Para quem já leu meus contos sabe que morei uma boa parte da vida em uma casa que ficava no mesmo quintal da casa das minhas primas. Mas esse conto não tem a ver com elas e sim com uma garota que conheci em um projeto social no bairro. Era um projeto ligado ao cinema, em que eles ensinavam os jovens como operar uma câmera, gravar, editar um filme e tal. A garota em questão nem era tão bonita assim, se chamava Lorrany, era uma morena jambo, levemente acima do peso, olhos bem escuros, cabelos ondulados, seios e bunda bem fartos e eu sinceramente nem pensava em ter nada com ela.
Mas percebi que essa menina me olhava demais e num dia da semana ela simplesmente bate no meu portão dizendo que queria falar comigo. Nesse dia só estava eu nas duas casas, minhas primas que normalmente estariam na casa delas tinham saído. E talvez por isso eu tenha tido a coragem para ficar com aquela menina que normalmente não ficaria.
Ela entrou, me enrolou com uma conversa mole e percebi que o que ela queria mesmo era outra coisa. Começamos a nos beijar e não demorou muito para ela enfiar a mão por dentro do meu short e começar a bater uma punheta gostosa. Mais um pouco e estávamos os dois pelados sem nem termos ido para a cama. Virei ela de costas, coloquei meu pau com vontade e comecei a estocar. Mas tinha um detalhe importante, eu não tinha preservativo em casa naquele momento e não queria correr o risco de ser pai, ainda mais numa situação tão casual. Então dei algumas estocadas, tirei meu pau e fui guardando. Ela se virou desesperada de tesão e começou a literalmente implorar quase gritando "Só mais um pouquinho! Só mais um pouquinho!".
Não atendi. Antes passar vontade do que colocar uma criança no mundo sem querer. Mas, para atender o desespero dela falei "Vira de frente". Ela virou e se ajoelhou. Baixei novamente o short, tirei meu pau e fui passando em seu rosto devagar. Conforme passava perto da boca, ela abria querendo abocanhar, mas eu não colocava, até ela conseguir pegar com a boca e começar a chupar com voracidade. Chupava como se a vida dela dependesse de uma boa gozada e eu ia ora segurando ela pelos cabelos, ora dando tapas na cara. Até que veio o gozo. Disse que ia gozar e ela tentou tirar a boca mas eu não deixei, segurei sua cabeça no meu pau e gozei forte. Ela deu uma engasgada, então tirei.
Ela me olhou como uma cara de quem não queria que gozasse na boca, levantou e foi ao banheiro. Depois voltou e quis me beijar. Eu neguei. Disse que tinha sido bom, mas acabava ali e que era melhor ela ir. Ela ficou de cara fechada e foi. Depois sumiu, nunca mais vi aquela menina.
viniciuscria525