Ela tinha 60 anos e o corpo de uma mulher que a idade só tornara mais obscena. A buceta peluda, densa e escura como uma floresta fechada, o cheiro forte de mulher madura. A bunda enorme, pesada, as nádegas se separando com um peso natural que fazia a calcinha sumir entre elas. As tetas gigantes, pesadas demais para a idade, balançando pesadas a cada passo, os mamilos grossos e escuros. Em 2026 ela fez campanha para deputada federal. Sem partido, sem estrutura, só ela e a teimosia. Naquela noite, depois de mais um comício que deu em nada, ela entrou numa rua deserta no limite da favela. O carro tinha furado o pneu. Ela desceu sozinha. Dez homens saíram da escuridão. Negros, fortes, cheirando a suor e cachaça. Não houve conversa. Um deles segurou o cabelo grisalho dela e puxou para trás. Outro rasgou o vestido de campanha. As tetas gigantes saltaram livres, pesadas, e logo receberam a primeira surra. Tapas fortes, secos, que faziam as tetas balançarem violentamente de um lado para o outro. Cada tapa deixava a marca vermelha na carne flácida e generosa. Ela gemeu, a boca aberta, e outro homem enfiou os dedos nela, puxando a buceta peluda com força, abrindo os lábios grossos e espancando o clitóris inchado com a palma da mão. A surra na buceta foi sem piedade: palmadas molhadas, o som molhado da carne peluda sendo batida até ficar vermelha e latejante. Eles a viraram de quatro no asfalto quente. A bunda enorme foi espalmada com violência. Cada tapa fazia as nádegas tremularem como geleia. Um deles abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu no cu dela antes de enfiar o pau grosso de uma vez. Outro se ajoelhou na frente e enfiou na boca dela, segurando o cabelo e fudendo a garganta enquanto os outros continuavam a surra. A buceta peluda recebeu um após o outro. Pau grosso, preto, entrando com força, abrindo a carne madura, o pêlo molhado de porra e saliva. Eles se revezavam. Um fodia o cu enquanto outro enfiava na buceta. Outro ainda batia nas tetas penduradas, fazendo-as balançar e bater uma na outra. Quando um gozava, outro entrava. A surra no rosto veio depois: tapas abertos, cuspidas, o pau batendo nas bochechas enquanto ela engolia porra. Eles a usaram por horas. A buceta peluda ficou aberta, inchada, pingando. O cu ardia. As tetas estavam roxas de tanto tapa. A bunda marcada. O rosto sujo de saliva e porra. Quando terminaram, ela ficou de joelhos no meio da rua, o vestido rasgado ao redor da cintura, as tetas gigantes pesadas e marcadas, a buceta peluda aberta e escorrendo. Um deles ainda deu um último tapa na buceta antes de ir embora. Ela ficou ali, ofegante, o corpo de 60 anos completamente destruído e usado, ainda sentindo a ardor de cada tapa e a profundidade de cada pau.
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