Minha mãe tinha 58 anos quando a levei para o asilo. Não porque ela estivesse doente. Eu a levei porque queria vê-la destruída. O lugar cheirava a mijo velho, desinfetante barato e carne podre. Os velhos ali eram todos aposentados que não tinham mais ninguém. Homens de 70, 80, alguns quase 90 anos, com pau mole a maior parte do tempo, mas com uma fome de puta que só a humilhação de uma mulher mais nova que eles despertava. Eu a entreguei nuinha, de joelhos, no meio da sala de TV. — Esta é a puta da minha mãe — falei alto para todos ouvirem. — Ela vai ficar aqui. Vocês podem usar como quiserem. Pode bater, pode cuspir, pode mijar, pode foder o cu até sangrar. Ela não tem direito de dizer não. Minha mãe estava tremendo. Os seios flácidos balançavam enquanto ela tentava cobrir a buceta com as mãos. Eu puxei o cinto da calça e a primeira chicotada acertou em cheio na cara dela. O estalo ecoou. A marca vermelha inchou na hora. — Tira as mãos, vagabunda. Mostra essa boceta usada pro pessoal. Ela obedeceu. Os velhos começaram a se aproximar. Um deles, calvo, com dentadura frouxa, agarrou o cabelo dela e enfiou a boca na própria cueca fedorenta. — Chupa, puta. Chupa esse pau de velho. Enquanto ela engasgava, outro veio por trás com uma palmatória de madeira. Bateu com força na bunda. Depois na buceta. O som molhado e seco misturado. Minha mãe gritou no pau do velho. A palmatória acertou de novo, agora nas tetas. Os mamilos ficaram roxos e inchados em minutos. Eu tirei o cinto inteiro e comecei a surrá-la de verdade. Nas costas, na bunda, nas coxas, na cara. Cada chicotada deixava um vergão. Quando ela caiu de quatro, um dos velhos enfiou o pau no cu dela de uma vez só, sem saliva. Ela uivou. Outro enfiou na boca. O terceiro a espancava com a palmatória na buceta aberta, batendo direto no clitóris até ela tremer e gozar de dor, molhando o chão. — Olha só — gritei. — A puta gozou apanhando. Mais uma vez. Bate mais forte. A palmatória desceu de novo. O cinto também. Sangue começou a escorrer da bunda e da buceta. Os velhos não paravam. Um depois do outro. Fodiam o cu até o pau sair coberto de merda e sangue, depois enfiavam na boca dela forçando engolir. Cuspiam na cara. Mijavam nos seios. Um deles cagou na boca aberta dela e obrigou a engolir enquanto outro a fodia pela frente com força bruta, socando o útero. Ela estava irreconhecível. Rosto inchado de tapa e chicote. Boca cheia de porra e merda. Buceta e cu abertos, vermelhos, sangrando. Tetas roxas de tanto apanhar. Corpo coberto de marcas de cinto. Eu me ajoelhei na frente dela, puxei o cabelo e forcei a olhar para mim. — Diz o que você é. — Sou… uma puta… — a voz saiu rouca, quebrada. — Mais alto, vagabunda. — Sou uma puta suja… uma mãe nojenta… uma boceta de velho… — Mais. — Sou lixo… mereço ser fodida e espancada… mereço ser destruída… Os velhos riram. Um deles puxou ela pelo cabelo e começou a foder a garganta com violência, enquanto outro voltava a bater na buceta já destruída com a palmatória. O som era molhado, carnudo. Cada batida fazia ela engasgar no pau. Eu fiquei ali assistindo até ela desmaiar de tanto apanhar e ser usada. Quando acordou, ainda estava no chão, coberta de porra, mijo e sangue, com três velhos se revezando no cu dela. E ali ela ficou. Todos os dias. A puta da minha mãe, arrasada, destruída, humilhada até o osso no asilo dos velhos.
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