A sala já estava vazia. Helena ainda apagava a lousa quando a porta bateu com força e a chave girou do lado de dentro. Marcos se encostou nela, peito colado nas costas dela, uma mão na garganta e a outra puxando o cabelo do coque. — Hoje a mamãe vai ser usada. Sem frescura. Helena engasgou quando os dedos apertaram. Ele a virou de frente e a empurrou contra a mesa da professora. O vestido foi rasgado na frente com um puxão seco. Os seios saltaram. Marcos mordeu um mamilo com força suficiente para fazer ela gritar. — Quietinha — rosnou, enfiando dois dedos na boca dela até o fundo. — Ou eu te amarro e te deixo gemendo sozinha. Ele tirou a cinto e amarrou os pulsos dela atrás das costas com o próprio cinto, apertando até a pele ficar branca. Depois puxou a calcinha dela para o lado e enfiou três dedos de uma vez, sem carinho, só força. Helena arquejou, o corpo se contorcendo. — Já está molhada pra porra. Sabia que ia acontecer. Marcos a virou de bruços sobre a mesa, pernas abertas à força. Cuspiu na mão, passou no pau e enterrou de uma tacada só. O impacto fez a mesa ranger. Ele agarrou o cabelo dela e puxou a cabeça para trás enquanto fodia com estocadas profundas e brutais, batendo a pélvis nas nádegas dela com barulho molhado. — Isso… leva tudo, puta da mamãe. Ele tirou o cinto dos pulsos só para amarrar as mãos dela na perna da mesa, bem apertado. Depois puxou o chicote curto que ela mesma guardava no armário (ele já sabia onde estava). Os primeiros golpes caíram nas coxas e nas nádegas. Cada estalo fazia Helena soltar um grito abafado. Marcos continuava fodendo enquanto chicoteava, alternando velocidade: estocadas lentas e profundas com chicoteadas fortes, depois uma sequência rápida e selvagem. Quando as nádegas dela estavam vermelhas e marcadas, ele tirou o pau, a puxou pelo cabelo até o chão e enfiou a boca dela no pau. — Engole. Até o fundo. Sem dente, senão eu te amarro de novo e te deixo aqui a noite toda. Helena engasgou, lágrimas escorrendo. Marcos segurou a cabeça com as duas mãos e fodeu a garganta dela sem piedade, usando o rosto dela como se fosse um brinquedo. Quando ela quase desmaiou de falta de ar, ele puxou, virou-a de quatro no meio da sala e voltou a enterra o pau no cu dela de uma vez, sem preparação além da saliva e do óleo que ele tinha roubado da mala dela. Helena gritou alto. Marcos cobriu a boca dela com a mão e acelerou. — Agora a mamãe leva no cu igual a putinha que é. Ele a fodia com força, uma mão no cabelo e a outra no pescoço, apertando o suficiente para controlar a respiração. De vez em quando dava um tapa seco no rosto ou nas nádegas. Quando sentiu que ela estava prestes a gozar, parou de propósito, tirou o pau e esperou ela se contorcer de frustração. — Não. Você só goza quando eu mandar. Voltou a foder, agora alternando buraco. Enfiava no cu, tirava, metia na buceta, tirava de novo, sempre bruto, sempre fundo. A mesa e o chão estavam molhados. Helena estava completamente destruída: cabelo solto, maquiagem borrada, marcas de chicote, pulsos vermelhos, saliva escorrendo do queixo. Só quando ele decidiu que ela já tinha sofrido o bastante, ele voltou a meter com tudo e ordenou: — Goza. Agora. Goza no pau do seu aluno. Helena gozou tremendo, o corpo inteiro se contraindo, um gemido rouco e quebrado saindo da garganta. Marcos gozou logo depois, enterrando o pau até o fundo e enchendo o cu dela, segurando-a pelo cabelo enquanto descarregava. Quando terminou, ele a soltou. Helena caiu de lado no chão da sala de aula, ofegante, usada, marcada. Marcos se ajoelhou ao lado dela, passou o polegar pelos lábios inchados dela e disse baixinho, quase carinhoso: — Boa menina. Amanhã a gente faz de novo. E dessa vez eu trago a mordaça e o vibrador pra deixar você gritando até a escola fechar. Ele se levantou, guardou o chicote de volta no armário dela e saiu, deixando a professora no meio da sala, ainda amarrada pelos pulsos, cheia de porra e completamente destruída.
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