Meu padrasto - Parte 1

Pedro tinha dezenove anos e o corpo de quem treina sério desde os quinze. Ombros largos, peito marcado, abdômen desenhado sem exagero de volume, coxas firmes e uma bunda que a bermuda justa sempre denunciava. Andava com o peito estufado, a voz grossa, o olhar de quem não leva desaforo pra casa. Marrento pra caralho. Tinha namorada desde o comeiro do ano, uma mina de dezoito que frequentava a casa nos fins de semana, e todos acreditavam que ele era só mais um moleque hetero de academia, de cerveja e de futebol.
Sérgio, o padrasto, tinha trinta e nove. Corpo de homem que nunca parou de treinar: peito largo, braços grossos, barriga chapada, mãos grandes e veias saltadas. Confiança natural, voz grave, presença que preenchia qualquer ambiente. Casara com a mãe de Pedro há seis anos, quando o menino ainda era um adolescente magro e quieto. Agora, o menino virara homem na frente dele, e algo mudara.
Tudo começou sem que Sérgio entendesse direito.
Era uma terça-feira de outubro. Pedro chegou da faculdade mais cedo, moletom cinza sem camisa por baixo, shorts de moletom preto. A casa estava vazia. A mãe viajara a trabalho. Sérgio estava na sala, de bermuda e camiseta, revisando papéis do trabalho no notebook.
— E aí, pai — Pedro cumprimentou, jogando a mochila no sofá. Sempre chamava de pai desde os quinze. Nunca soara estranho.
— Chegou cedo, hein.
— Aula cancelada. Vou treinar.
Sérgio ergueu o olhar. O moletom subira um pouco quando Pedro se esticou, mostrando a linha do abdômen e a veia que descia até o elástico do short. Sérgio sentiu algo no peito. Uma pontada. Pensou que era orgulho. “O moleque cresceu bem”, disse pra si mesmo. “Corpo de homem.”
Mas o olhar demorou mais do que deveria.
Pedro notou. Não disse nada. Só deu um sorrisinho de canto e sumiu pro quarto.
No dia seguinte, Sérgio acordou com a imagem ainda na cabeça. Não entendia. Nunca olhara pra homem daquele jeito. Sempre fora de mulher, sempre seguro da própria atração. Mas havia algo na forma como Pedro se movia, na voz baixa, no suor depois do treino, que fazia o sangue circularem diferente.
Começou a prestar mais atenção.
Pedro treinava na academia do prédio. Sérgio também. Às vezes coincidiam. Pedro levantava peso com a cara séria, gritos curtos, o corpo todo tensionado. Sérgio observava de longe, fingindo checar o celular. A forma como as costas se abriam no puxador, como os glúteos se contraíam no agachamento… ele forçava o pensamento pra outro lado. “É só admiração. O moleque é disciplinado. Eu também era assim.”
Mas a admiração vinha acompanhada de calor na virilha.
Uma noite, a mãe de Pedro ainda estava fora. Os dois jantaram juntos. Pedro de regata branca, shorts de banho, cabelo molhado do banho. Sérgio serviu a comida e se sentou.
— Como tá a faculdade?
— Tranquilo. Prova semana que vem.
— E a namorada?
Pedro deu de ombros.
— Tá lá. A gente se vê no fim de semana.
Sérgio notou o jeito casual. Como se a mina fosse detalhe. Algo mexeu dentro dele.
Depois do jantar, Pedro ficou na sala, deitado no sofá, mexendo no celular. A regata subira, mostrando a faixa de pele entre a barriga e o short. Sérgio, na poltrona, sentia o olhar puxado pra ali. Forçou a atenção no jornal da TV.
— Pai.
— Fala.
— Amanhã você treina de manhã?
— Treino. Por quê?
— Vou junto. Minha academia tá em reforma.
Sérgio engoliu em seco.
— Beleza.
Na manhã seguinte, os dois desceram pro espaço fitness do prédio. Pedro de short preto curto e regata cavada. Sérgio de bermuda e camiseta. O treino foi pesado. Supino, agachamento, levantamento terra. Pedro gritava baixo a cada série, o corpo inteiro suando. Sérgio, do outro lado, sentia o cheiro do suor do menino misturado ao próprio. Cada vez que Pedro passava perto, o ombro roçava. Sérgio fingia não notar.
