O Trensurb estava lotado na hora do rush. Sua mãe, de 48 anos, saia do trabalho com a saia justa preta e a blusa branca que deixava os peitos pesados marcados. Ela entrou no vagão do fundo, onde o ar já cheirava a suor e tesão. Não deu nem tempo de se sentar. Três caras a cercaram. Um preto alto, um branco tatuado e um moreno de camisa aberta. Sem conversa. O preto já meteu a mão por baixo da saia e puxou a calcinha pro lado. — Olha essa puta. Veio pro trem com a buceta molhada já, né sua vadia? Sua mãe tentou recuar, mas o branco agarrou o cabelo dela e puxou pra trás. — Cala a boca, cadela. Hoje você vai ser usada até o último vagão. Ele deu o primeiro tapa na cara dela. Estalo seco. A bochecha ficou vermelha na hora. Sua mãe gemeu alto. O moreno já estava abrindo o zíper e enfiando o pau grosso na boca dela. — Chupa, porra. Engole essa porra toda, sua puta de filho. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, enquanto o preto rasgava a blusa e puxava os peitos pra fora. Deu um tapa forte numa teta, depois na outra. O mamilo ficou roxo. Ele apertou e torceu. — Esses peitos flácidos de mãe de família. Vão ficar cheios de marca. O branco virou ela de costas, ergueu a saia e deu a primeira surra na bunda. Palma aberta, forte, repetida. A pele estalava. Ele não parava. Tapa atrás de tapa, até a bunda ficar vermelha e quente. Depois desceu a mão e estalou bem no meio da buceta. — Abre essa perna, vadia. Quero ouvir o barulho dessa buceta molhada tomando tapa. Sua mãe gemeu como uma puta barata enquanto o pau do moreno batia fundo na garganta dela. O preto já estava atrás, enfiando o pau grosso de uma vez só. Sem preparo. Ela gritou no pau do outro. — Aaaaah, porra… filho da puta… — Fala direito, sua puta. Fala que ama levar pau de desconhecido no trem. — Eu amo… eu amo ser fodida no trem… minha buceta é de vocês… O branco continuava a surra. Tapa na cara, tapa na teta, tapa na bunda, tapa na buceta. Cada estalo mais forte. A buceta dela já estava inchada e pingando no chão do vagão. O preto metia com força, segurando os quadris dela e puxando pra trás, fazendo a bunda bater nele. Outros passageiros olhavam. Alguns filmavam. Ninguém interferia. Um quarto cara se aproximou, abriu o pau e enfiou na mão dela. — Bate nessa porra também, cadela. Você é o banheiro público do Trensurb hoje. O preto gozou dentro. Puxou o pau e a porra escorreu pela coxa dela. O branco já estava no lugar, enfiando seco. — Essa buceta arrombada ainda aperta. Que delícia de mãe puta. Ele meteu até o fundo e deu uma sequência de tapas na cara dela enquanto gozava. Sua mãe chorava de tesão, boca aberta, baba e porra misturadas no rosto. O moreno puxou o pau da garganta dela e gozou direto nos peitos. — Engole o resto, sua vadia. Limpa essa cara de puta. Eles não pararam. Viraram ela de quatro no banco. O próximo enfiou no cu sem lubrificante. Ela gritou. O cara deu tapa na nuca e continuou metendo. — Aguenta, puta. Seu cu também é público hoje. A surra continuava. Bunda, coxas, peitos, cara. Cada homem que entrava dava pelo menos cinco tapas antes de meter. Sua mãe estava um desastre: roupa rasgada, peitos marcados, bunda vermelha, buceta e cu pingando porra de vários caras, rosto inchado de tapa. Quando o trem chegou na estação final, ela mal conseguia andar. Um dos caras puxou o cabelo dela e falou no ouvido: — Amanhã você volta. Mesmo horário. Mesma puta. E traz essa buceta mais aberta. Sua mãe só conseguiu balançar a cabeça, ainda de boca aberta, com porra escorrendo pelo queixo.
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