A porta da frente se abriu. A amiga da sua mãe — a advogada dondoca, socialite, peitos enormes e bunda larga — parou no limiar, o rosto de choque. O cabelo impecável, o vestido caro, o corpo voluptuoso contrastando com a bagunça no chão: sua mãe, sua avó de 90 anos e sua irmã caídas, marcadas, sujas de porra e saliva. Meu amigo ergueu a cabeça e sorriu de canto. — Olha só… a puta rica. Entra, sua vadia peituda. Ele não deu tempo dela reagir. Levantou, agarrou o braço dela e puxou com força para dentro. O vestido rasgou no puxão. Ele segurou o cabelo dela e empurrou o pau ainda sujo na boca dela de uma vez. — Chupa, sua dondoca de merda. Limpa a porra da família toda. A advogada engasgou, os olhos arregalados, mas ele não tirou. Fodeu a garganta dela com estocadas violentas, segurando a cabeça com as duas mãos. Os peitos enormes balançavam a cada movimento. Quando ela tentou puxar o ar, ele deu um tapa seco na cara dela. — Engole, sua cadela socialite. Sua amiga, a filha e a velha já engoliram. Agora é sua vez. Ele tirou o pau da boca dela, virou o corpo voluptuoso de quatro e desceu a mão com força na bunda larga. O tapa ecoou alto. Depois outro, mais pesado. Bateu na bunda, nas costas, de novo na bunda, até a pele ficar vermelha e marcada sob o tecido rasgado. — Grita, sua puta rica. Todo mundo precisa ouvir a dondoca apanhando. Ele rasgou o resto do vestido, cuspiu no cu dela e enfiou o pau de uma vez. A advogada gritou. Ele não deu tempo. Começou a foder o cu dela com força total, segurando o cabelo dela com uma mão e batendo na bunda enorme com a outra. Cada estocada fazia os peitos pesados balançarem. — Cu apertado de puta rica… toma, sua vadia… aguentando porra nenhuma, né, sua cadela de grife? Enquanto fodia o cu da advogada, ele puxou a cabeça da sua mãe e enfiou a boca dela na buceta da amiga. Depois empurrou a cabeça da sua avó de 90 anos contra um dos peitos enormes, forçando a língua enrugada a lamber o mamilo. Sua irmã foi forçada a lamber o outro peito. — Chupa a xota da sua amiga, sua puta. E vocês duas, limpem esses peitos de dondoca. Ele alternava. Tirou o pau do cu da advogada, enfiou na boca da sua mãe, depois na boca da avó, depois na boca da sua irmã, depois de novo no cu da advogada. Bateu na cara de todas: tapa na advogada, tapa na sua mãe, tapa na avó, tapa na irmã. Bateu nos peitos enormes da dondoca até ficarem vermelhos. Bateu nas bundas de todas. — Puta… vadia… cadela… vagabunda… dondoca de merda… mãe de merda… avó de merda… irmã de merda… as quatro arrombadas… Ele empurrou as quatro de quatro, lado a lado. A bunda larga da advogada, a bunda da sua mãe, a bunda da sua irmã e a bunda flácida da avó alinhadas. Fodeu o cu de uma, depois o cu da outra, depois o cu da terceira, depois o cu da quarta. Depois a buceta de cada uma. Sempre batendo, sempre xingando, sempre puxando cabelo. No final ele puxou as quatro caras juntas, uma contra a outra, e gozou na boca das quatro ao mesmo tempo. A porra escorreu pelos queixos, misturando-se. Ele ainda bateu na bunda de cada uma enquanto elas engoliam engasgando. — Boas putas. A rica, a mãe, a filha e a velha. As quatro engolindo como as cadelas que são. Ele deu um último tapa forte na cara de cada uma. A advogada, sua mãe, sua irmã e sua avó ficaram caídas uma em cima da outra, os corpos inteiros marcados, as bocas, os cus e as bucetas ardiendo, ofegantes e sujas. Meu amigo se sentou de novo, respirando pesado, e olhou para as quatro. — Agora limpem uma à outra. Todas. Com a língua. E rápido. Começa pela dondoca.
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