No final, Pedro se esticou no chão, braços abertos, peito subindo e descendo.
— Porra, hoje pesou.
Sérgio olhou. A regata colada no peito molhado. O short marcando o volume. Uma pontada forte na virilha. Ele se levantou rápido.
— Vou tomar banho.
No banheiro da academia, sozinho, Sérgio se olhou no espelho. Pau meio duro. Pela primeira vez admitiu, só pra si: aquilo não era só admiração.
Pedro, do outro lado, no chuveiro, sorria sozinho. Tinha notado o olhar. Tinha sentido o roçar deliberado. O padrasto estava se enrolando, e ele gostava do jogo.
Nas semanas seguintes, a tensão cresceu sem pressa.
Sérgio começou a ficar mais tempo em casa quando Pedro estava. Inventava desculpas pra conversar. Pedro, por sua vez, se vestia de forma cada vez mais provocante: shorts mais curtos, regatas mais abertas, às vezes só a cueca quando ia buscar água de madrugada. Sempre com a cara de inocente.
Uma sexta-feira, a mãe ligou dizendo que atrasaria mais uma semana. Sérgio e Pedro ficariam sozinhos.
À noite, Pedro chegou da faculdade e foi direto pro sofá, de bermuda de moletom e sem camisa.
— Quente pra caralho hoje.
Sérgio estava na cozinha. Olhou. O peito de Pedro brilhava de leve. Os mamilos escuros. A linha do abdômen descendo até o elástico baixo da bermuda.
— Quer uma cerveja?
— Quero.
Sérgio trouxe duas latas. Sentou no sofá, perto, mas não demais. Pedro abriu a lata e bebeu, a garganta se movendo. Sérgio acompanhou o movimento com o olhar.
Silêncio.
— Pai… você tá estranho esses dias.
Sérgio engasgou.
— Como assim?
— Sei lá. Fica me olhando diferente.
Pedro falou sem olhar, mexendo no celular. Tom casual. Como quem não liga.
Sérgio sentiu o coração acelerar.
— Você cresceu, Pedro. É normal o pai reparar.
Pedro riu baixo.
— Hm. Beleza.
Mas o sorrisinho no canto da boca dizia que ele sabia mais do que mostrava.
Naquela noite, Sérgio não dormiu direito. Ficou acordado pensando no corpo do menino, na voz, no jeito de se mover. A mão desceu até o pau sem ele perceber. Bateu uma devagar, imaginando coisas que nunca imaginara. Quando gozou, o nome que saiu baixo foi “Pedro”.
No dia seguinte, Pedro acordou cedo e foi pra cozinha só de cueca preta. Sérgio já estava lá, de bermuda, fazendo café.
Os olhos de Sérgio desceram sozinhos. A cueca marcava o pau grosso, ainda meia bomba da manhã. As coxas firmes. A bunda redonda.
Pedro notou. Virou de costas de propósito, abrindo a geladeira, a cueca subindo entre as nádegas.
— Bom dia.
— Bom dia — a voz de Sérgio saiu rouca.
Pedro pegou o leite, se virou, e o volume estava ainda mais marcado. Ele se encostou na bancada, bebeu direto da caixa, o leite escorrendo um pouco pelo queixo.
Sérgio apertou a xícara.
— Você… dormiu bem?
— Dormi. Sonhei uma parada estranha.
— Que parada?
Pedro sorriu de canto.
— Depois eu conto.
O dia passou lento. Pedro ficou em casa, estudando na mesa da sala, de short e sem camisa. Toda vez que se levantava, o short descia um pouco, mostrando a marca da cueca. Sérgio tentava trabalhar no notebook, mas o olhar escapava.
À tarde, Pedro foi pro quarto e voltou de sunga. Preta, justa.
— Vou na piscina do prédio. Quer ir?
Sérgio hesitou só um segundo.
— Vou.
Na piscina, quase vazia, os dois nadaram um pouco. Depois ficaram sentados na borda, pernas na água. Pedro se esticava, o corpo molhado brilhando. A sunga colava, marcando o pau e as bolas. Sérgio sentia o próprio pau latejando dentro da bermuda.
Pedro se virava de costas, se apoiava nas mãos, empinando um pouco.
— Água tá boa.
Sérgio não respondia. Só olhava.
