Minha mãe sempre foi daquelas mulheres orgulhosas, de rosto fechado e voz firme. Quando soube que o valentão da escola — um jovem adulto de 19 anos, alto, forte, de ombros largos e sorriso cruel — estava atormentando o filho dela, ela decidiu que ia resolver a porra do problema sozinha. Foi até a casa dele num fim de tarde, batendo forte na porta, o rosto vermelho de raiva. Ele abriu. Olhou pra ela de cima a baixo, a mulher de 42 anos, corpo ainda firme, seios fartos apertados no blazer, a saia justa marcando as coxas. Sorriu. — Então a mamãe veio brigar pelo filhinho? — disse, já empurrando a porta e puxando-a pra dentro pelo braço. — Que coragem… ou que estupidez. Ela tentou gritar, empurrar, mas ele era muito mais forte. Em segundos já a tinha jogado de joelhos no chão da sala. O cinto dele saiu da calça com um estalo seco. O chinelo de dedo que ele usava em casa foi logo pra mão esquerda. — Abre a boca, puta velha. — A primeira chicotada do cinto bateu no rosto dela, deixando uma marca vermelha na bochecha. — Grita aí. Grita pra todo mundo ouvir que a mãe do moleque veio se oferecer pro valentão. O chinelo estalou na outra bochecha, depois nas tetas ainda vestidas. Ele rasgou o blazer, arrancou o sutiã e bateu de novo — chinelo na teta esquerda, cinto na direita. As mamas ficaram vermelhas, marcadas, os mamilos endurecidos de dor e vergonha. Minha mãe chorava, xingava, mas ele só ria. — Cala a porra da boca, cadela. Você não é nada. É só um buraco andando. — Ele a virou de quatro, ergueu a saia, rasgou a calcinha e começou a bater com o cinto na bunda. Estalos secos, um atrás do outro. A carne tremeu, ficou roxa, inchada. Depois o chinelo na mesma bunda, e logo nas coxas, e depois direto na buceta exposta. Ele batia de lado, de ponta, fazendo a vagina dela abrir e fechar com o impacto. — Olha essa puta molhada… já tá pingando só de apanhar. Que nojo. — Ele cuspiu na cara dela, depois no cu. — Vou te foder até você esquecer o nome do seu marido e do seu filho. Você é minha agora, entendeu? Minha puta. Meu brinquedo. Ele enfiou o pau de uma vez só na buceta dela. Rough, sem carinho, socando fundo, segurando o cabelo dela como se fosse uma rédea. Cada estocada fazia o corpo dela tremer. Enquanto fodia, continuava batendo: chinelo na cara, cinto nas costas, chinelo de novo na bunda já marcada. Ela gemia de dor e, pra vergonha dela, de prazer. — Grita, vagabunda. Diz que adora. Diz que é a puta do valentão. — Eu… eu adoro… — ela soluçou, a voz quebrada. — Sou a puta… do valentão… Ele riu, puxou o pau encharcado e enfiou no cu dela sem lubrificante. Ela gritou. Ele não parou. Fodeu o cu com a mesma violência, segurando a cabeça dela no chão, cuspendo no rosto, batendo com o chinelo na bochecha a cada estocada. — Agora você tem dono. Eu sou seu dono. Toda vez que eu quiser, você vem. De joelhos. De quatro. De boca aberta. Vai apanhar, vai chupar, vai levar no cu e na buceta até eu me cansar. E se o seu filho reclamar… eu fodo ele também na sua frente. Entendeu, cadela? Ela só conseguia balbuciar “sim, dono… sim…” enquanto ele gozava fundo no cu dela, enchendo-a, depois puxando o pau e esfregando o resto na cara marcada de tapas e chineladas. Quando terminou, ele a levantou pelo cabelo, olhou nos olhos vermelhos dela e sorriu. — Agora limpa o meu pau com a língua. E depois vai pra casa com o cu escorrendo e a bunda roxa. Conta pro seu marido que agora você tem um dono de verdade. Minha mãe obedeceu. Limpou. E saiu mancando, humilhada, destruída… e completamente dominada. Desde aquele dia, ela é dele.
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