A porta se abriu de novo. A mãe dela, 50 anos, entrou sem bater. Cabelos pretos com fios brancos, seios pesados ainda firmes, bunda grande e redonda, buceta depilada e grossa. Viu a própria mãe de 90 anos de quatro, a bunda vermelha de palmadas, o cu e a buceta abertos e pingando porra, a cara marcada de tapa. — Minha filha… — a avó sussurrou, voz rouca. Os cinco jovens pararam só por um segundo. Depois um deles riu baixo. — Agora a filha também. Eles a agarraram. Rasgaram a blusa, arrancaram a calça. A mãe tentou falar alguma coisa, mas já estava de quatro no chão, ao lado da avó. Um dos rapazes se ajoelhou atrás dela, abriu a bunda e deu o primeiro tapa seco. O som ecoou. Depois outro. E outro. Cada vez mais forte. — Essa bunda vai ficar roxa — falou um, enquanto batia sem parar na carne firme. A mãe gritou. Tentou se mexer, mas dois deles seguraram os braços. O cinto saiu. A fivela raspou na pele antes da primeira lapada. O couro cortou o ar e bateu na bunda com força. A carne tremeu. A marca vermelha apareceu na hora. Outra lapada. Outra. A mãe chorava e gemia ao mesmo tempo, a buceta já molhada escorrendo pela coxa. Eles não pararam. Palmadas com a mão aberta, depois o cinto de novo, depois a sola do chinelo. A bunda dela ficou vermelha, depois roxa, quente, latejando. Cada tapa fazia a buceta se contrair. Um dos jovens enfiou três dedos nela enquanto o outro continuava batendo. — Mais forte — a avó de 90 anos pediu, a voz embargada de tesão, olhando a filha apanhar. Eles obedeceram. Viraram a mãe de 50 anos de barriga para cima. Seguraram as pernas abertas. Um deles começou a bater na buceta com a mão aberta. Slap, slap, slap. A carne inchou rápido. Os lábios ficaram vermelhos e grossos. Outro bateu nos seios pesados, estapeando os mamilos até eles ficarem duros e doloridos. Depois a cara. Tapas fortes que fizeram a boca dela sangrar um pouco no canto. A mãe chorava, babava, gemia alto. Dois paus entraram ao mesmo tempo: um na buceta inchada, outro no cu. Enquanto fodia, o terceiro continuava dando lapada na bunda e na coxa. A cada estocada o pau saía e entrava com força, e a mão ou o cinto batia de novo. A avó, ao lado, chupava um pau enquanto assistia a filha levar a pior surra da vida. Eles revezavam. Um fodia a boca da mãe até ela engasgar, outro batia na bunda já marcada, o terceiro metia fundo na buceta e dava tapa na clitóris inchada. A carne da bunda estava roxa, quente, latejando. Cada palmada arrancava um grito. A buceta escorria tanto que pingava no chão. A avó de 90 anos se arrastou até a filha, abriu a boca e chupou a buceta inchada dela enquanto os jovens continuavam batendo e fodendo. A mãe gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a bunda latejando de dor e prazer. Eles não pararam. A surra continuou. Mais lapadas. Mais tapas na cara. Mais porra gozada na bunda roxa, na buceta inchada, nos seios e na boca. A mãe de 50 anos ficou no chão, ofegante, a bunda destruída de tanto apanhar, a buceta aberta e vermelha, a cara marcada. A avó passou a mão na bunda da filha, sentindo o calor das marcas. — Bonito… — murmurou a velha. Os jovens já estavam duros de novo. — Ainda não acabou.
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