O moleque posturado de pele bronzeada que me fez engolir tudo e gozar
Lucas tinha 22 anos, morava sozinho num apartamento pequeno mas bem localizado no bairro de Aldeota, em Fortaleza. Trabalhava home office com design gráfico, o que fazia com que quase nunca saísse de casa. Preferia pedir tudo: comida, mercado, farmácia. A rotina era solitária, mas cômoda. Até que, no final de outubro, começou a pedir com mais frequência no mesmo mercado online. O entregador que apareceu pela primeira vez era um jovem de 19 anos. Confiante, pele bronzeada quase negra, corpo magro mas definido, braços e ombros marcados sob a camisa do uniforme. Cabelo curto, sorriso fácil e um jeito despreocupado de quem sabia exatamente o espaço que ocupava. Chamava-se Rafael. Na primeira entrega, Lucas abriu a porta de camiseta larga e short. Rafael entregou as sacolas com um “boa noite” educado, olhou rápido para dentro do apartamento e sorriu de canto. — Qualquer coisa é só chamar de novo, hein? — disse, já se afastando. Lucas apenas agradeceu. Não pensou muito. Na segunda entrega, três dias depois, Rafael demorou um segundo a mais na porta. — Tá pedindo bastante, hein? Tá comendo bem? — brincou, levantando uma sobrancelha. Lucas riu, um pouco constrangido. — Trabalho de casa, não tenho tempo de ir ao mercado. — Entendi. Se precisar de alguma coisa urgente, me chama. Às vezes eu pego uns fretes extras. Foi a primeira vez que Rafael deixou o número. Lucas anotou sem dar muita importância. Nas entregas seguintes a conversa ficou um pouco mais longa. Rafael perguntava se a comida estava boa, se o ar-condicionado do prédio era forte, se Lucas dormia tarde. Sempre com aquele tom leve, quase inocente, mas com um olhar que demorava meio segundo a mais do que o necessário. Lucas notava. Percebia o interesse velado nas piadas, no jeito de se inclinar um pouco mais perto quando entregava a sacola, no sorriso que aparecia sempre que Lucas abria a porta de bermuda. Mas preferia fazer o jogo. Respondia com educação, fingia não entender os subtítulos, mantinha a postura de quem só via um entregador simpático. Uma noite, depois de uma entrega de mercado, Lucas percebeu que faltava um item. Usou isso como desculpa. Mandou mensagem: “Oi, Rafael. Aqui é o Lucas do apto 304. Acho que faltou o pacote de café no pedido de hoje. Consegue ver se ainda dá pra trazer?” A resposta veio em menos de dois minutos: “Eita, foi mal kkk. Deixa comigo. Vou passar aí daqui a pouco. Pode ficar de boa.” Quando Rafael chegou, estava de short e camiseta básica, fora do uniforme. Entregou o café e ficou na porta conversando. Falou do trânsito, do calor, de como o prédio era bem localizado. Antes de ir embora, perguntou: — Se precisar de mais alguma coisa… café, leite, ou qualquer outra coisa… é só mandar mensagem. Eu passo fácil. A partir daí as mensagens se tornaram diárias. Começaram com assuntos banais: “o mercado tá com promoção de frango”, “vi que você pediu aquelas cervejas de novo”, “tá frio aí ou só eu que tô morrendo de calor?”. Pouco a pouco o tom mudou. Rafael começou a usar trocadilhos. “Cuidado com o gelo, senão derrete tudo antes de chegar…” “Hoje o frete tá pesado, mas eu aguento carregar o que for preciso.” “Se a sacola estiver muito cheia eu posso ajudar a guardar… se você deixar.” Lucas respondia no mesmo tom, mas sempre um passo atrás, fingindo inocência: “Kkkk para com isso. É só entrega mesmo.” “Você é muito zoeiro, hein.” Rafael insistia, sempre leve: “Zoeiro? Eu tô é sendo prestativo. Cliente satisfeito é prioridade.” “Prioridade mesmo? Ou só o cliente que abre a porta de short?” Lucas demorava a responder. O coração batia mais forte, mas ele mantinha o jogo: “Você presta atenção demais nas minhas roupas.” “Difícil não prestar. É um visual… interessante.” As conversas se alongavam até tarde. Rafael contava sobre a academia, sobre como treinou perna e estava “sentindo até caminhar”. Lucas falava do trabalho, do ar-condicionado que não dava conta. Cada mensagem