O salão do baile da terceira idade estava cheio de velhos enrugados, cabelos brancos e mãos trêmulas. Minha mãe, de 52 anos, ainda com o corpo firme e a bunda larga, tinha bebido demais. O vestido curto e apertado que ela usava já marcava os seios pesados e a calcinha fina. Os cinco homens de quase 80 anos a cercaram perto da pista de dança, cheirando a remédio e desejo velho. — Olha essa puta… ainda dá pra usar — rosnou o mais alto, já com a mão enfiada entre as pernas dela. Eles a arrastaram para um canto escuro atrás das cortinas. Minha mãe tentou protestar, mas a primeira tapa estalou no rosto dela com força. Depois outra. E outra. Em segundos ela estava de joelhos, o vestido rasgado até a cintura, os seios à mostra. As mulheres mais velhas do baile se aproximaram, rindo alto, apontando. — Olha a vadia! Vai engolir porra de velho mesmo, sua puta barata! — Essa buceta frouxa merece ser arrombada! Um dos homens puxou o cabelo dela e enfiou o pau mole e enrugado na boca dela à força. Enquanto ela engasgava, outro já abria as pernas dela e spitava na buceta. O pau dele, grosso e veioso, arrombou a entrada de uma vez só. Minha mãe gritou, mas o grito virou um gemido abafado quando o terceiro homem a virou de quatro e enfiou o dedo no cu até o fundo. — Abre esse cu, puta! — ele ordenou, dando um tapa seco na bunda dela que deixou a marca vermelha. Eles a usaram sem piedade. Dois paus na boca ao mesmo tempo, saliva escorrendo pelo queixo. O cu dela foi aberto primeiro com dedos, depois com o pau mais grosso, que entrou de uma só estocada. Ela chorava e gemia enquanto o homem metia com força, as bolas batendo na buceta já inchada. Outro velho se ajoelhou na frente e começou a esbofeteá-la no rosto, uma tapa atrás da outra, enquanto cuspia nela. — Toma, sua puta! — ele gritava. — Isso é o que você merece! As mulheres ao redor riam sem parar, gritando as coisas mais baixas: — Olha como a buceta dela engole pau de velho! — Essa vadia vai sair daqui com o cu destroçado! — Chupa direito, sua puta nojenta! Engole tudo! Minha mãe estava completamente entregue. O corpo coberto de marcas vermelhas, saliva, porra e suor. Um dos homens a deitou de costas no chão e começou a foder a buceta com violência, enquanto outro enfiava o pau no cu ao mesmo tempo. O double penetration a fez gritar, as pernas tremendo. Eles não paravam. Estocadas secas, profundas, sem qualquer cuidado. Cada vez que ela tentava se mexer, recebia mais tapas — no rosto, nos seios, na bunda, nas coxas. Um dos velhos a agarrou pelo cabelo e a fez engolir a porra dele até o fundo da garganta. Outro gozou dentro do cu, enchendo-a. O terceiro gozou na cara dela, cobrindo os olhos e a boca. As mulheres aplaudiam e riam. — Que bela puta! Olha o estado dela! — Agora ela tá pronta pra ser usada de novo! Eles não terminaram. Viraram minha mãe de quatro outra vez. Dois homens a foderam ao mesmo tempo — um no cu, outro na boca — enquanto os outros a açoitavam com as próprias mãos e com o cinto. A pele dela ficou vermelha e roxa da cabeça aos pés. Ela só conseguia gemer e engolir o que colocavam na boca, o corpo balançando com cada estocada brutal. No final, ela ficou caída no chão, o vestido em trapos, a buceta e o cu abertos e escorrendo porra, o rosto inchado de tanto tapa. As mulheres ainda riam e cuspiam palavras: — Vai pra casa assim mesmo, sua puta. Deixa todo mundo ver o que aconteceu com você. Os cinco velhos se afastaram, satisfeitos, enquanto minha mãe tentava se levantar, as pernas bambas, o corpo inteiro doendo e marcado.
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