Dandara estava deitada, as pernas abertas, o corpo negro brilhando. Os seios enormes, pesados, balançavam levemente a cada respiração, e entre eles, escorrendo pelo abdômen de cintura fina até a virilha, havia um rio branco de leite. A bunda grande estava erguida num travesseiro, exibindo cada curva, e a buceta dela estava aberta, inchada, gotejando.
— Olha esse espetáculo, seu corno — ela disse, a voz rouca de gozada, ainda ofegante. — Meu marido tá aqui, de quatro, sem pau pra me satisfazer, só com essa porra de cinto no saco. E olha o que eu tô cheia: leite, meu amor. Leite de macho.
Ele engoliu em seco, os olhos fixos no brilho branco que escorria entre as coxas dela.
— Limpa, então — ela mandou, chutando o travesseiro da bunda pra longe. — Abre a boca e limpa essa buceta gozada. Cada gota. Se deixar leite no meu corpo.
Ele se aproximou, devagar, e encostou os lábios da buceta dela. O leite era morno, salgado, com um gosto doce que fez o estômago dele revirar de prazer. Ele lambeu devagar, limpando de baixo pra cima, sentindo o calor úmido da buceta ainda excitada.
— Ah, é... — Dandara gemeu, arqueando o quadril. — Gosta, né? Gosta de lamber minha buceta gozada? Adora sentir meu leite na língua?
— Adoro, amor — ele sussurrou, a voz embargada.
— Não me chama de amor quando tá lambendo, seu manso. Chama de "minha dona". E fala que é seu prazer.
— É meu prazer, minha dona— ele disse, e lambeu mais fundo, mais rapido, limpando o leite que escorria pela buceta inchada.
Ela gozou.
O corpo dela tremeu, os seios subiram, e um jato extra de leite explodiu da buceta, molhando o rosto dele. Ele não abriu a boca, só engoliu, deixando o líquido escorrer pelo queixo, pelo pescoço, pingando no peito.
— Olha isso! — ela riu, a voz falhando. — Você gozou? Não, né? Seu pau tá preso ali, seu corno. Mas eu sei que você goza por dentro, quando eu gozo na sua cara.
Ele tremia, o cinto apertando o pau duro que não podia sair.
— Deita no chão, seu CORNO — ela mandou, sentando-se de cocoras na cara dele.
Ele obedeceu, deitou-se, e ela sentou na cara dele, ficando de frente para o corpo dele, as costas curvas, a bunda grande erguida, o cinto de castidade dele à mostra entre as pernas dele. Ela olhou pra ele com o cabelo cacheado caindo no rosto.
— Olha pra mim, seu corno. Olha esse pau preso. Olha esse saco que eu posso bater quando eu quiser.
Ela estalou os dedos e começou a dar tapas no saco dele. TAPA. TAPA. TAPA. Cada um era firme, estralava no quarto silencioso, era humilhante.
— Isso. Gosta de levar tapa no saco enquanto eu sento na sua boca? Gosta de ser meu corno, meu manso, meu limpador de porra?
Ele gemia, a cabeça entre as nádegas dela, sentindo o calor do ânus dela, o cheiro de leite ainda na pele. Os tapas continuavam, cada um mais forte, e ele sentia o prazer subindo, quente, pesado, impossível de segurar.
— Fala que gosta — ela mandou, dando outro tapa. — Fala que ama levar tapa no saco.
— Eu amo! — ele gritou, o rosto suado. — Eu amor ser seu corno! Eu amo levar tapa!
— Então goza. Goza levando tapa no saco, vai caralho, goza filha da puta, seu corno manso gostoso do caralho.
Ele então se tremeu todinho, com ela segurando suas bolas e dando tapas, gemeu alto, forte e gozou.
O jato saiu preso no cinto, quente, espesso, escorrendo pela coxa, pingando no chão. E ela continuou batendo, rindo, sentindo o corpo dele tremer debaixo dela.
— Ah, olha isso! Olha essa porra que saiu do seu pau preso! Porra rala de corno manso, né?
Ela se levantou, virando-se pra ele, e pegou a com os dedos, pegou todo aquele gozo que tinha escorrido pelo cinto e esfregou nos seios enormes dela, espalhando o líquido branco sobre a pele negra, misturando com o leite que ainda brilhava no abdômen.
— Agora limpa — ela mandou, apontando pra si mesma. — Limpa a porra do seu pau nos meus seios. Limpa a minha buceta. Limpa tudo. Porque você é meu corno, meu manso, meu limpador de porra. E você gosta disso. Gosta de porra de macho, gosta de buceta gozada, gosta de leite na boca.
Ele lambeu os seios dela, limpando o gozo, o leite, a mistura dos dois, e depois voltou pra buceta dela, lambendo o que restava, limpando cada gota, cada fio.
— Bom menino — ela disse, acariciando o cabelo dele. — Meu corno perfeito. Meu limpador de porra.
E ele sorriu, com a boca cheia de leite, o cinto ainda apertado no pau, e soube que era exatamente onde queria estar: de quatro, limpando, humilhado, satisfeito.