carregava um segundo sentido cada vez menos disfarçado. Uma sexta-feira à noite Lucas pediu de novo. Dessa vez foi só cerveja e petiscos. Rafael chegou por volta das 22h. Entrou um pouco mais, ajudou a colocar as coisas na mesa da cozinha. O apartamento estava silencioso, só a luz baixa da sala. — Tá sozinho de novo? — perguntou Rafael, apoiando o corpo no balcão. — Sempre. Você já sabe. — E não convida ninguém pra dividir essas cervejas? Lucas deu de ombros, fingindo desinteresse. — Não costumo. Rafael deu um passo mais perto. O cheiro de sabonete e suor leve preenchia o espaço entre eles. — Pois eu tô aqui. Posso ficar um pouco? Ou você vai me mandar embora de novo? Lucas engoliu em seco. O jogo de inocência estava no limite. — Pode ficar. Mas só um pouco. Sentaram no sofá. Beberam a primeira cerveja em silêncio. Rafael esticou as pernas, o short subiu um pouco, mostrando a coxa definida. Lucas tentou não olhar. Falharam. — Você treina bastante, né? — comentou Lucas, quase sem querer. — Um pouco. Gosto de ficar firme. Ajuda no trabalho… e em outras coisas. O silêncio ficou pesado. Rafael se virou no sofá, encostando o braço no encosto, quase tocando o ombro de Lucas. — Posso falar uma coisa sem você achar que eu tô maluco? Lucas olhou para ele. Os olhos escuros de Rafael brilhavam sob a luz baixa. — Fala. — Desde a primeira entrega eu fiquei te olhando. Achei… diferente. E aí você começou a pedir sempre, e eu fui pegando de propósito. E essas mensagens… caralho, Lucas. Você finge que não entende, mas eu sei que entende. Lucas sentiu o rosto esquentar. Ainda tentou manter a postura. — Eu… não sei do que você tá falando. Rafael riu baixo, um som rouco. — Tá bom. Continua fingindo. Mas eu tô aqui agora. E não vim só entregar cerveja. Aproximou-se mais. O joelho de Rafael tocou a coxa de Lucas. O contato foi elétrico. Lucas não se afastou. — Você quer que eu vá embora? — perguntou Rafael, a voz mais baixa. — É só falar. Lucas demorou. O coração batia forte demais. Finalmente balançou a cabeça. — Não. Rafael não esperou mais. Incliniu-se e beijou. Foi um beijo lento no começo, testando. Lucas respondeu com uma hesitação de poucos segundos e depois se entregou. A língua de Rafael invadiu a boca dele com confiança, quente, úmida. As mãos de Rafael subiram pelo peito de Lucas, sentindo o corpo sob a camiseta. Lucas gemeu baixo quando os dedos apertaram o mamilo por cima do tecido. O beijo se aprofundou. Rafael empurrou Lucas de costas no sofá e se ajoelhou entre as pernas dele. Continuou beijando, agora descendo pelo pescoço, mordendo de leve a pele. Lucas arquejou, as mãos se prendendo nos ombros firmes de Rafael. — Porra… — murmurou Lucas. Rafael ergueu o rosto, o sorriso safado iluminado. — Ainda vai fingir que não queria? Lucas puxou a camiseta de Rafael para cima. A pele bronzeada quase negra apareceu, o abdômen marcado, o peito definido. Rafael ajudou a tirar a peça e logo fez o mesmo com a de Lucas. Os corpos se tocaram, pele quente contra pele quente. Rafael desceu a boca pelo peito de Lucas, chupou um mamilo, depois o outro, enquanto a mão descia e apertava o volume já duro no short de Lucas. — Caralho, tá durão já — disse Rafael, a voz rouca. — Eu sabia. Lucas soltou um gemido mais alto quando Rafael abriu o short e puxou a cueca para baixo. O pau de Lucas saltou livre, grosso, veias saltadas. Rafael olhou, lambeu os lábios e envolveu a cabeça com a boca sem pressa. A língua quente rodeou a glande, chupou de leve, depois desceu mais, engolindo centímetros a centímetros. Lucas jogou a cabeça para trás, as mãos nos cabelos curtos de Rafael. — Porra, Rafael… assim… Rafael chupava com vontade, mas sempre controlado, observando as reações. Subia e descia, babava, usava a mão na base para completar o que a boca não alcançava. De vez em quando parava só para olhar para Lucas, a boca molhada, o sorriso confiante. — Gosta? — perguntou, a voz embargada. — Quero te ver gozar na minha boca depois… mas primeiro eu quero te