Eles ainda estavam ali, respirando pesado, quando a presidenta do baile — uma mulher de quase setenta anos, cabelos brancos presos num coque, o vestido longo e elegante já um pouco desalinhado — se aproximou com um sorriso torcido. — Parece que a festa ficou bem mais interessante… — ela disse, a voz rouca. — Eu também quero participar. Os cinco velhos riram. Um deles, o mais alto, puxou a presidenta pela cintura e a beijou com força, a mão enfiada entre as pernas dela por cima do vestido. Ela não resistiu. Pelo contrário: abriu a boca e engoliu a língua dele enquanto as outras mulheres ao redor aplaudiam e riam. — A presidenta também é puta! — gritou uma delas. — Vai levar ferro igual as outras! Em segundos o vestido longo foi rasgado até a cintura. Os seios flácidos e pesados saltaram para fora. A calcinha foi arrancada e jogada no chão. Um dos homens a empurrou de quatro ao lado das três mulheres já destruídas. Sem qualquer cerimônia, ele cuspiu no cu enrugado dela e enfiou o pau de uma estocada só. A presidenta gritou, mas o grito virou um gemido alto e sujo. — Isso… arrebenta esse cu velho! — ela mesma gritou, a voz embargada. Outro homem se ajoelhou na frente e cravou o pau na buceta frouxa dela com a mesma violência. O double penetration a fez tremer. As unhas dela arranharam o chão. Um terceiro agarrou o cabelo branco e enfiou o pau na boca até o fundo da garganta. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo, mas chupava com vontade, os olhos semicerrados de prazer sujo. As mulheres ao redor agora gritavam ainda mais alto: — Olha a presidenta engolindo pau de velho! — Essa vadia vai sair daqui com o cu destroçado! — Chupa direito, sua puta nojenta! Os cinco homens a usaram sem piedade. Estocadas secas, profundas, o cu e a buceta fazendo barulho molhado a cada investida. Tapas choviam na bunda flácida, nos seios, nas coxas. Uma das mulheres pegou o cinto novamente e começou a açoitar as costas e a bunda da presidenta, deixando marcas vermelhas sobre a pele enrugada. Ela não reclamava. Pelo contrário: gemia alto, pedia mais, empurrava a bunda para trás para sentir o pau mais fundo. Quando um dos velhos gozou dentro do cu dela, ela gritou de prazer. Outro puxou o pau da buceta e jorrou na cara, cobrindo os olhos e a boca. A presidenta lambeu a porra dos lábios com a língua, sorrindo. — Mais… quero mais ferro — ela rosnou, a voz rouca. Eles a viraram de costas, abriram as pernas dela ao máximo e voltaram a meter. Dois paus ao mesmo tempo — um no cu já dilatado e escorrendo, outro na buceta. O terceiro continuava fudendo a boca dela, segurando o cabelo branco com força. As outras três mulheres — a mãe, a irmã e a sobrinha — assistiam deitadas no chão, ainda ofegantes e sujas de porra, enquanto a presidenta era usada com a mesma brutalidade. No final ela caiu ao lado das outras, as pernas abertas, o cu e a buceta dilatados e vazando porra branca, o rosto sujo e o coque desfeito. Os cinco velhos se afastaram, satisfeitos, enquanto as mulheres ainda riam e apontavam para as quatro: — Tia, sobrinha, prima e agora a presidenta… as quatro putas do baile. — Agora vão pra casa assim mesmo, todo mundo vai ver o estado de vocês. As quatro ficaram ali no chão, ofegantes, destruídas, o corpo inteiro doendo e marcado, a porra escorrendo entre as pernas.
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