Depois que ela limpou o chão com a língua, os homens não a deixaram descansar. Novos caras foram chegando. Às duas da manhã já eram quase quarenta. Às quatro da manhã passaram de cinquenta. A casa inteira fedia a porra, mijo, suor e sexo. Mamãe não saiu do meio da sala. Eles a mantiveram de quatro ou ajoelhada o tempo todo. Quando um grupo cansava, outro assumia. Não tinha pausa. Não tinha água limpa. Só mijo, porra e cuspe. Um homem novo chegou, olhou ela toda destruída no chão e riu: — Essa é a puta da mamãe que vocês falaram? Parece um ralo humano. Ele abriu a calça e mijou direto na boca aberta dela. Ela engoliu sem reclamar, a garganta já anestesiada de tanto engolir líquido quente a noite toda. — Engole, sua privada de festa. Ainda tem muita gente pra te usar. A voz dela saiu rouca, quase sem força, mas ainda obediente: — Obrigada… obrigada por mijar na puta da mamãe… eu sou a privada… a privada de merda… Dois homens a puxaram de novo. Um enfiou o pau no cu já completamente aberto e frouxo. O outro enfiou na garganta. Ela nem gemía mais alto. Só aceitava. O corpo balançava entre os dois enquanto dezenas de homens em volta cuspiam, davam tapa, esfregavam o pau no rosto e mijavam nela sem parar. — Olha o estado da mamãe… — um gritou, filmando de perto. — Cu aberto, boca inchada, corpo inteiro coberto de porra e mijo. Fala o que você é, sua cadela de madrugada! Ela soltou o pau da boca só o suficiente pra responder, a voz quebrada e fraca: — Eu sou a puta imunda da mamãe… a privada desta festa… o buraco de mijo e porra… a vaca que não para de ser usada… a porca que existe só pra isso… — Mais alto! — EU SOU O RALO DESTA CASA! A MAMÃE DE MERDA QUE ENGOLA MIJO A NOITE INTEIRA! QUE TOMA PORRA DE CINQUENTA HOMENS! QUE PEDE PRA SER CUSPIDA E FODIDA ATÉ O SOL NASCER! Eles não paravam. Um gozava no cu e saía, outro entrava na mesma hora. Um gozava na boca e forçava ela a mostrar a língua suja. Outro mijava na cara enquanto ela ainda tinha porra na boca. Outro esfregava o pau nos peitos já roxos e gozava neles. Outro puxava o cabelo e gozava no cabelo colado. Eles a viravam de todos os jeitos: De quatro no chão, cu e boca sendo usados ao mesmo tempo Deitada de costas, pernas abertas no ar, segurada por quatro homens Em pé, carregada como um saco, sendo fodida por trás enquanto outros gozavam na cara Ajoelhada no meio de uma poça enorme de mijo, com a cara no chão, o cu pra cima Sentada no colo de um, outro entrando por trás, vários mijando nela ao mesmo tempo Os xingamentos não cessavam: — Privada de madrugada — Buraco de esgoto — Vaca nojenta de orgia — Porca de porra e mijo — Lixo humano — Mamãe de merda — Cadela de cinquenta — Ralo de putaria Às seis da manhã a luz do sol começou a entrar pelas janelas. A sala estava destruída. O chão era uma poça enorme de mijo e porra. Mamãe estava no meio, o corpo inteiro branco e amarelo, o cu tão aberto que não fechava mais, um fio constante escorrendo. A boca inchada, os lábios rachados, os olhos vidrados de exaustão total. Ainda assim, quando um dos últimos homens puxou o cabelo dela e perguntou: — Quer que a gente pare agora, sua puta? A voz saiu quase um sussurro, rouca, destruída, mas clara: — Não… não para… me usa mais… me mijá mais… me cuspe mais… eu sou a privada… eu mereço… Três homens ainda tinham força. Um enfiou o pau no cu frouxo, outro na boca, o terceiro mijou na cara dela enquanto gozava nos peitos. Quando o último gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, a porra escorreu em fio grosso. Ela desabou de vez no meio da poça. O corpo não tremia mais. Só respirava, ofegante, a língua para fora, os olhos semi-cerrados. O cu aberto e pingando, a boca aberta, o corpo inteiro coberto. Um deles se agachou, pegou o queixo sujo e falou baixo, cansado mas ainda rindo: — Olha o estado da mamãe… usada a noite inteira por mais de cinquenta homens. Fala o que você é agora. A voz saiu fraca, quase sem ar: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existi a noite inteira pra ser usada… pra engolir mijo e porra de todo mundo… pra ser cuspida e humilhada até o sol nascer… eu sou o lixo desta festa… a mamãe de merda que não serve pra mais nada… Ele deu um tapa leve na cara coberta de porra seca e mijo. — Boa putinha. Agora dorme aí no chão mesmo. Quando a gente acordar… a gente te usa de novo. Mamãe não respondeu. Só ficou ali, deitada no meio da sujeira, o corpo destruído, a respiração fraca, esperando. A festa tinha acabado. Mas ela ainda estava disponível.
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