Nome do conto:
O policial que conheci na academia

Codigo do conto:
273500

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/09/2026

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