foder. Lucas engoliu em seco. A ideia o deixou ainda mais duro. Rafael se levantou, tirou o próprio short e a cueca. O pau dele era longo, grosso na base, a cabeça escura e brilhante de pré-gozo. Lucas estendeu a mão e envolveu, sentindo o peso, o calor. Rafael gemeu baixo e empurrou o quadril para frente. — Chupa — ordenou, a voz firme mas carinhosa. — Quero sentir sua boca. Lucas se sentou e levou o pau à boca. Tentou engolir o máximo que conseguiu. Rafael segurava a nuca dele com cuidado, guiando o ritmo sem forçar. Gemeu alto quando Lucas usou a língua na veia de baixo. — Isso… porra, sua boca é boa pra caralho. Depois de alguns minutos Rafael puxou Lucas para cima e o beijou de novo, agora mais urgente. Empurrou-o de volta no sofá, abriu as pernas de Lucas e ajoelhou-se entre elas. Cuspiu na própria mão e passou o dedo molhado pelo cuzinho de Lucas, circulando, pressionando de leve. Lucas contraiu, mas não se afastou. Rafael introduziu o dedo devagar, sentindo a resistência ceder. — Relaxa… eu vou cuidar de você — murmurou. — Quero te dar prazer, não te machucar. O dedo entrou e saiu, depois dois. Rafael curvava os dedos procurando o ponto certo. Quando encontrou, Lucas soltou um gemido agudo e empurrou o quadril para baixo. — Aí… caralho, aí… Rafael sorriu, satisfeito. Continuou massageando enquanto chupava o pau de Lucas de novo, sincronizando os movimentos. Lucas estava tremendo, o pré-gozo escorrendo. — Para… se não eu vou gozar — pediu Lucas, a voz embargada. Rafael parou, retirou os dedos e se levantou. Pegou a carteira no short jogado no chão, tirou uma camisinha e um sachê de lubrificante. Abriu o plástico com os dentes, enrolou o preservativo no próprio pau com movimentos rápidos e experientes. Depois espalhou o gel generosamente nos dedos e no cuzinho de Lucas, entrando de novo com dois dedos para garantir que estava bem lubrificado. — Pronto? — perguntou, posicionando a cabeça do pau na entrada. — Me fala se doer. Eu paro na hora. Lucas assentiu, as pernas abertas, o peito subindo e descendo rápido. Rafael empurrou devagar. A cabeça penetrou com resistência. Lucas mordeu o lábio, o corpo tenso. Rafael parou, beijou a boca dele, acariciou o peito, esperou. — Respira… isso. Vai entrar todo, mas no seu tempo. Lucas relaxou aos poucos. Rafael avançou centímetro por centímetro, gemendo baixo a cada progresso. Quando finalmente estava completamente dentro, parou de novo. O pau latejava dentro do calor apertado. Lucas respirava pela boca, os olhos semi-cerrados. — Porra… tá grande — murmurou. — Tá gostoso? — perguntou Rafael, a voz rouca de esforço para se controlar. — Eu quero que você sinta prazer. Me fala o que você gosta. Lucas ergueu o quadril um pouco. — Pode mexer… devagar no começo. Rafael começou a se mover. Estocadas curtas e lentas no início, sentindo cada centímetro entrar e sair. O lubrificante facilitava, o calor apertava. A cada empurrão ele observava o rosto de Lucas, ajustava o ângulo. Quando encontrou o ponto que fazia Lucas gemer mais alto, manteve o ritmo ali, batendo com precisão. — Aí… porra, Rafael, continua aí… Rafael acelerou um pouco. As mãos seguravam as coxas de Lucas, abrindo mais. O som úmido das estocadas enchia a sala junto com os gemidos. Rafael se inclinava de vez em quando para beijar a boca de Lucas, chupar o pescoço, morder o ombro. Sempre atento. — Quero te ver gozar enquanto eu te fodo — disse, a voz baixa e quente perto do ouvido de Lucas. — Bate uma pra mim. Quero sentir você apertar meu pau quando gozar. Lucas obedeceu. Envolveu o próprio pau e começou a masturbar no mesmo ritmo das estocadas. Rafael aumentou a velocidade, metendo fundo, o quadril batendo contra a bunda de Lucas. O suor escorria pelo peito bronzeado. Os músculos do abdômen contraíam a cada movimento. — Porra, você aperta tão gostoso… — gemeu Rafael. — Continua. Eu quero te dar o máximo de prazer. Lucas estava perto. Os gemidos dele se tornaram mais agudos, o corpo tremeu. Rafael sentiu as paredes internas