Meu amigo empurrou minha mãe contra a parede com tanta força que o quadro caiu. Ele era mais alto, mais forte, e não tinha nenhum tipo de cuidado. A mão dele fechou no cabelo dela e puxou a cabeça pra trás. — Abre essa boca, sua puta velha. Ele enfiou o pau fundo na garganta dela de uma vez. Minha mãe engasgou, os olhos marejaram, mas ele não tirou. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a boca com estocadas curtas e violentas, batendo as bolas no queixo dela. Saliva escorria pelo pescoço. Quando ela tentou puxar o ar, ele deu um tapa seco na cara dela. — Engole, vadia. Engole esse pau todo, sua puta barata. Ele tirou o pau da boca dela só pra virar o corpo dela e jogá-la de quatro no chão. A primeira palmada na bunda ecoou alto. Depois veio outra, mais forte. Ele não parou. Bateu na bunda, nas costas, de novo na bunda, até a pele ficar vermelha e marcada. Minha mãe gemia, mas ele riu. — Grita mais alto, sua vagabunda. Todo mundo precisa ouvir o quanto você é puta. Ele abriu as nádegas dela e cuspiu direto no cu. Enfiou o pau de uma vez, sem preparo. Minha mãe gritou. Ele não deu tempo dela se acostumar. Começou a foder o cu dela com força total, segurando o cabelo dela com uma mão e batendo nas costas com a outra. Cada estocada vinha junto com um xingamento: — Cu apertado de puta… toma, sua cadela… aguentando porra nenhuma, né, sua vadia velha? Ele tirou o pau do cu, virou ela de costas e abriu as pernas dela com violência. Dois dedos entraram na buceta dela e ele começou a bater nela ali também — palmadas secas direto na xota molhada. Depois bateu nas tetas: um tapa em cada seio, pesado, fazendo-os balançar. Os mamilos já estavam vermelhos e duros. — Olha essas tetas de puta. Merecem ser batidas mesmo. Ele enfiou o pau na buceta dela de uma vez e começou a foder com a mesma brutalidade. Enquanto entrava fundo, continuava batendo: tapa na cara, tapa na bunda, tapa nas tetas, tapa na buceta. O corpo dela estava todo marcado. Ele puxava o cabelo, cuspia na cara dela e xingava sem parar: — Puta… vadia… cadela no cio… vagabunda… sua mãe de merda, toda arrombada… Ele alternava entre a boca, o cu e a buceta sem nenhuma gentileza. Enfiava fundo na garganta até ela engasgar, depois voltava pro cu, depois pra buceta, sempre batendo e xingando. Minha mãe estava tremendo, a boca suja de saliva, a bunda e as costas vermelhas, a buceta e o cu inchados e abertos. No final ele puxou o cabelo dela com força, enfiou o pau até o fundo da garganta e gozou. Ela engoliu engasgando enquanto ele ainda batia na bunda dela com a mão livre. — Boa, sua puta. Engoliu tudo como a vadia que é. Ele soltou o cabelo dela e deu um último tapa forte na cara. Minha mãe ficou caída no chão, o corpo inteiro marcado, a boca, o cu e a buceta ardiendo, ainda ofegante e suja.
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