O calor do verão entrava pela janela aberta do apartamento no terceiro andar. O ventilador rodava preguiçoso, empurrando o ar quente sobre o corpo suado de Helena. Ela tinha 42 anos, corpo ainda firme, seios pesados que balançavam quando caminhava, quadris largos e uma bunda redonda que sempre chamava atenção. O marido estava viajando a trabalho há três dias. O filho de 19 anos saíra com os amigos e só voltaria no dia seguinte. A casa estava só dela. Helena usava apenas uma camisola fina de algodão, sem sutiã, sem calcinha. O tecido grudava no peito suado e marcava os mamilos escuros. Ela estava na cozinha preparando um café quando ouviu a batida baixa na porta dos fundos, a que dava para a escada de serviço. Abriu a porta e encontrou o mendigo. Ele se chamava Roberto. Tinha uns 50 anos, barba rala e suja, cabelo grisalho comprido, roupa surrada e um cheiro forte de suor e rua. Não era o primeiro mendigo que aparecia pedindo comida naquele prédio, mas era o único que voltava sempre. Nos últimos meses ele tinha se acostumado a bater na porta de Helena. Ela dava resto de comida, às vezes um pouco de dinheiro. Nunca o deixava entrar. Dessa vez ele olhou direto para o decote da camisola. — Senhora… tô com fome. E com sede. Pode me dar alguma coisa? Helena hesitou. O cheiro dele era forte, mas havia algo no olhar sujo, na forma como a boca se abria mostrando dentes amarelos, que mexeu com ela. O marido fazia sexo rápido e mecânico. Havia meses que ela não gozava de verdade. O corpo estava pedindo. — Entra. Só um minuto. Vou te dar comida. Ele entrou. Fechou a porta atrás de si. O cheiro de rua invadiu a cozinha. Helena se afastou, abriu a geladeira, tirou pão, queijo, um resto de frango. Colocou tudo na mesa. Roberto não se sentou. Ficou de pé, olhando o corpo dela através do tecido fino. A camisola subia um pouco quando ela se inclinava, mostrando a parte de baixo da bunda. — Você tá sozinha hoje, né? — a voz dele era rouca. Helena engoliu em seco. — Meu marido volta amanhã. Ele deu um passo. Depois outro. Parou perto dela. O cheiro era intenso: suor acumulado, sujeira, um leve cheiro de mijo seco. Em vez de afastar, Helena sentiu o sexo latejar. A calcinha que não estava usando já estaria molhada. — Posso te pagar de outro jeito — murmurou ele. Helena não respondeu. Só ficou parada quando a mão grande e suja dele subiu pela coxa dela, por baixo da camisola. Os dedos ásperos tocaram a pele macia. Subiram até encontrar o sexo quente e úmido. Roberto soltou um riso baixo. — Tá molhada pra caralho, madame. Dois dedos entraram nela sem aviso. Helena arquejou, apoiando as mãos na mesa. Os dedos eram grossos, calejados, entravam e saíam com força, fazendo barulho molhado. O polegar pressionava o clitóris com movimentos toscos. Ela abriu as pernas. — Tira essa merda — ordenou ele, puxando a camisola para cima. Helena levantou os braços. Ficou nua na cozinha, seios pesados caindo, barriga levemente arredondada, pelugem escura entre as pernas. Roberto cuspiu na mão e esfregou o pau. O pau era grosso, veias saltadas, a cabeça avermelhada e suja de smegma. Cheirava forte. Ele não pediu licença. Empurrou Helena de frente para a mesa, abriu as nádegas dela com as duas mãos e enfiou de uma vez. Helena gritou. O pau grosso abriu o canal de uma vez só, entrando até o fundo. A dor e o prazer se misturaram. Roberto agarrou o cabelo dela e começou a foder com força, batendo a pélvis na bunda macia, fazendo os seios balançarem sobre a mesa. Cada estocada arrancava um gemido dela. — Que buceta apertada pra uma velha… — rosnou ele. — Seu marido não fode direito, né? Helena só conseguia gemer. O pau sujo entrava e saía, fazendo barulho de água. A fricção era áspera, o cheiro dele a deixava ainda mais molhada. Roberto puxou o cabelo com força, forçando ela a arquear as costas. Começou a bater na bunda dela com a mão aberta, deixando marcas vermelhas. — Vira. Ele a virou, sentou no chão da cozinha e puxou Helena para cima. Ela montou de costas para ele, o pau entrando de novo. Roberto agarrou os seios dela por trás, apertando os mamilos até doer, enquanto empurrava o quadril para cima. Helena quicava, a bunda batendo no colo sujo dele. O som era obsceno: pele batendo em pele, gemidos, o cheiro de sexo e sujeira misturados. Ele a tirou de cima, empurrou de quatro no chão frio e enfiou de novo. Dessa vez mais fundo. A cabeça do pau batia no colo do útero. Helena gritava, a cara no chão, babando. Roberto cuspiu na bunda dela e enfiou o polegar no cu sem aviso. Ela se contraiu, gozando forte, o sexo apertando o pau dele em espasmos. — Vai gozar de novo, puta. Ele fodeu mais rápido, o polegar ainda no cu dela, até ela gozar outra vez, as pernas tremendo. Só então ele puxou o pau, virou o rosto dela e enfiou a cabeça suja na boca de Helena. — Chupa. Limpa essa porra. Helena engasgou no gosto amargo de smegma e de sua própria buceta. Chupou com vontade, a língua limpando a glande, engolindo o pau até a garganta. Roberto segurou a cabeça dela e fodeu a boca, cuspendo saliva no rosto dela. Quando estava perto, puxou e gozou no rosto e nos seios de Helena. Jatos grossos e quentes escorreram pelo queixo, pelos mamilos, pingando no chão. Ele esfregou o pau no rosto dela, sujando ainda mais. Helena ficou ajoelhada, respirando pesado, o sêmen escorrendo. Roberto se vestiu devagar, pegou o pão e o frango da mesa. — Amanhã eu volto. Deixa a porta aberta. Ele saiu pela porta dos fundos. Helena ficou no chão da cozinha, nua, fedendo a sexo e a mendigo, as coxas tremendo. O marido voltaria no dia seguinte. Ela não limpou nada. Deixou o sêmen secar no peito. Naquela noite, sozinha na cama, ela se masturbou três vezes pensando no pau sujo entrando nela de novo.
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