Eles a levaram para o quintal da casa no final da manhã. O sol já estava forte. O chão de terra batida. Havia um grupo de jovens adultos esperando — uns quinze caras entre 20 e 25 anos, todos debochados, rindo alto, alguns com celular na mão. Mamãe foi jogada de joelhos no meio deles, ainda suja da noite anterior, o corpo coberto de porra seca e marcas, o cu um pouco aberto. Um dos jovens deu uma risada alta: — Caralho, é verdade… a puta da mamãe mesmo. Olha o estado dessa vaca. Outro cuspiu perto dela e falou, debochado: — Fica de quatro, sua privada. A gente quer ver de pertinho. Ela obedeceu. Ficou de quatro no chão de terra. Os jovens adultos formaram um círculo apertado em volta, rindo, xingando, filmando. — Abre esse cu, sua porca. Mostra pra gente o quanto tá destruído. Ela abriu as nádegas com as mãos. Vários riram alto. — Eita porra… tá arrombado pra caralho. Parece um buraco de esgoto. Um deles se aproximou, puxou o cabelo dela para trás e falou bem na cara, com deboche: — Fala o que você é, sua mamãe de merda. Fala alto pra todo mundo ouvir. A voz dela saiu rouca, humilhada: — Eu sou a puta… a privada… a vaca nojenta da mamãe… — Mais alto, caralho! — EU SOU A PUTA IMunda DA MAMÃE! A PRIVADA DE MERDA! O BURACO DE MIJO E PORRA! A PORCA QUE FOI USADA A NOITE INTEIRA E AINDA TÁ AQUI PRA SER HUMILHADA! Os jovens adultos explodiram em risadas. Um deles abriu a calça e mijou direto no rosto dela. O jato quente escorreu pela cara, pelo cabelo e pelo peito. Ela abriu a boca e engoliu parte. — Engole, sua cadela. Engole o mijo enquanto a gente ri da sua cara. Outro se ajoelhou atrás e enfiu dois dedos no cu aberto, mexendo sem cuidado. — Olha isso… mole pra porra. Entra até a mão quase. Você é um ralo ambulante, sua vaca. Ele tirou os dedos e enfiou o pau de uma vez. Mamãe gritou, o corpo tremeu, mas ficou no lugar. Outro jovem adulto se posicionou na frente e enfiou o pau na boca dela até o fundo. Agora ela estava sendo fodida nos dois buracos enquanto o resto do grupo ria, cuspia, filmava e xingava. — Olha a mamãe tomando no cu e na boca ao mesmo tempo… — um gritou, rindo. — Que putinha nojenta! — Fala que você gosta de ser humilhada na frente da gente, sua porca! Ela soltou o pau da boca só o suficiente, babando: — Eu gosto… eu gosto de ser humilhada… de ser chamada de puta… de privada… de vaca… de lixo… na frente de vocês… Os jovens adultos se revezavam. Um gozava no cu e saía rindo, outro entrava. Um gozava na boca e forçava ela a mostrar a língua suja enquanto os outros filmavam de perto. Outro mijava na cara dela de novo. Outro dava tapa forte nos peitos e ria quando ela gemia. Eles a viravam de vários jeitos no meio do quintal, sempre debochando: — De quatro no chão de terra — Deitada de costas com as pernas abertas, segurada por dois — Ajoelhada com a cara no chão, o cu bem alto — Em pé, encostada num muro, sendo fodida por trás enquanto outros cuspiam e riam na cara dela Os xingamentos vinham sem parar, cheios de deboche: — Privada de quintal — Buraco de esgoto — Vaca nojenta — Porca de porra — Mamãe de merda — Cadela de jovem — Ralo humano Depois de mais de uma hora, ela estava ofegante, o corpo ainda mais sujo, o cu pingando, a boca inchada. Um dos jovens adultos puxou o cabelo dela para cima e falou, rindo na cara dela: — Quer que a gente pare, sua puta? A voz saiu fraca, mas clara: — Não… não para… me usa mais… me humilha mais… me chama de tudo… eu sou a privada de vocês… Eles riram ainda mais alto. Um último grupo a segurou de quatro. Um meteu no cu, outro na boca, os outros mijavam e cuspiam nela enquanto filmavam. Quando o último gozou fundo no cu e puxou o pau pra fora, a porra escorreu em fio. Ela desabou no chão de terra. Um deles se agachou, deu um tapa leve na cara suja e falou com deboche: — Olha o estado da mamãe… toda destruída na frente da gente. Fala o que você é. A voz saiu rouca: — Eu sou a puta… a privada… o buraco de merda da mamãe… eu existo pra ser usada e humilhada na frente de vocês… eu sou o lixo… a mamãe de merda que não serve pra mais nada… Eles riram, alguns ainda filmando. — Boa putinha. Fica aí no chão. A gente pode te usar de novo daqui a pouco. Mamãe ficou ali, deitada no quintal, o corpo destruído, enquanto os jovens adultos continuavam em volta, debochando e conversando sobre o que ainda iam fazer com ela.
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