Eles ainda estavam ali, respirando pesado, quando a porta do salão se abriu de novo. Minha irmã de 18 anos apareceu no vão, o vestido curto colado no corpo, os olhos arregalados ao ver a cena: nossa mãe caída no chão, o cu e a buceta abertos e escorrendo porra, o rosto inchado de tapa. — Mãe…? — a voz dela saiu fina. Os cinco velhos viraram a cabeça ao mesmo tempo. O mais gordo, o pau ainda semi-duro e sujo, sorriu de um jeito nojento. — Olha só… a filhinha veio se meter. Vem cá, putinha. Minha irmã tentou recuar, mas duas das mulheres mais velhas a agarraram pelos braços e a empurraram para o meio do círculo. Em segundos as mãos enrugadas estavam por cima dela. O vestido foi rasgado de cima a baixo. Os seios firmes e jovens saltaram para fora. Uma palmada seca estourou no rosto dela. — Tira a calcinha, sua vadia — ordenou um dos homens, já puxando o cabelo dela para trás. Ela resistiu por dois segundos. Depois a calcinha foi arrancada e jogada no chão. As pernas dela foram abertas à força. Um dedo grosso e áspero enfiou de uma vez na buceta ainda apertada. Minha irmã gritou. O dedo saiu e voltou, agora com dois. O cu dela foi espalhado por outro velho, que cuspiu direto no buraquinho e empurrou o polegar até a articulação. — Essa aqui ainda tá virgem de cu… vai arrebentar gostoso. Ele tirou o dedo e posicionou o pau enrugado e grosso. Sem aviso, sem carinho, enfiou. O gemido dela foi alto, quase um uivo. O pau abriu o cu jovem de uma estocada só, até as bolas baterem. Ao mesmo tempo outro homem se ajoelhou na frente e cravou o pau na buceta dela com a mesma violência. O double penetration a fez tremer inteira. As unhas dela arranharam o chão. As mulheres ao redor riam e gritando: — Olha a putinha da filha! — Vai ficar com o cu destruído igual a mãe! — Chupa, sua vadia novinha! Engole esse pau de velho! Um terceiro homem agarrou o cabelo dela e enfiou o pau na boca até o fundo da garganta. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, os olhos marejados. Enquanto isso os dois que a fodiam não paravam: estocadas secas, profundas, o cu e a buceta fazendo barulho molhado a cada investida. Tapas choviam na bunda, nas coxas, nos seios. Uma das mulheres pegou o cinto de um dos velhos e começou a açoitar as costas e a bunda dela, deixando marcas vermelhas. Minha mãe, ainda caída ao lado, assistia com o olhar vidrado enquanto a filha era usada do mesmo jeito. Os velhos trocavam de posição sem descanso. Um gozou dentro do cu da minha irmã, enchendo-a. Outro puxou o pau da buceta e jorrou na cara dela, cobrindo os olhos e a boca. O terceiro a fez engolir tudo até a última gota. Eles a viraram de quatro de novo. Dois paus voltaram — um no cu já dilatado e escorrendo, outro na boca. O terceiro homem se ajoelhou atrás e começou a meter na buceta com força bruta, as mãos apertando a cintura dela até deixar marcas. As mulheres continuavam: — Isso, arrebenta essa putinha! — Faz ela gritar igual a mãe! — Olha como a bucetinha dela engole! Minha irmã estava completamente entregue, o corpo jovem coberto de saliva, porra e marcas de tapa. Cada estocada fazia o peito dela bater, o cu fazer barulho molhado, a garganta engasgar. Eles não tinham piedade. Foderam até o limite, trocando de buraco, enchendo os dois, cuspendo na cara, batendo, puxando o cabelo. No final ela caiu ao lado da mãe, as pernas abertas, o cu e a buceta abertos e vazando porra branca, o rosto sujo e inchado. Os cinco velhos se afastaram, satisfeitos, enquanto as mulheres ainda riam e apontavam para as duas: — Mãe e filha… as duas putas do baile. — Agora vão pra casa assim mesmo, todo mundo vai ver. As duas ficaram ali no chão, ofegantes, destruídas, o corpo inteiro doendo e marcado.
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