Amigo destruidor de mamães



Mamãe estava de quatro na cama, o vestido levantado até a cintura, a calcinha já rasgada e jogada no chão. O amigo do meu irmão — aquele jovem adulto de vinte e poucos anos, corpo firme, mãos grandes — estava atrás dela, o cinto na mão.
— Conta, puta — ele mandou, a voz baixa e grossa.
Ela engoliu em seco.
— Um…
O cinto estalou na bunda dela. A marca vermelha apareceu na hora.
— Dois…
Outra cintada. O som era seco, o corpo dela tremeu.
Ele não parou. Cinquenta cintadas na bunda. Cada uma mais forte que a anterior. A pele ficou vermelha, depois roxa em alguns pontos. Mamãe gemia, o rosto enterrado no travesseiro, as pernas tremendo, mas não pedia para parar. Ela só contava, a voz falhando.
Quando as cinquenta acabaram, ele largou o cinto e pegou o chinelo.
— Agora as chineladas. Cinquenta.
O chinelo bateu forte, espalhando o ardor. A bunda dela já estava inchada, quente, e cada golpe fazia ela se mexer pra frente. Ele segurou o cabelo dela com a mão livre e continuou.
Cinquenta chineladas.
Depois as palmadas. Mão aberta, seca, forte. Outras cinquenta. A bunda de mamãe estava uma bagunça — vermelha, marcada, quente ao toque. Ela soluçava, mas o gemido era de tesão.
Ele virou ela de barriga pra cima.
— Agora as tetas. Cem palmatórias.
Mamãe cobriu o rosto com o braço. Ele agarrou um peito com força e começou a bater. A mão dele era grande; cada palmada fazia o peito tremer. Ele alternava, um lado e o outro, contando alto.
— Vinte… trinta… quarenta…
Os mamilos ficaram duros e doloridos. Ele apertava e batia de novo. Quando chegou a cem, as tetas dela estavam vermelhas, sensíveis, e ela choramingava.
Ele desceu a mão.
— Cinquenta na buceta.
Abriu as pernas dela com o joelho e começou a bater com a mão aberta bem no meio. O barulho molhado ecoava. Cada palmada fazia ela arquear as costas. Ele batia de leve no começo, depois cada vez mais forte, mirando o clitóris inchado. Ela gemia alto, as pernas tremendo.
Cinquenta.
Por fim, ele se ajoelhou na cama, segurou o queixo dela e deu as cinquenta citadas na cara. Não eram tapas leves. Eram fortes, de um lado e do outro, deixando as bochechas vermelhas e o olhar dela nublado. Ela babava um pouco, a boca aberta.
— Agora você vai levar porra na cara e na buceta, puta.
Ele se enfiou nela de uma vez, sem carinho. O pau grosso abriu caminho com força. Mamãe gritou. Ele agarrou o pescoço dela e meteu com tudo, o barulho de pele batendo alto. A cada estocada a bunda marcada doía, os peitos balançavam, a cara ainda ardia.
Ele meteu até o fundo, puxou o cabelo, deu tapas na cara enquanto fodia. Rough. Bruto. Sem pausa.
Quando gozou, puxou pra fora e jorrou na cara dela, no peito, e enfiou de novo pra terminar dentro, enchendo a buceta. Mamãe tremia toda, a bunda latejando, as tetas doloridas, a cara vermelha e suja de porra.
Ele limpou o pau na boca dela e mandou:
— Amanhã a gente conta de novo. E aumenta o número.
Mamãe só conseguiu balançar a cabeça, ainda ofegante, a bunda queimando contra o lençol.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
Amigo destruidor de mamães

Codigo do conto:
275523

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
25/10/2026

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