A puta de mamãe 12



Já estava escuro quando o pai voltou.
Mamãe ainda estava no quintal, de quatro no mesmo lugar, o corpo frio, o cu ainda aberto e sujo. Ela não tinha se mexido. Quando ouviu os passos dele, apenas levantou a cabeça.
Ele parou na frente dela, olhou por um longo tempo e depois falou com a voz baixa e fria:
— Ainda aqui. Boa puta.
Sem dizer mais nada, ele abriu a calça e mijou direto no rosto dela. O jato quente acertou os olhos, a boca e o cabelo. Ela abriu a boca e engoliu, engasgando.
— Engole tudo. Isso é só o começo.
Quando terminou de mijar, ele a puxou pelo cabelo até dentro de casa, arrastando-a pelo chão. Levou ela até a sala, jogou no meio do tapete e ordenou:
— De quatro. Cu bem alto.
Ela obedeceu. O pai se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu várias vezes no cu já destruído. Depois enfiou o pau de uma vez, seco, até o fundo. Mamãe gritou, o corpo inteiro tremeu, mas ele não deu tempo de se acostumar. Começou a meter com força brutal, quase tirando ela do chão a cada estocada.
— Isso. Grita. Grita enquanto o seu marido te fode que nem uma privada.
Ele puxava o cabelo com uma mão e segurava o quadril com a outra, metendo fundo e rápido. A cada investida falava mais sujo:
— Você deixou uns cinquenta homens te usarem…
— Deixou eles mijarem na sua cara…
— Deixou eles gozarem no seu cu…
— E agora sou eu. O seu marido. E eu vou ser pior que todos eles juntos.
Ele tirou o pau, andou até a frente dela e enfiou na garganta até as bolas. Segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a boca com a mesma violência, fazendo ela engasgar e babar.
— Engole. Engole o pau do homem que te sustenta e agora te trata como lixo.
Quando tirou, um fio grosso de saliva escorreu do queixo dela. O pai cuspiu na cara aberta e deu um tapa seco.
— Abre a boca de novo.
Ela abriu. Ele mijou pela segunda vez, mais devagar, enchendo a boca dela até transbordar. Ela engoliu o máximo que conseguiu, o resto escorrendo pelo peito.
— Boa privada. Agora deita de costas e abre as pernas.
Mamãe obedeceu. O pai se posicionou entre as pernas dela, enfiou o pau no cu de novo e começou a meter ainda mais forte, quase dobrando as coxas dela contra o peito. Com a mão livre ele batia no rosto, nos peitos, na coxa, sem nenhuma delicadeza.
— Fala o que você é. Fala agora.
A voz dela saiu quebrada, ofegante, cheia de vergonha:
— Eu sou a puta da mamãe… a privada do meu marido… o buraco de merda que qualquer um usa… a vaca nojenta que engole mijo… a porca que merece ser destruída…
— Continua!
— Eu sou o lixo da família… a mamãe de merda que existe só pra ser fodida e humilhada… eu mereço isso… eu quero isso…
O pai meteu mais algumas vezes com força total e gozou fundo no cu dela, gemendo baixo, segurando os quadris com força enquanto despejava tudo. Depois puxou o pau pra fora e empurrou a porra que escorria de volta para dentro com os dedos.
— Segura. Não deixa sair nem uma gota.
Ele se levantou, olhou ela deitada no chão, o cu aberto e cheio, o rosto sujo de mijo e saliva, e falou com a voz fria:
— A partir de agora você dorme no chão. Sem roupa. Sem cobertor. E toda vez que eu chegar em casa você ajoelha e abre a boca. Entendeu?
A voz dela saiu fraca, derrotada:
— Sim… eu entendi… eu sou a privada do senhor… a puta da mamãe que existe pra isso…
O pai deu um último tapa na cara dela e foi embora em direção ao quarto.
Mamãe ficou deitada no meio da sala, nua, o cu ainda cheio da porra do marido, o corpo inteiro sujo e dolorido.
Fim.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico alemaofofoqueiro

Nome do conto:
A puta de mamãe 12

Codigo do conto:
275264

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
21/10/2026

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