No dia seguinte eles a levaram para uma casa grande e isolada na periferia. A festa já estava rolando. Música alta, cheiro de maconha, cerveja e suor. A sala estava cheia. Contaram rápido: eram trinta e dois homens. Mamãe entrou nua, o corpo coberto de marcas dos dias anteriores, o cu ainda um pouco aberto, os peitos roxos e sujos. Assim que a porta se fechou atrás dela, um grito geral subiu: — Chegou a puta da mamãe! Eles a empurraram para o meio da sala. O chão de madeira já estava sujo de cerveja e cinzas. Ela ajoelhou no centro do círculo enorme. — Ajoelha, sua privada de festa. Hoje você vai ser usada por todo mundo. Imediatamente vários homens abriram as calças e começaram a mijar nela. Jatos quentes vinham de todos os lados: boca, rosto, cabelo, peitos, costas, coxas. O líquido amarelo escorreu pelo corpo e formou uma poça no chão. Ela abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, engasgando, a garganta queimando. — Engole, sua porca de festa. Engole o mijo de trinta e dois homens. Você é o ralo desta casa agora. A voz dela saiu abafada, humilhada, quase chorosa: — Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada da festa… a privada de merda… Dois homens a puxaram para o meio da sala. Um deitou no chão sujo e puxou ela pra cima, enfiando o pau grosso no cu de uma vez. Ela gritou, o corpo tremeu. O segundo se ajoelhou na frente e enfiou o pau na garganta até as bolas. Agora ela estava sendo arrombada nos dois buracos bem no centro da festa, o corpo balançando entre os dois enquanto dezenas de homens olhavam e gritavam. Os outros trinta formaram um círculo apertado. Cuspe sem parar. Tapas nos peitos, na bunda, na cara. Paus batendo no rosto. Mãos puxando o cabelo com força. Alguns filmavam com o celular, outros só riam e xingavam. — Olha a mamãe de merda… sendo fodida no meio da festa… — um deles apertou o peito dela até sair um grito. — Esses peitos mole só servem pra cuspir e pra bater enquanto toma no cu em público. Fala o que você é, sua cadela de festa! Ela soltou o pau da boca, babando, o rosto coberto de mijo e saliva, a voz quebrada e alta: — EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA DESTA FESTA! O BURACO DE MIJO E PORRA! A VACA NOJENTA QUE ENGOLA XIXI DE TRINTA E DOIS HOMENS! A PORCA QUE ABRE O CU NO MEIO DA SALA! O LIXO QUE EXISTE SÓ PRA SER USADO AQUI! — Mais alto, caralho! Grita pra casa inteira ouvir! — EU SOU O RALO DA FESTA! A MAMÃE DE MERDA QUE CHUPA PINTO SUJO NO MEIO DE TODOS! QUE PEDE PRA SER CUSPIDA! QUE GOSTA DE LEVAR TAPA NA CARA ENQUANTO TOMA MIJO! QUE MERECE SER FODIDA ATÉ NÃO AGUENTAR MAIS POR TODO MUNDO! Os homens se revezaram sem nenhuma piedade. Quando um gozava, outro entrava. Um gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, deixando a porra escorrer pelas coxas e cair no chão. Outro gozou na garganta e forçou ela a segurar a língua pra fora, mostrando o branco misturado com mijo. Outro mijou de novo na boca aberta enquanto ela ainda tinha porra na língua. Outro gozou nos peitos e esfregou o pau sujo na cara dela. Outro a virou de quatro no meio da sala e meteu no cu já destruído, enquanto vários mijavam nas costas e na cabeça ao mesmo tempo. Eles a usaram em todas as posições possíveis no meio da festa. De quatro no chão sujo. Deitada de costas com as pernas abertas no ar, segurada por vários homens. Em pé, carregada por quatro caras enquanto outros a fodiam. Ajoelhada no meio de uma poça de mijo, com a cara no chão, o cu pra cima. Sentada no colo de um enquanto outro entrava por trás e outros gozavam na cara. Os nomes não paravam, gritando alto por cima da música: — Privada de festa — Buraco de esgoto — Vaca nojenta de orgia — Porca de porra e mijo — Lixo humano — Mamãe de merda — Cadela de trinta e dois — Ralo de putaria Depois de quase quatro horas, ela estava tremendo, o corpo inteiro encharcado de porra, mijo e cuspe. O cu tão aberto que um fio branco escorria sem parar pelas coxas. A boca inchada, os olhos vidrados de cansaço e humilhação total. Ainda assim, quando um deles puxou o cabelo e perguntou, segurando a cara dela no meio da sala: — Quer que a gente pare, sua puta de festa? A voz saiu fraca, rouca, quase sem força, mas ainda audível: — Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… me chama de tudo… eu sou a privada desta festa… eu mereço… Oito homens a seguraram de quatro bem no centro da sala. Um enfiou o pau no cu, outro na boca, os outros esfregavam o pau nos peitos e davam tapa. Os demais se posicionaram em volta e começaram a mijar nela todos ao mesmo tempo. O corpo dela ficou encharcado, o cabelo colado, o rosto coberto. O mijo escorria pelo chão de madeira e formava poças. Ela engoliu o que pôde. Quando o último gozou — fundo no cu, segurando o cabelo dela com força e xingando alto — ela desabou no meio da sala, ofegante, destruída. O cu aberto e pingando, a boca aberta, a língua para fora, os olhos semi-cerrados. Um deles se agachou, pegou o queixo sujo e falou alto, rindo, enquanto os outros ainda filmavam: — Olha o estado da mamãe… toda destruída no meio da festa. Fala o que você é agora. A voz saiu fraca, mas clara: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada por trinta e dois homens… pra engolir mijo e porra de todo mundo… pra ser cuspida e humilhada em festa… eu sou o lixo desta casa… a mamãe de merda que não serve pra mais nada… Ele riu e deu um tapa na cara coberta de porra e mijo. — Boa putinha. Agora limpa o chão com a língua. Lambe a porra, o mijo e a sujeira. E não para até a gente mandar. Se limpar bem… a gente te deixa aqui a noite inteira pra quem quiser usar de novo. Ela obedeceu. De quatro no meio da sala, a língua para fora, lambendo o chão sujo enquanto os trinta e dois homens olhavam, riam, filmavam e gritavam as coisas mais baixas que conheciam. Mamãe não pediu pra parar.
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