Quando voltaram pro apartamento, os dois estavam molhados. Pedro foi direto pro banheiro do corredor.
— Vou tomar banho quente.
Deixou a porta semiaberta.
Sérgio ficou na sala, o coração batendo forte. Ouviu o chuveiro. Ouviu o barulho da água. Imaginou o corpo molhado, o pau pendurado, a mão passando sabão.
Não aguentou.
Levantou e foi até a porta. Empurrou um pouco. Pedro estava de costas, debaixo do jato, a mão passando pelo peito, pela barriga, descendo até o pau. Lento. Como se soubesse que estava sendo observado.
Sérgio engoliu em seco. A mão foi sozinha até a própria virilha.
Pedro se virou de lado. O pau estava duro. Grosso, veias saltadas, cabeça rosada. Ele não se cobriu. Continuou passando a mão, devagar, olhando de canto.
— Pai… a porta tá aberta.
A voz saiu baixa, sem acusação. Quase um convite.
Sérgio não se mexeu.
— Eu… vim ver se você precisava de algo.
Pedro riu baixo, sem parar de se tocar.
— Preciso não. Mas pode entrar se quiser.
O convite estava lançado. Direto. Sem frescura.
Sérgio entrou. Fechou a porta atrás de si. O vapor do banho envolvia os dois. Pedro ficou de frente, a mão ainda no pau, o olhar firme.
— Você tá me olhando faz semanas.
Não era pergunta.
Sérgio não negou.
— Não sei o que tá acontecendo comigo.
— Eu sei — Pedro deu um passo pra frente. A água ainda escorria pelo peito. — Você quer me comer.
As palavras caíram pesadas. Diretas. Masculinas.
Sérgio sentiu o pau latejar forte dentro da bermuda molhada.
— Pedro…
— Não precisa falar. Eu notei. Desde aquele dia na academia. Você fica me olhando a bunda, o pau, tudo. E eu deixo. Porque eu também quero.
Pedro parou na frente dele. O pau duro apontando pra cima, quase tocando a bermuda de Sérgio.
— Tira essa porra.
Sérgio obedeceu. Puxou a bermuda e a cueca juntas. O pau saltou, grosso, vermelho, já pingando. Pedro olhou, assentiu, e passou a mão sem pedir licença.
O toque foi firme. Rústico. Mão de homem.
Sérgio gemeu baixo.
— Porra…
Pedro apertou a base, subiu até a cabeça, espalhou o pré-gozo com o polegar.
— Grande pra caralho. Sempre imaginei.
Ele se ajoelhou ali mesmo, no box do banheiro. A água ainda caindo nas costas dele. Olhou pra cima, o olhar marrento, e abriu a boca.
A língua passou primeiro na cabeça. Lenta. Provocando. Depois engoliu só a ponta, chupando com força, a bochecha oca. Sérgio agarrou o cabelo molhado, mas sem forçar. Pedro controlava.
Foi descendo. Centímetro por centímetro. A garganta se abrindo. Quando o nariz tocou a base, Sérgio soltou um gemido gutural.
— Caralho, Pedro…
Pedro engoliu tudo, ficou ali, a garganta contraindo, depois subiu devagar, babando, o fio de saliva ligando a boca ao pau. Olhou pra cima de novo.
— Gostoso, né? Chupar o pau do padrasto.
Sérgio puxou ele pra cima. Os dois se beijaram pela primeira vez. Boca aberta, língua grossa, dentes se roçando. Beijo de homem. Sem delicadeza. Pedro mordia o lábio inferior de Sérgio, puxava, soltava. As mãos de Sérgio desceram pela costas molhadas, apertaram a bunda firme, os dedos entrando no meio das nádegas.
Pedro gemeu dentro da boca dele.
— Quer meter?
— Quero.
— Então vamos pro quarto. Aqui é apertado.
Desligaram o chuveiro. Saíram pingando. Pedro na frente, o pau balançando, a bunda rebolando de propósito. Sérgio atrás, o olhar fixo naquele rabo.
No quarto de Pedro, a cama de solteiro. Pedro empurrou Sérgio pra sentar na beira e se ajoelhou de novo entre as pernas.
Dessa vez mamou com mais vontade. Mão na base, boca subindo e descendo rápido, a língua pressionando a veia de baixo. Sérgio segurava a cabeça com as duas mãos, mas deixava Pedro mandar. O som molhado enchia o quarto. Saliva escorria pelo saco, pelas coxas.
