O amante dela chegou mais cedo. Mamãe ainda estava de roupão, acabada de sair do banho. Ele puxou o tecido sem pedir licença e a olhou de cima a baixo. As axilas ainda úmidas, com o tufo escuro e denso. A virilha coberta por uma selva preta que descia pelas virilhas e cercava o cu com pelos crespos e grossos. Ele fechou a cara. — De novo. Mamãe engoliu seco. — Eu ia depilar amanhã… — Mentira. Você gosta de ficar assim. Gosta de sentir esses pelos sujos esfregando na calcinha o dia inteiro. Ele a virou de costas com força, empurrou o tronco dela sobre a mesa da sala e puxou o roupão até a cintura. As nádegas carnudas ficaram expostas. Sem avisar, a primeira palmada estourou no ar. O som foi seco e alto. Mamãe soltou um grito curto. Ele não parou. A mão descia pesada, alternando as duas bandas, deixando marcas vermelhas sobre a pele clara. Cada tapa fazia a carne tremer. De vez em quando ele parava só para puxar os pelos do cu dela com os dedos, puxando forte até ela gemer de dor e vergonha. — Peluda nojenta. Cheira a sexo o tempo todo por causa disso. Outra sequência de tapas, mais fortes. As nádegas já estavam quentes e latejando. Ele abriu as bandas com as duas mãos e passou o polegar pelos pelos grossos que cercavam o cu, esfregando e puxando. — Isso aqui é nojento. E ainda assim você fica molhada. Ele enfiou dois dedos na buceta dela. Estava encharcada. Os pelos da entrada estavam molhados e grudentos. Ele riu baixo, cruel. — Olha só… a puta peluda gozando com a surra. Mamãe soluçava contra a mesa, as pernas tremendo. Ele tirou os dedos, lambeu o gosto e voltou a bater. Palmadas curtas, secas, certeiras, até a pele ficar vermelha-escura e quente demais. Quando parou, ela estava ofegante, o cu piscando, a buceta latejando. Ele se posicionou atrás, abriu o zíper e enfiou de uma vez. O pau grosso abriu a buceta molhada, os pelos escuros se grudando na base a cada estocada. Enquanto fodia, continuava dando tapas nas nádegas já castigadas, curtos e pesados, no mesmo ritmo das embocadas. — Vai depilar amanhã. Ou eu volto e te surrar de novo. Mais forte. Mamãe só conseguia gemer, a voz rouca, o corpo inteiro tremendo. Quando ele gozou, foi fundo, segurando as nádegas abertas para ver o porra escorrendo pelos pelos grossos da buceta e do cu. Depois puxou o cabelo dela, fez ela se virar e olhou nos olhos. — Amanhã eu quero isso liso. Se não estiver… você leva de novo. E dessa vez eu vou usar o cinto. Mamãe, ainda ofegante, com as nádegas ardendo e o sêmen escorrendo pelas coxas, murmurou quase sem voz: — …talvez eu não depile. O amante sorriu, frio. — Então se prepara.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.