O sol já estava mais baixo quando os jovens adultos decidiram terminar. Mamãe ainda estava de quatro no chão de terra do quintal, o corpo inteiro coberto de porra fresca e seca, mijo e cuspe. O cu aberto e pingando, a boca inchada, os olhos cansados. Os quinze jovens adultos formavam um círculo em volta dela, alguns ainda com o pau na mão, outros só observando e rindo. Um deles se aproximou, puxou o cabelo dela para cima e falou com deboche: — Última rodada, sua privada. Depois disso a gente te larga aqui. Ela não respondeu com palavras. Só abriu a boca. Três deles mijaram nela ao mesmo tempo. O jato quente acertou o rosto, a boca e os peitos. Ela engoliu o que conseguiu. Em seguida dois a seguraram de quatro. Um enfiou o pau no cu destruído, outro na garganta. O resto do grupo se aproximou, cuspiu, deu tapa, esfregou o pau no rosto e no corpo dela enquanto xingava: — Privada de merda — Buraco de esgoto — Vaca nojenta — Mamãe de merda — Lixo humano Eles gozaram um atrás do outro. Um no cu. Outro na boca. Outro nos peitos. Outro no cabelo. Outro no rosto. O último puxou o pau pra fora do cu dela e gozou em cima das costas, esfregando o resto na pele suja. Quando o último terminou, soltaram ela. Mamãe desabou de lado no chão de terra. O corpo não tremeu mais. Só respirava, ofegante, a língua para fora, os olhos semi-cerrados. O cu continuava aberto, um fio branco escorrendo lentamente pela coxa. O rosto estava irreconhecível de tanta porra e mijo. Um dos jovens adultos se agachou na frente dela, segurou o queixo sujo e falou baixo, ainda rindo: — Acabou. Fala o que você é pela última vez. A voz saiu fraca, rouca, quase sem força: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu fui usada por dezenas de homens… engoli mijo e porra… fui cuspida e humilhada… eu sou o lixo… a mamãe de merda que não serve pra mais nada… Ele soltou o queixo dela e se levantou. — Isso mesmo. Agora fica aí. Os jovens adultos foram saindo aos poucos, ainda rindo e comentando entre eles. Alguns mandaram uma última cusparada nela antes de ir embora. Outros só tiraram mais uma foto. Em poucos minutos o quintal ficou silencioso. Mamãe continuou deitada no chão de terra, nua, destruída, coberta de tudo que tinham feito com ela. O sol ia baixando. O vento batia leve no corpo sujo. Ela não se mexeu. Não pediu ajuda. Não tentou se limpar. Só ficou ali, respirando devagar, o cu ainda aberto, a boca entreaberta, o corpo inteiro marcado e sujo. A puta da mamãe. Usada até o fim.
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