Pedro parou, cuspiu no pau, espalhou com a mão.
— Quero sentir esse pau no meu cu.
Levantou, abriu a gaveta da cabeceira, tirou um tubo de lubrificante e uma camisinha. Jogou a camisinha pra Sérgio.
— Coloca.
Sérgio abriu o plástico com os dentes, enrolou a camisinha no pau grosso. Pedro já estava de quatro na cama, a bunda empinada, as costas arqueadas. Passou o lubrificante nos próprios dedos e enfiou dois de uma vez no cu, gemendo baixo enquanto se abria.
Sérgio ficou de joelhos atrás. A mão grande passou pela lombar, desceu até a bunda, abriu as nádegas. O buraco rosado piscava, brilhante de gel.
— Relaxa.
— Já tô relaxado. Mete.
Sérgio posicionou a cabeça. Empurrou devagar. A resistência inicial. Pedro mordeu o travesseiro, soltou o ar. A cabeça entrou. Depois mais um pouco. Sérgio ia com calma, sentindo cada centímetro ser engolido. Quando as bolas bateram na bunda, os dois gemeram juntos.
— Porra… aperta pra caralho.
— Seu pau é grosso pra porra — Pedro falou ofegante. — Agora mexe.
Sérgio começou a meter. Devagar no começo. Sai quase tudo, enfia até o fundo. O som da pele batendo. Pedro empurrava a bunda pra trás, encontrando cada estocada.
— Mais forte.
Sérgio agarrou a cintura com as duas mãos e aumentou o ritmo. As estocadas ficaram profundas, ritmadas, o pau sumindo e aparecendo. Pedro gemia alto, a voz grossa, sem vergonha.
— Isso… fode esse cu… caralho…
Sérgio se inclinava sobre ele, o peito colado nas costas, a boca no pescoço, mordendo. A mão descia e pegava o pau de Pedro, punhetando no mesmo ritmo das estocadas.
— Você treina esse rabo, hein? Fica apertado pra porra.
— Treino pra isso — Pedro riu entre os gemidos. — Pra ser fudido por homem de verdade.
Sérgio acelerou. O barulho molhado do lubrificante, o bater das bolas, os gemidos dos dois. Pedro se masturbava junto, a mão rápida. Sérgio sentia o cu contraindo a cada estocada, sugando o pau.
— Vou gozar — Sérgio avisou, a voz rouca.
— Dentro. Quero sentir.
Sérgio meteu fundo uma última vez, o corpo todo tensionado, e gozou com força. O pau pulsando dentro do cu quente. Pedro gemeu alto e gozou logo em seguida, jatos fortes no lençol, o cu apertando ainda mais enquanto gozava.
Os dois ficaram parados, ofegantes. Sérgio ainda dentro. Pedro com a testa no travesseiro.
Depois de uns segundos, Sérgio saiu devagar. A camisinha cheia. Pedro se virou, deitou de costas, o peito subindo e descendo, o pau ainda semi-duro, a porra escorrendo pela barriga.
Sérgio se jogou ao lado. Os dois suados, o cheiro de sexo no ar.
Pedro virou o rosto.
— Foi bom pra caralho.
Sérgio passou a mão pelo peito suado do menino.
— Foi.
— Vai querer de novo?
Sérgio olhou nos olhos dele. O marrento ainda estava ali, o sorrisinho de canto.
— Vou.
Pedro riu baixo, puxou Sérgio pela nuca e beijou de novo. Beijo lento, mas ainda rústico. Língua, dente, respiração quente.
— Então fica. A gente limpa essa porra depois.
Sérgio ficou. A mão grande descansando na barriga de Pedro, o polegar desenhando círculos. O pau ainda latejava de leve. O corpo de Pedro quente contra o dele.
Pela primeira vez em trinta e nove anos, Sérgio não tentou racionalizar. Só sentiu.
E Pedro, de olhos fechados, sorria. O jogo tinha valido a pena.

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Comentários


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alda Comentou em 04/10/2026

Eita continua, e eu pensando que você também iria pegar seu Padrasto, mas ta muito bom.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu padrasto - Parte 1

Codigo do conto:
273900

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/10/2026

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