O filho do vizinho tinha uns vinte e poucos anos, alto, forte, e já olhava minha mãe há meses. Naquele dia ela estava na porta de casa, de vestido curto, quando ele chegou por trás, agarrou a orelha dela com força e puxou. — Anda, vadia. — rosnou, arrastando ela pela orelha até dentro de casa. Ela tropeçou, choramingou, mas ele não soltou. Fechou a porta com o pé e a jogou no meio da sala. Sem falar mais nada, rasgou a frente do vestido. As tetas gigantes saltaram para fora. Ele abriu a mão e começou a bater nelas. Tapa atrás de tapa, forte, deixando as marcas vermelhas. Minha mãe se contorcia, tentando se proteger, mas ele segurava o cabelo e continuava. — Fica quieta, puta. Essas tetas grandes só servem pra apanhar. Depois baixou a mão e deu uma surra na buceta. Palmadas secas, certeiras, batendo direto na xota por cima da calcinha até rasgar o tecido. Cada tapa fazia ela gritar e fechar as pernas, mas ele abria de novo e batia mais. Em seguida veio a cara. Tapa no rosto, outro, outro. A cabeça dela balançava. Ele cuspia nela enquanto batia. — Olha pra mim enquanto apanha, sua putinha barata. Quando a cara já estava vermelha e inchada, ele virou ela de quatro no sofá e começou a surra na bunda. Palmadas pesadas, uma atrás da outra, até a bunda ficar quente e marcada. Ela soluçava, mas ele não parava. Só então ele abriu o zíper. Enfiou a pica grosso de uma vez no cu dela. Fodeu com força, segurando as nádegas abertas e batendo nelas enquanto metia. Depois tirou, empurrou na buceta molhada e fodeu ali também, fundo, rápido. Quando cansou, puxou o cabelo dela, virou o rosto e enfiou o pau na boca. — Chupa, sua puta nojenta. Engole tudo. Você não passa de um buraco pra eu usar. Ele fodia a boca dela com violência, batendo as bolas no queixo, enquanto falava as coisas mais pesadas: — Sua mãe é uma vadia. Uma puta que gosta de apanhar. Olha só como a buceta dela pinga depois de levar surra. Cu aberto, cara inchada, tetas roxas… você nasceu pra ser usada assim, sua lixeira. Gozo na boca dela, obrigou a engolir, depois gozou de novo na cara e nas tetas. Deixou ela caída no chão, babada, marcada, com o cu e a buceta abertos e escorrendo. Ele se abotoou, olhou de cima e ainda falou: — Amanhã eu volto. E se você não estiver pronta pra apanhar de novo, eu puxo pela orelha outra vez. E saiu.
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