Já estava escuro quando o pai voltou. Mamãe ainda estava no quintal, de quatro no mesmo lugar, o corpo frio, o cu ainda aberto e sujo. Ela não tinha se mexido. Quando ouviu os passos dele, apenas levantou a cabeça. Ele parou na frente dela, olhou por um longo tempo e depois falou com a voz baixa e fria: — Ainda aqui. Boa puta. Sem dizer mais nada, ele abriu a calça e mijou direto no rosto dela. O jato quente acertou os olhos, a boca e o cabelo. Ela abriu a boca e engoliu, engasgando. — Engole tudo. Isso é só o começo. Quando terminou de mijar, ele a puxou pelo cabelo até dentro de casa, arrastando-a pelo chão. Levou ela até a sala, jogou no meio do tapete e ordenou: — De quatro. Cu bem alto. Ela obedeceu. O pai se ajoelhou atrás, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu várias vezes no cu já destruído. Depois enfiou o pau de uma vez, seco, até o fundo. Mamãe gritou, o corpo inteiro tremeu, mas ele não deu tempo de se acostumar. Começou a meter com força brutal, quase tirando ela do chão a cada estocada. — Isso. Grita. Grita enquanto o seu marido te fode que nem uma privada. Ele puxava o cabelo com uma mão e segurava o quadril com a outra, metendo fundo e rápido. A cada investida falava mais sujo: — Você deixou uns cinquenta homens te usarem… — Deixou eles mijarem na sua cara… — Deixou eles gozarem no seu cu… — E agora sou eu. O seu marido. E eu vou ser pior que todos eles juntos. Ele tirou o pau, andou até a frente dela e enfiou na garganta até as bolas. Segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a boca com a mesma violência, fazendo ela engasgar e babar. — Engole. Engole o pau do homem que te sustenta e agora te trata como lixo. Quando tirou, um fio grosso de saliva escorreu do queixo dela. O pai cuspiu na cara aberta e deu um tapa seco. — Abre a boca de novo. Ela abriu. Ele mijou pela segunda vez, mais devagar, enchendo a boca dela até transbordar. Ela engoliu o máximo que conseguiu, o resto escorrendo pelo peito. — Boa privada. Agora deita de costas e abre as pernas. Mamãe obedeceu. O pai se posicionou entre as pernas dela, enfiou o pau no cu de novo e começou a meter ainda mais forte, quase dobrando as coxas dela contra o peito. Com a mão livre ele batia no rosto, nos peitos, na coxa, sem nenhuma delicadeza. — Fala o que você é. Fala agora. A voz dela saiu quebrada, ofegante, cheia de vergonha: — Eu sou a puta da mamãe… a privada do meu marido… o buraco de merda que qualquer um usa… a vaca nojenta que engole mijo… a porca que merece ser destruída… — Continua! — Eu sou o lixo da família… a mamãe de merda que existe só pra ser fodida e humilhada… eu mereço isso… eu quero isso… O pai meteu mais algumas vezes com força total e gozou fundo no cu dela, gemendo baixo, segurando os quadris com força enquanto despejava tudo. Depois puxou o pau pra fora e empurrou a porra que escorria de volta para dentro com os dedos. — Segura. Não deixa sair nem uma gota. Ele se levantou, olhou ela deitada no chão, o cu aberto e cheio, o rosto sujo de mijo e saliva, e falou com a voz fria: — A partir de agora você dorme no chão. Sem roupa. Sem cobertor. E toda vez que eu chegar em casa você ajoelha e abre a boca. Entendeu? A voz dela saiu fraca, derrotada: — Sim… eu entendi… eu sou a privada do senhor… a puta da mamãe que existe pra isso… O pai deu um último tapa na cara dela e foi embora em direção ao quarto. Mamãe ficou deitada no meio da sala, nua, o cu ainda cheio da porra do marido, o corpo inteiro sujo e dolorido. Fim.
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