Eles ainda estavam recuperando o fôlego quando um grito cortou o salão. — Tia! O que estão fazendo com vocês?! A sobrinha da minha mãe de 16 anos— uma jovem de corpo firme, seios altos e bunda redonda — tinha entrado sem ninguém perceber. Os olhos dela estavam arregalados de horror ao ver a tia e a prima caídas no chão, o cu e a buceta abertos e escorrendo porra, o rosto inchado de tapa. Os cinco velhos viraram a cabeça ao mesmo tempo. O mais magro, o pau ainda sujo e semi-duro, lambeu os lábios. — Mais uma putinha da família… vem cá, sua vadia. Ela tentou correr. Não deu tempo. Duas das mulheres mais velhas a agarraram pelos braços e a arrastaram para o centro. Em segundos o vestido foi rasgado, a calcinha arrancada e jogada longe. Uma tapa estalou no rosto dela com força, depois outra, depois outra. — Reagindo, é? — rosnou um dos homens, puxando o cabelo dela para trás. — Vai levar ferro igual as outras. Eles a jogaram de quatro no chão. Um deles abriu as nádegas dela com as duas mãos e cuspiu direto no cu. Sem aviso, o pau grosso e enrugado arrombou a entrada de uma estocada só. Ela gritou alto, o corpo inteiro tremendo. O homem meteu até o fundo, as bolas batendo, sem qualquer cuidado. Ao mesmo tempo outro velho se ajoelhou na frente e cravou o pau na buceta apertada dela com a mesma violência. O double penetration a fez gemer e chorar ao mesmo tempo. As mulheres ao redor riam e gritando as coisas mais baixas: — Olha a sobrinha puta! — Vai ficar com o cu destruído igual a tia e a prima! — Chupa, sua vadia! Engole esse pau de velho! Um terceiro homem agarrou o cabelo dela e enfiou o pau na boca até o fundo da garganta. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, os olhos marejados. Enquanto isso os dois que a fodiam não paravam: estocadas secas, profundas, o cu e a buceta fazendo barulho molhado a cada investida. Tapas choviam na bunda, nas coxas, nos seios. Uma das mulheres pegou o cinto novamente e começou a açoitar as costas e a bunda dela, deixando marcas vermelhas. A sobrinha tentou se mexer, tentou fechar as pernas, mas cada movimento só gerava mais violência. Um dos velhos a virou de costas, abriu as pernas dela ao máximo e voltou a meter no cu com força bruta, enquanto outro enfiava na buceta. O terceiro continuava fudendo a boca dela, segurando a cabeça com as duas mãos e empurrando até ela engasgar. — Toma ferro, sua putinha! — ele rosnava. — Isso é o que você ganha por reagir! Eles trocaram de posição várias vezes. Um gozou dentro do cu dela, enchendo-a até transbordar. Outro puxou o pau da buceta e jorrou na cara, cobrindo os olhos e a boca. O terceiro a fez engolir tudo até a última gota, segurando o cabelo dela com força. No final ela caiu ao lado da tia e da prima, as pernas abertas, o cu e a buceta dilatados e vazando porra branca, o rosto sujo e inchado de tanto tapa. Os cinco velhos se afastaram, satisfeitos, enquanto as mulheres ainda riam e apontavam para as três: — Tia, sobrinha e prima… as três putas do baile. — Agora vão pra casa assim mesmo, todo mundo vai ver o estado de vocês. As três ficaram ali no chão, ofegantes, destruídas, o corpo inteiro doendo e marcado, a porra escorrendo entre as pernas.
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