se contraírem forte e acelerou ainda mais, mantendo o ângulo perfeito. Lucas gozou com um grito abafado, jatos quentes espalhando pelo próprio peito e barriga. O cuzinho se apertou ritmicamente em volta do pau de Rafael, que gemeu alto e continuou metendo através do orgasmo de Lucas, prolongando a sensação. Quando as contrações diminuíram, Rafael reduziu o ritmo, mas não parou. Continuou estocadas profundas e firmes, agora pensando no próprio prazer, mas ainda observando Lucas. — Posso gozar? — perguntou, a voz embargada. — Dentro? Ou você quer que eu tire? Lucas, ainda ofegante, puxou Rafael para um beijo. — Dentro… quero sentir. Rafael não precisou de mais. Aumentou a velocidade uma última vez, metendo fundo e rápido. O corpo tremeu. Ele enterrou o pau até o fim e gozou com um gemido longo e gutural, o pau pulsando dentro de Lucas, enchendo a camisinha. Ficou assim por longos segundos, respirando pesado, a testa apoiada no ombro de Lucas. Quando finalmente saiu, o fez com cuidado. Tirou a camisinha, amarrou e deixou de lado. Deitou ao lado de Lucas no sofá estreito, o corpo quente e suado colado. Passou a mão pelo peito de Lucas, limpando um pouco o gozo com os dedos e depois levando à boca, lambendo. — Gostoso pra caralho — murmurou. — Desde a primeira entrega eu imaginava isso. Lucas riu baixo, ainda recuperando o fôlego. — Eu também… só que eu fingia não. Rafael beijou a boca dele de novo, mais calmo agora. — Acabou o jogo de inocente então? — Acabou. Ficaram abraçados no sofá por um longo tempo. Rafael acariciava as costas de Lucas, beijava o ombro, o pescoço. De vez em quando a mão descia e apertava a bunda ainda sensível. Lucas respondia com carinhos iguais, explorando o corpo definido de Rafael. Mais tarde foram para o banheiro. Tomaram banho juntos sob a água quente. Rafael ensoapou o corpo de Lucas com cuidado, as mãos passando pelo peito, pela barriga, entre as pernas. Limpou o cuzinho com gentileza, beijando o ombro de Lucas enquanto fazia isso. Lucas retribuiu, passando as mãos pelo peito bronzeado, sentindo os músculos sob a pele molhada. Depois do banho voltaram para a cama. Deitaram nus, as pernas entrelaçadas. Conversaram baixo sobre as mensagens, sobre as entregas, sobre quantas vezes cada um tinha batido uma pensando no outro. Rafael confessou que algumas noites tinha ficado no carro depois da entrega, no estacionamento do prédio, se aliviando só de lembrar do sorriso de Lucas na porta. Lucas riu, envergonhado e excitado ao mesmo tempo. — Você é safado pra caralho. — E você gosta. Rafael se inclinou e beijou Lucas de novo, mais lento, mais profundo. A mão desceu e envolveu o pau de Lucas, que já estava meio duro de novo. Massageou devagar, sem pressa. — Ainda tô com tesão — murmurou. — Mas a gente já gozou. Vamos só ficar assim. Ficaram se acariciando, beijando, explorando. Rafael chupou os mamilos de Lucas de novo, desceu a boca pelo peito, pela barriga, mas parou antes de chegar ao pau. Só provocava. Lucas fazia o mesmo, lambendo o peito de Rafael, mordendo de leve a clavícula, a mão apertando a bunda firme. Quando o cansaço finalmente venceu, dormiram abraçados. Rafael era o que abraçava por trás, o peito colado nas costas de Lucas, uma mão descansando no peito dele. No dia seguinte, pela manhã, Rafael acordou primeiro. Ficou olhando Lucas dormir por um tempo. Quando Lucas abriu os olhos, Rafael sorriu. — Bom dia. Ainda posso ser o seu entregador particular? Lucas puxou-o para um beijo matinal, a boca ainda com gosto de sono. — Pode. Mas agora as entregas vão ser bem mais… pessoais. Rafael riu, o som rouco e baixo. — Combinado. E da próxima vez eu trago o lubrificante. A gente vai precisar. Lucas deu um tapa leve na bunda dele. — Sai daqui, safado. Mas não deixou Rafael se afastar. Puxou-o de volta para a cama e ficaram mais um tempo ali, só se beijando e se tocando, sem pressa, sabendo que aquele tinha sido só o primeiro ato de muitos.
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