Minha mãe estava de quatro no meio da sala, as mãos firmes no chão, o corpo inteiro tremendo. O anão — baixo, forte, com braços grossos e um pau grosso e veiado que quase não cabia nela — estava atrás dela, segurando o cabelo dela com uma mão e a outra aberta, pronta. Ele começou a bater. A mão dele desceu com força na cara dela. O tapa ecoou. Minha mãe gemeu alto, a cabeça virando pro lado. Ele bateu de novo. E de novo. A bochecha dela já estava vermelha quando ele mudou o alvo. Bunda. Um tapa seco, pesado, que deixou a marca da mão. Depois outro, mais forte. A pele dela tremeu. Ele riu baixo e bateu nas costas dela, no meio das omoplatas, depois mais baixo, perto da cintura. Cada golpe fazia o corpo dela se mexer pra frente. — Abre mais essa perna, puta — ele rosnou. Ele puxou o cabelo dela com força e enfiou o pau na boca dela de uma vez. Minha mãe engasgou, os olhos lacrimejando. Ele não deu tempo. Fodeu a garganta dela com movimentos curtos e violentos, segurando a cabeça dela com as duas mãos, empurrando até o fundo. Saliva escorria pelo queixo dela. Quando ele tirou o pau, ela tossiu, mas ele já estava virando o corpo dela de novo. Ele empurrou ela de costas no chão e abriu as pernas dela com força. Dois dedos grossos entraram na buceta dela de uma vez, e ele começou a bater nela ali também — palmadas secas direto na xota molhada, enquanto os dedos entravam e saíam. Minha mãe gritou. Ele bateu nas tetas dela logo depois: um tapa em cada uma, pesado, fazendo os seios balançarem. Os mamilos já estavam duros e vermelhos. Depois veio o cu. Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou de uma vez no cu dela. Minha mãe arquejou, o corpo inteiro se contraindo. Ele não esperou ela se acostumar. Começou a foder o cu dela com força, batendo a bunda dele na dela a cada estocada. Enquanto fodia, continuava batendo: tapa na cara, tapa na bunda, tapa nas costas, tapa nas tetas. Cada golpe vinha junto com uma estocada fundo. Quando ele cansou do cu, puxou o pau para fora, virou ela de novo e enfiou na buceta. A entrada foi fácil — ela já estava encharcada. Ele fodeu a xota dela com a mesma violência, segurando as coxas dela abertas e batendo nela enquanto entrava. A mão dele ia da cara para a bunda, da bunda para as tetas, das tetas de volta para a buceta, sempre batendo. Minha mãe gemia, chorava, pedia mais. O anão não parava. Fodeu a boca dela de novo, depois o cu, depois a buceta, misturando tudo. O corpo dela estava coberto de marcas vermelhas: bochechas, seios, bunda, costas. A buceta e o cu inchados e abertos. No final ele puxou o cabelo dela, enfiou o pau fundo na garganta e gozou. Ela engoliu tudo, engasgando, enquanto ele ainda batia na bunda dela com a mão livre. Quando terminou, ele soltou o cabelo dela e deu um último tapa forte na cara. — Boa puta — disse ele, ainda ofegante. Minha mãe ficou deitada no chão, o corpo todo marcado, a boca, o cu e a buceta ardiendo, ainda tremendo.
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